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Latam anuncia compra de 74 aeronaves E195-E2 da Embraer

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Foto: Embraer/Divulgação

A Latam Airlines anunciou nesta segunda-feira (22) que firmou um acordo com a Embraer para adquirir até 74 aeronaves E195-E2, como parte de sua estratégia de expandir a conectividade na América do Sul. Segundo a fabricante brasileira, esse contrato marca um dos poucos acertos recentes da empresa envolvendo uma companhia aérea nacional.

Além disso, o negócio acontece em um momento crítico, em que as concorrentes Boeing e Airbus enfrentam uma crise crônica de atrasos na entrega de aeronaves.

Encomenda de 24 aeronaves

A Embraer avaliou a encomenda firme de 24 aeronaves em cerca de US$ 2,1 bilhões (aproximadamente R$ 11,22 bilhões), com base no preço de tabela. O pedido inclui, além dessas 24 unidades confirmadas, opções para a compra de outras 50 aeronaves.

As entregas devem começar no segundo semestre de 2026, com prioridade para a Latam Airlines Brasil. Em seguida, outras afiliadas do grupo Latam também poderão receber parte dos jatos, dependendo da evolução do plano de expansão.

Antes do novo acordo com a Latam, o último pedido de aeronaves E2, a geração mais recente de jatos comerciais da Embraer, no Brasil foi feito pela Azul, em 2018. Até agora, a companhia é a única operadora desse modelo no país.

Latam amplia sua malha regional

Até então, a Latam não operava aeronaves da Embraer em sua frota. Atualmente, a companhia mantém 286 jatos da Airbus, 56 da Boeing e 20 cargueiros da fabricante norte-americana, conforme informações divulgadas pela Embraer.

Com a nova encomenda, a fabricante brasileira ressaltou que a Latam poderá ampliar significativamente sua malha regional. Segundo a empresa, a frota de E195-E2 permitirá adicionar até 35 novos destinos aos 160 já atendidos na América do Sul, mercado liderado pelo Brasil.

Bancada do PT no Senado anuncia posição contra a PEC das Prerrogativas

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Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa extraordinária. Ordem do dia. Na pauta, projeto que assegura a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até dois salários mínimos. Mesa: presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP); secretário-geral da Mesa do Senado Federal, Danilo Augusto Barboza de Aguiar.
Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

A Bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) no Senado Federal decidiu, por unanimidade, se posicionar contrária à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 3 de 2021, originada na Câmara dos Deputados e apelidada por apoiadores de “PEC das Prerrogativas”, e por críticos de “PEC da Blindagem”.

Segundo os parlamentares, a proposta cria privilégios para deputados e senadores e afronta princípios da Constituição Federal de 1988, especialmente o artigo 5º, que estabelece a igualdade de todos perante a lei. Para a bancada, o texto não fortalece o Parlamento, mas o fragiliza ao transformá-lo em “abrigo para a proteção de ilícitos”.

O partido argumenta que o Congresso já dispõe de prerrogativas suficientes para o exercício do mandato, e que ampliar esses mecanismos significaria romper com valores republicanos e abrir espaço para impunidade.

Em nota, os senadores do PT afirmaram que o mandato parlamentar não pode se tornar “escudo pessoal para a prática de crimes” e que a função do cargo é servir à sociedade com “responsabilidade e probidade”.

Ao longo da semana, o líder da bancada, senador Rogério Carvalho (PT-SE), reforçou o posicionamento: “Não precisamos de mais privilégios nesse sentido. Já temos muitas prerrogativas além das garantidas ao cidadão comum.”

Motta afirma que Câmara deve votar isenção do IR na próxima semana

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Hugo Motta no evento MacroDay do BTG Pactual
Foto: Ian Rassari/Divulgação

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que pretende levar ao plenário na próxima semana o projeto que isenta do IR ganhos até R$ 5 mil (PL 1.087/25). A fala foi feita no evento MacroDay, do BTG Pactual, nesta segunda-feira (22).

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Perguntado sobre a possibilidade de derrubada das compensações, que deve ser proposto pelo PL, Motta afirmou que vê “com muita força o trabalho da comissão ser replicado no plenário”. A comissão especial aprovou por unanimidade o relatório do deputado Arthur Lira (PP-AL), prevendo a tributação de altas rendas como compensação.

O presidente ressaltou que o plenário é soberano e que as decisões serão tomadas lá, mas avaliou que o trabalho foi tão bem construído na comissão, que não tem sentido nos líderes essa disposição de reverter as compensações.

Lula se reúne com líderes globais na ONU nesta segunda

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Nova York (NY), 24/09/2024 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a Abertura do Debate Geral da 79ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, no Salão da Assembleia Geral, da Sede das Nações Unidas (ONU).
Foto: Ricardo Stuckert/PR

Nesta segunda-feira (22), o presidente Lula (PT) chega na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova Iorque, onde deve participar da Conferência Internacional de Alto Nível para a Solução Pacífica da Questão da Palestina. O encontro, que começa às 16h no horário de Brasília, foi convocado por França e Arábia Saudita para buscar uma solução pacífica para o conflito no Oriente Médio.

Amanhã, terça-feira (23), Lula faz o discurso de abertura da 80ª Assembleia Geral da ONU.

Reconhecimento internacional

No domingo (21), os primeiros-ministros do Reino Unido, Keir Starmer; do Canadá, Mark Carney; e da Austrália, Anthony Albanese, reconheceram oficialmente o Estado da Palestina, enquanto a França deve formalizar o reconhecimento durante a conferência, conforme anunciado pelo presidente Emmanuel Macron. Mais de 140 países reconhecem o estado.

Israel e Estados Unidos, por outro lado, continuam a rejeitar a iniciativa.

Os reconhecimentos britânico e canadense são vistos como muito simbólicos, já que os dois países são os primeiros do G7 a formalizar a ação.

Agenda

Lula, acompanhado pelo ministro das Relações Exteriores Mauro Vieira e uma comitiva de ministros, discursará na abertura da 80ª Assembleia Geral da ONU na terça-feira (23).

Na quarta-feira (24), o presidente copresidirá evento em defesa da democracia, juntamente com os presidentes do Chile e da Espanha. Ele também deve participar de debates focados na crise climática, onde pretende reforçar a importância da cooperação internacional e da preservação ambiental.

Análise: Manifestação contra anistia e PEC das Prerrogativas

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Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Tendo como pautas a rejeição ao PL as Anistia e à PEC das Prerrogativas, partidos de esquerda e movimentos sociais conseguiram, após muitos anos, realizar um protesto que teve expressiva adesão de seus simpatizantes, principalmente na Avenida Paulista, em São Paulo, e na Orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, na Praça Raul Soares, em Belo Horizonte, e em Salvador. Segundo levantamento da USP, o ato em São Paulo teve 42,4 mil pessoas. O ato da direita, no 7 de setembro, havia registrado, segundo a USP, 42,2 mil pessoas.

Segundo levantamento digital realizado pelo instituto Quaest no último sábado (20), 83% das postagens nas redes sociais foram críticas à PEC das Prerrogativas. A defesa da anistia para Jair Bolsonaro e os condenados na tentativa de golpe também é rejeitada pela opinião pública. A Quaest apontou que 11% dos entrevistados são contrários a anistia e 26% favoráveis. O AtlasIntel mostrou que 57,3% são contrários a anistia “ampla, geral e irrestrita” defendida pelo bolsonaristas. 40,6% se dizem favoráveis.

Também contribuiu para a adesão da militância de esquerda ao protesto as convocações realizadas por Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque, que realizaram um show no Rio de Janeiro, assim como a adesão de parcela importante da classe artística e da intelectualidade esquerdista. Em Salvador, por exemplo, a conta Daniela Mercury e o ator Wagner Moura participaram do ato político.

A manifestação da esquerda buscou também reforçar a defesa da narrativa da soberania, que desde o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o Brasil transformou-se na principal narrativa do governo Lula (PT). Na Avenida Paulista, em um gesto simbólico, foi aberta uma bandeira do Brasil no mesmo lugar que os simpatizantes de Jair Bolsonaro haviam aberto uma bandeira dos Estados Unidos na manifestação bolsonarista ocorrida no dia 7 de setembro.

Embora a manifestação deste domingo não traga repercussões sobre a popularidade do presidente Lula (PT), a presença de público mostra o impacto negativo da PEC das Prerrogativas na opinião pública. Essa reação, que já era perceptível no ambiente digital na semana passada, deve dificultar o andamento da matéria no Senado.

A manifestação também reforça o ambiente desfavorável à aprovação da anistia “ampla, geral e irrestrita” defendida pelo bolsonarismo, abrindo espaço para a discussão do “PL da Dosimetria”, que está sendo articulado pelo deputado Paulinho da Força (SD-SP), relator do PL da Anistia, juntamente com o deputado Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-presidente Michel Temer (MDB).

Governo Trump impõe sanções da Lei Magnitsky à esposa de Alexandre de Moraes

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Alexandre de Moraes e sua esposa Viviane
Foto: Divulgação

O governo dos Estados Unidos aplicou nesta segunda-feira (22) as sanções previstas na Lei Magnitsky contra Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, e o Instituto Lex, ligado à família do magistrado. A decisão foi publicada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro dos EUA. Desde 30 de julho, as sanções já atingem Alexandre de Moraes.

As sanções implicam bloqueio de bens e contas bancárias nos EUA, restrição a transações financeiras e proibição de entrada no país. Cidadãos e empresas americanas ficam impedidos de realizar negócios com os sancionados.

Motivações

A aplicação da Lei Magnitsky vem 11 dias após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos e três meses por liderar tentativa de golpe, processo no qual Alexandre de Moraes atuou como relator. Autoridades do governo Donald Trump qualificaram Moraes como responsável por violações de direitos humanos e por ações repressivas, apesar da ausência de provas públicas.

Lei Magnitsky

A Lei Magnitsky é um instrumento dos Estados Unidos para punir estrangeiros que eles acreditam serem acusados de corrupção ou violações graves de direitos humanos. No caso de Moraes, o OFAC determinou o bloqueio imediato de bens e ativos nos Estados Unidos e proibiu qualquer transação entre cidadãos, empresas ou entidades norte-americanas e o ministro ou empresas controladas por ele (ou com 50% ou mais de participação indireta).

A legislação também veta a entrada do ministro em território estadunidense e pode afetar familiares próximos, como já ocorrera com a revogação dos vistos de Moraes e seus parentes no dia 18 de agosto. Os Estados Unidos também haviam revogado na ocasião vistos de outros ministros do STF, deixando de fora apenas Luiz Fux, André Mendonça e Nunes Marques, os dois últimos indicados à Corte por Bolsonaro.

O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, e o blogueiro Paulo Figueiredo, neto do último presidente da ditadura militar, João Figueiredo, vinham cobrando do governo Trump por um endurecimento nas sanções contra Moraes.

CMN cria linha de crédito rural de até R$ 12 bilhões para produtores afetados por eventos climáticos

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agricultura familiar
Foto: Emanuel Cavalcante/Embrapa Amapá

Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (22) a resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que cria uma nova linha de crédito rural no valor de até R$ 12 bilhões. O objetivo é permitir a liquidação ou amortização de operações de crédito e Cédulas de Produto Rural (CPR) de produtores cujas atividades foram prejudicadas por eventos climáticos adversos.

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Segundo a norma, a linha de crédito é destinada a produtores rurais e cooperativas que tiveram perdas de, no mínimo, 30% da produção financiada devido a eventos como secas, estiagens, enchentes ou geadas. Os empreendimentos devem estar localizados em municípios que decretaram situação de emergência ou calamidade pública pelo menos duas vezes entre 2020 e 2024.

As operações beneficiadas são aquelas contratadas até 30 de junho de 2024 e que se encontravam adimplentes nesta data. O prazo para contratação da nova linha de crédito vai até 10 de fevereiro de 2026.

Veja a íntegra da resolução: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cmn-n-5.247-de-19-de-setembro-de-2025-655220023

Prisão de diretor da ANM revela fragilidade da agência, segundo ministro do TCU

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Sede da Agência Nacional de Mineração (ANM), mineral, minerais, exploração
Foto: Reprodução/Agência Brasil

A fragilidade institucional da Agência Nacional de Mineração (ANM) ficou exposta na quarta-feira passada (17), quando a Polícia Federal (PF) prendeu o diretor Caio Trivellato, no âmbito da Operação Rejeito, por suspeita de corrupção na concessão de autorizações para lavras minerais. Segundo o ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), ocorreu falta de boa governança, “o que abre espaço para a corrupção”.

Nardes reconheceu, porém, que a agência, criada em 27 de julho de 2017, como sucessora do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), opera com apenas 30% do quadro de servidores. E que há somente quatro pessoas para fazer a fiscalização que compete à agência, só sendo possível o acompanhamento de 2% dessas áreas.

O ministro lembrou a importância do setor mineral para a economia brasileira e o papel que o segmento terá com os projetos de exploração de terras-raras e de minerais estratégicos.

O debate se deu durante a análise da proposta de autorizar a Unidade de Auditoria Especializada em Petróleo, Gás Natural e Mineração (AudPetróleo) a realizar o acompanhamento das atividades minerárias com o objetivo de criar indicadores e sinais de alerta para mitigar a sonegação da Contribuição Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), considerada o royalty do setor.

No primeiro semestre deste ano, a arrecadação da CFEM foi de R$ 3,7 bilhões, segundo dados do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). O ministro Benjamin Zymler, também do TCU, sugeriu que seja feita uma análise de amostra das autorizações de lavra para verificar se tem havido violação das regras legais. “Meu medo não é só haver um problema de governança, mas um problema de ilegalidade no setor”, disse.

Zymler sugeriu ainda aumentar o rigor da fiscalização dos processos internos e de governança da ANM. Propôs que seja adotado procedimento de inspeção, convertido em auditoria de conformidade nos processos de concessão de alvarás para lavras. O relator do processo no TCU é o ministro Walton Alencar.

Vendas de alumínio no Brasil cresceram 2,9% no primeiro semestre de 2025

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Foto: EFE/Arquivo

A Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) informou que, no primeiro semestre de 2025, as vendas de produtos de alumínio alcançaram 1.040,9 mil toneladas, o que representa um aumento de 2,9% em comparação ao mesmo período de 2024.

Desse total, as vendas internas somaram 947,9 mil toneladas, registrando uma alta de 4,6%. Por outro lado, as exportações recuaram 11%, totalizando 93 mil toneladas, em relação aos seis primeiros meses do ano anterior.

A presidente-executiva da ABAL, Janaina Donas, destacou que os resultados comprovam a resiliência da indústria brasileira do alumínio

“[…] mesmo em um cenário global marcado por desafios como o tarifaço e a desaceleração da economia mundial”, afirmou.

Apesar disso, ela ressaltou que já é possível observar sinais de arrefecimento na demanda, o que, segundo ela, reforça a importância de manter atenção redobrada ao cenário internacional e às políticas comerciais que afetam diretamente a competitividade do setor.

Setores que cresceram

No primeiro semestre de 2025, alguns segmentos da indústria do alumínio se destacaram com crescimento expressivo nas vendas. Os principais destaques foram:

  • Eletricidade: +18%, alta demanda por cabos elétricos para transmissão e distribuição de energia
  • Embalagens: +7%, maior utilização do alumínio em embalagens
  • Transportes: +2,4%, aumento nas vendas de implementos para caminhões

Mercado mantém projeção da inflação após Copom deixar Selic em 15%

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Brasília (DF), 26/10/2023, Prédio do Banco Central em Brasília.
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (22) pelo Banco Central (BC), aponta que o mercado financeiro manteve sua projeção para o IPCA de 2025, dias após o Comitê de Política Monetária (Copom) manter a taxa Selic em 15% ao ano. A expectativa para o índice se manteve em 4,83%.

Para o câmbio, a projeção para o dólar também ficou estável, permanecendo em R$ 5,50. Para o PIB de 2025, o número se manteve em 2,16%, indicando uma manutenção de cenário de crescimento econômico moderado.

Próximos anos

Para os anos seguintes, as expectativas de inflação apresentaram estabilidade:

  • IPCA de 2026: 4,29% (era 4,30%)

  • IPCA de 2027: 3,90% (estável)

  • IPCA de 2028: 3,70% (estável há 2 semanas)

No caso do IGP-M, principal referência para reajustes de contratos de aluguel:

  • 2025: 1,09% (era 1,10%)

  • 2026: 4,18% (era 4,20%)

  • 2027: 4,00% (estável há 36 semanas)

  • 2028: 3,96% (estável há 2 semanas)

PIB e dólar

As expectativas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) tiveram reduções para 2026, mas leve alta em 2027:

  • 2025: 2,16% (estável há 2 semanas)

  • 2026: 1,80% (estável)

  • 2027: 1,90% (estável)

  • 2028: 2,00% (estável há 80 semanas)

Já com o dólar, leves alterações:

  • 2025: R$ 5,50 (estável)

  • 2026: R$ 5,60 (estável há 2 semanas)

  • 2027: R$ 5,60 (estável há 2 semanas)

  • 2028: R$ 5,54 (estável)

Taxa Selic

A projeção para a taxa básica de juros permanece inalterada, refletindo consenso sobre estabilidade no cenário de política monetária:

  • 2025: 15% (mesmo valor há 13 semanas)

  • 2026: 12,25% (era 12,38%)

  • 2027: 10,50% (mesmo valor há 32 semanas)

  • 2028: 10,00% (mesmo valor há 39 semanas)

Termômetro das expectativas

Boletim Focus é divulgado semanalmente pelo Banco Central, e reúne projeções de economistas, analistas e operadores do mercado financeiro. Ele serve como um termômetro das expectativas econômicas, e influencia decisões de empresas, investidores e do próprio governo.