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No Senado, Gabriel Galípolo pede ajuda de senadores na aprovação da PEC do BC

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Brasília 25/11/2025 - O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, participa de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.
Foto Lula Marques/Agência Brasil

O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, pediu a ajuda de senadores para aprovar a PEC que dá autonomia financeira ao Banco Central (PEC 65/23). Em participação de audiência na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado, nesta terça-feira (25), o presidente ressaltou que o tema está sendo discutido há anos, e que seria essencial para fortalecer o orçamento da instituição e ajudar no combate ao crime no sistema financeiro.

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Galípolo explicou ainda que há um texto da PEC proposto pela AGU que contempla uma demanda do Executivo de que o regime juridico do BC continue sendo de direito público, indicando que apenas essa alteração não conflita com o que importa para o BC no texto da PEC.

Nova regra do Pix facilita devolução e reforça proteção contra golpes

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Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

A nova regra que facilita a devolução de transferências indevidas via Pix já está em vigor e reforça a proteção contra golpes. Agora, com o Mecanismo Especial de Devolução (MED), as instituições conseguem rastrear o dinheiro mesmo quando os golpistas realizam outras transferências para tentar mascarar a origem dos valores.

Embora o serviço ainda seja opcional para bancos e instituições de pagamento, ele passará a ser obrigatório para todos a partir de 2 de fevereiro de 2026.

Como vai funcionar

Com a nova regra em vigor, as instituições financeiras podem devolver o dinheiro a partir de outras contas, e não apenas daquela usada na fraude.

Além disso, elas compartilham as informações com todos os participantes envolvidos nas transações, o que fortalece o rastreamento e permite concluir a devolução dos recursos em até 11 dias após a contestação, de acordo com o Banco Central (BC).

Como funcionava

Antes, as instituições realizavam a devolução somente pela conta originalmente utilizada na fraude. Entretanto, os fraudadores retiravam os recursos rapidamente dessa conta e os transferiam para outras, dificultando a recuperação do valor.

Por isso, quando o cliente registrava a reclamação e solicitava a devolução, o mais comum era que a conta inicial já estivesse esvaziada, impedindo o retorno do dinheiro.

Lula sanciona marco do setor elétrico com 22 vetos

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Foto: Marcos Santos/USP Imagens

O presidente Lula (PT) sancionou o novo marco do setor elétrico com 22 vetos. O texto foi publicado no Diário Oficial da União (DOU).

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Entre os vetos, está dispositivo que previa que os agentes de comercialização de energia elétrica ficariam obrigados a aplicar, anualmente, o montante de, no mínimo, 0,50% de sua receita operacional líquida relativa à comercialização de energia com consumidor final em pesquisa e desenvolvimento do setor elétrico e, no mínimo, 0,50% em programas de eficiência energética no uso final. Também foi vetado dispositivo sobre curtailment.

Com trânsito em julgado, Jair Bolsonaro começará a cumprir pena na Superintendência da PF

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Brasília (DF) 14/09/2025 O ex-presidente Jair Bolsonaro, acompanhado de seu filho, Jair Renan, deixa hospital sob forte esquema de segurança, após passar pro procedimentos.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou nesta terça-feira (25) o início do cumprimento da pena do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão foi tomada após a defesa de Bolsonaro não protocolar o segundo recurso de embargos de declaração, cujo prazo se encerrava na segunda-feira (24).

Com isso, Moraes solicitou o trânsito em julgado da ação — fase em que não há mais recursos disponíveis — e o início imediato da execução penal. Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão, em regime inicial fechado.

O local determinado para o cumprimento da custódia é a Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, onde já estava preso preventivamente desde o final de semana. No último sábado (22), o ex-presidente tentou romper a tornozeleira eletrônica, e o STF determinou a prisão preventiva de Bolsonaro, lembrando também da “vigília” que o filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) havia convocado para acontecer na frente do condomínio de Jair. A prisão preventiva foi aprovada por unanimidade pela Primeira Turma do STF ontem (24).

Defesa de Bolsonaro

Apesar da determinação de Moraes, a defesa do ex-presidente deve insistir em transferi-lo para a prisão domiciliar. Os advogados deverão alegar a idade avançada e as condições precárias de saúde de Bolsonaro como argumentos para a mudança de regime.

Leilão do canal de acesso em Paranaguá trouxe novo modelo nesses ativos

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Porto de Paranaguá
Foto: Ivan Bueno/ANPr

No leilão do canal de acesso ao porto de Paranaguá (PR), ocorrido no dia 22 do mês passado, o governo criou um modelo de licitação para esses ativos, ao adotar o processo contínuo de dragagem e manutenção dos canais. O consórcio Canal Galheta Dragagem (CCGD), brasileiro-belga, venceu a disputa.

A partir da concessão do canal no porto paranaense, essas obrigações passam a ser definidas em edital. A mesma proposta deverá ser adotada, a partir do próximo ano, nos leilões dos canais de acesso dos portos de Santos (SP), Itajaí (SC), Salvador (BA) e Rio Grande (RS).

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, trata-se de modelo pioneiro, inédito no Brasil. “A concessionária passa a fazer a gestão do canal, a realizar as obras da cesta de serviços da concessão e a garantir os investimentos, que, no caso de Paranaguá, somam R$ 1,23 bilhão [na vigência do contrato].”

O calado do canal passará de 13,5 metros para 15,5 metros, alcançando embarcações de 366 metros. Com isso, haverá maior previsibilidade e segurança para as operações e as manobras, atraindo uma nova classe de navios graneleiros e de transporte de contêineres. A capacidade de carga vai ser ampliada de 80 mil para 120 mil toneladas.

Segundo o secretário nacional de Portos, Alex Ávila, “a concessão vai possibilitar que Paranaguá se qualifique cada vez mais como corredor estratégico para o escoamento da produção, atendendo tanto o comércio com o Mercosul quanto [o comércio] para exportação para a Europa e a Ásia, pela localização no sul do Brasil”.

Uma das obras previstas é a retirada de um maciço rochoso localizado no meio do canal que dificulta a passagem dos navios. A pedra tem funcionado como uma espécie de “quebra-molas” que, dependendo do nível das marés, retarda a movimentação das embarcações.

Terminal de contêineres

O Ministério de Portos e Aeroportos firmou, no último dia 5, um acordo de investimento com o grupo chinês CMPort para a expansão do Terminal de Contêineres do porto de Paranaguá. A expansão prevê investimentos de mais de R$ 1,5 bilhão a serem injetados nos próximos anos, com foco no aumento da capacidade de armazenagem e de movimentação de cargas no terminal paranaense.

“Com os investimentos, o Terminal de Contêineres de Paranaguá se consolidará como um dos maiores e mais importantes terminais do Brasil”, afirmou o secretário nacional de Portos, Alex Ávila, que esteve na China visitando terminais portuários como o porto de Xangai, o maior do mundo em movimentação de contêineres.

Defesa de Bolsonaro não recorre e Moraes pode determinar início imediato da prisão

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Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A defesa de Jair Bolsonaro não apresentou novo recurso contra a sentença de 27 anos e três meses de prisão imposta pelo STF por liderar uma organização criminosa que tentou um golpe de Estado.

Por isso, seguindo a jurisprudência do Supremo, o ministro Alexandre de Moraes pode determinar que Bolsonaro inicie imediatamente o cumprimento da pena em regime inicial fechado. Além disso, Moraes decidirá o local da custódia. Desde sábado, Bolsonaro está preso preventivamente em uma sala da Polícia Federal, em Brasília.

Como ex-presidente, Bolsonaro tem direito a cumprir a pena em sala especial, separada de outros detentos. Dessa forma, ele poderá permanecer em instalações da PF ou das Forças Armadas.

Uma alternativa é que Bolsonaro seja encaminhado para o Complexo Penitenciário da Papuda, nos arredores de Brasília.

Recentemente, a chefe de gabinete de Moraes inspecionou a Papudinha, batalhão da Polícia Militar anexo ao presídio, que geralmente abriga policiais e políticos presos.

Prisão preventiva

Moraes determinou a prisão preventiva de Bolsonaro, decisão que a Primeira Turma do Supremo referendou por unanimidade. A Polícia Federal solicitou a medida, alertando para o risco iminente de fuga do ex-presidente.

Na audiência de custódia, Bolsonaro admitiu ter tentado violar a tornozeleira eletrônica usando um ferro de solda, descumprindo a obrigação imposta pela Justiça.

Além disso, a PF destacou o risco à ordem pública, provocado por uma vigília de apoiadores de Bolsonaro, que planejavam se reunir em frente ao condomínio onde ele cumpria prisão domiciliar em Brasília.

Prazos

Segunda-feira (24) marcou o encerramento do prazo para a defesa de Bolsonaro apresentar segundos embargos de declaração. Esse recurso serve para esclarecer dúvidas ou lacunas apontadas pela defesa no texto da condenação, mas em tese não reverteria a condenação.

Até o fim desta semana, entretanto, permanece aberto o prazo para que Bolsonaro ingresse com os embargos infringentes, recurso que permite aos advogados contestar a condenação com base em algum voto favorável à absolvição.

No entanto, a jurisprudência do Supremo determina que os infringentes só são cabíveis quando há pelo menos dois votos pela absolvição, situação que não ocorreu no julgamento do ex-presidente.

Diante disso, a defesa de Bolsonaro entendeu que novos embargos de declaração seriam inviáveis, mas planeja insistir nos infringentes, apoiando-se no voto do ministro Luiz Fux, único a votar pela absolvição total do ex-presidente.

Após a apresentação, caberá a Moraes decidir se os infringentes podem ou não ser julgados.

Relator do projeto de IA deve apresentar seu relatório na próxima semana

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Audiência Pública - Sistemas de IA, IA no serviço público e em infraestruturas críticas. Dep. Aguinaldo Ribeiro (PP - PB) Inteligência Artificial
Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados

O deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), relator do projeto de lei que trata do projeto de lei de inteligência artificial (PL 2338/2023), afirmou que pretende apresentar seu parecer na primeira semana de dezembro. A afirmação foi feita durante evento realizado pela Arko Advice em parceria com a PwC nesta segunda-feira (24), em São Paulo.

A ideia é votar na Câmara ainda neste ano para que o Senado tenha tempo apreciar o projeto antes do recesso parlamentar, que começa a partir do dia 18 de dezembro.

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De acordo com Aguinaldo, ele está promovendo um enxugamento no texto. Como exemplo, ele citou a questão dos direitos autorais. Segundo o parlamentar, o Brasil já tem uma legislação sobre essa questão.

Aguinaldo disse, ainda, que incluirá em seu parecer a questão do Redata (Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter). O assunto é tratado na MP 1318/25, cujo prazo de votação termina no dia 25 de fevereiro.

O relator terá uma reunião nesta terça-feira com integrantes do governo para discutir o projeto.

Análise: Indicação de Jorge Messias para o STF

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na última quinta-feira, o presidente Lula (PT) indicou o advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) aberta após a saída de Luís Roberto Barroso. A indicação representa uma derrota para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que preferia ver o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) no cargo. Por essa razão, a indicação de Lula gera algumas implicações políticas. Vamos a elas.

Em primeiro lugar, prejudica a relação entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional, que já não é boa. Para citar apenas dois exemplos recentes: a Câmara deixou a MP nº 1.303/25, um tema importante da agenda fiscal do governo, perder validade; o governo também foi derrotado na votação do Projeto de Lei Antifacção, que será analisado pelo Senado.

Além disso, a votação de Paulo Gonet, indicado por Lula para a Procuradoria-Geral da República, teve o menor placar no Senado desde a redemocratização (46 a favor e 26 contrários).

Novos embates podem acontecer. Além do próprio PL Antifacção, o governo tem interesse na votação do projeto de lei que trata de bets e fintechs. Mas pode haver articulações para retardar o andamento do projeto. Alcolumbre pautou para esta semana a votação do Projeto de Lei Complementar nº 185/24, que regulamenta a aposentadoria especial dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias. O impacto fiscal estimado até 2030 é de R$ 5,5 bilhões. Haverá sessão no Congresso esta semana para analisar vetos presidenciais, e vetos relacionados ao licenciamento ambiental podem ser derrubados.

O governo tenta articular para que a análise do nome de Jorge Messias ocorra ainda este ano. Se ficar para 2026, a indicação poderá ser mais contaminada ainda pelo ambiente eleitoral. Para tanto, o governo conta com o apoio do senador Otto Alencar (PSD-BA), aliado do governo. Alencar preside a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), responsável pela sabatina de Messias. Mas, para que a análise se realize, Alcolumbre precisa fazer a leitura da indicação no plenário e enviá-la à CCJ.

É pouco provável que o nome de Jorge Messias não seja aprovado. Contudo, o custo político será alto e o timing é um desafio. Ministros, aliados e o próprio presidente Lula terão de se envolver no processo.

Em relação ao senador Rodrigo Pacheco, sua não indicação poderá ter impacto na eleição de Minas Gerais. Pacheco tem dito que pretende deixar a política. Mas, em várias oportunidades, o presidente Lula defendeu seu nome para o governo do estado. Lula precisa de um palanque forte em Minas.

Sem Pacheco, Gabriel Azevedo (MDB) e Alexandre Kalil (PDT) são as apostas de Lula. Azevedo, porém, tem dito a aliados que não será palanque nem da direita nem da esquerda – pelo menos por enquanto, ele quer manter certa distância do PT em Minas.

Líder do governo no Senado fala em “esperar esfriar tensão” para sabatina de Messias ao STF

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Brasília (DF) 20/06/2024 Senador Jaques Wagner durante coletiva após reunião de líderes no Senado.
Foto Lula Marques/ Agência Brasil

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), defendeu que a sabatina de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) espere um ambiente político mas favorável. Em entrevista à GloboNews, nesta segunda-feira (24), ele avaliou que, no momento atual, há uma tensão muito grande em torno da indicação do nome e, portanto, prefere aguardar.

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Na visão dele, há também a possibilidade da avaliação do indicado ficar para 2026. “O ano legislativo termina em dezembro, temos uma série de pautas que entrarão em votação. Acho que não teremos tempo hábil para votar ainda em dezembro”, afirmou.

O líder reforçou que trabalhará para aprovar a indicação de Messias, em conversas individuais com cada senador. Ele inclusive mencionou a possibilidade da participação do presidente Lula (PT) nas negociações.

Governo programa 14 leilões de rodovias com investimentos de R$ 158 bilhões

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Foto: Arquivo/Agência Brasil

O Ministério dos Transportes divulga, hoje (25), a carteira de projetos de concessão de rodovias a serem transferidas ao setor privado no próximo ano. São esperados R$ 158 bilhões em investimentos.

O portifólio inclui 14 rodovias, entre as quais oito trechos novos que serão leiloados e seis concessões cujos contratos se encontram em curso mas passam por renegociação, por isso os ativos serão novamente oferecidos ao mercado.

O pacote soma 7.295 quilômetros de estradas em todas as regiões do país. As obras previstas abrangem 1.197 quilômetros de novas duplicações e 1.331 quilômetros de faixas adicionais. Será a maior oferta de ativos rodoviários deste terceiro governo do presidente Lula (PT), que se prepara para disputar a reeleição no próximo ano.

Pelo cronograma, no primeiro semestre de 2026 o governo vai leiloar três novos trechos: a Rota dos Sertões (BR-116/BA/PE); a Rotas Gerais (BR-116/251/MG); e a Rota Agro Central (BR-070/174/364/MT/RO).

Outras três rodovias que tiveram seus contratos otimizados com os atuais concessionários serão oferecidas em leilões simplificados: Régis Bittencourt (BR-116/SP/PR, concedida ao grupo espanhol Arteris); Rota Arco Norte (BR-163/MT/PA, concedida à Via Brasil, leiloada em 2022); e Rota do Pequi (BR-060/153, entre o Distrito Federal e Goiânia, que integrou a concessão da Concebra, do Grupo Triunfo, leiloada em 2014 e devolvida ao poder concedente).

Seis dos 14 leilões estão marcados para ocorrer entre fevereiro e junho. Os oito restantes, entre julho e dezembro. Entre outubro e novembro, quando ocorrem as eleições no país, estão previstos quatro leilões de concessões rodoviárias.

Na Região Sul, serão ofertados dois lotes em Santa Catarina: Lote 01 (BRs-153/282/470/SC); e Lote 03 (BRs-153/282/480/SC). No Rio Grande do Sul há dois blocos: Rota Integração do Sul (BRs-116/158/290/392/RS); e Rota Portuária do Sul (BRs-116/392/RS).

Três concessões atuais com contratos renegociados (com prazo ampliado e maior volume de investimento) serão colocadas em leilão: a Rota Litoral Sul (BRs-116/376/PR e BR-101/SC); a Rota Planalto Sul (BR-116/PR/SC); e a Rodovia Transbrasiliana (BR-153/SP).

O ministro Renan Filho (MDB) deve deixar o Ministério dos Transportes em abril para concorrer ao governo de Alagoas.