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Concessionária Motiva vende negócios no setor aeroportuário

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Foto: Ascom/Felipe Carneiro

A Motiva, antes chamada CCR, anunciou ao público a venda de seus negócios no setor aeroportuário. Em seguida, a mexicana Aeropuerto de Cancún, S.A. de C.V., uma subsidiária do Grupo Aeroportuario del Sureste, S.A.B. de C.V. (ASUR), comprou o negócio por R$ 11,5 bilhões.

Dessa quantia, R$ 5 bilhões correspondem ao patrimônio líquido (equity) pelas participações acionárias da Motiva nos ativos aeroportuários. Os R$ 6,5 bilhões restantes referem-se às dívidas líquidas, que representam a participação da empresa na CPC Holding, onde estão concentradas suas cotas nos 20 aeroportos sob concessão.

Atualmente, a empresa administra 17 concessões no Brasil e três em outros países da região. Além disso, ela registra um movimento anual de cerca de 45 milhões de passageiros e opera mais de 200 rotas regulares.

Aeroportos

Entre os aeroportos repassados, estão:

  • Curitiba
  • Belo Horizonte
  • Goiânia

De acordo com a companhia, essa foi a maior transação aeroportuária em andamento no mundo naquele momento e atraiu mais de 20 grupos da Europa, América Latina e Ásia.

Além disso, a empresa prevê concluir o processo em 2026, após obter a aprovação do poder concedente e dos órgãos de defesa da concorrência.

Consulta pública discute nova concessão da BR-116 (Régis Bittencourt) SP/PR

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Foto: Divulgação/Arteris

A diretoria da ANTT aprovou a abertura da consulta pública referente à readaptação e otimização do contrato de concessão da BR-116 no trecho entre São Paulo e Curitiba (Régis Bittencourt), com extensão total de 383,3 quilômetros.

O processo busca colher sugestões para as minutas de edital do processo competitivo, o termo aditivo e seus anexos, incluindo o Programa de Exploração da Rodovia (PER) e o Modelo Econômico-Financeiro, que integram o acordo de solução consensual firmado entre a ANTT, o Tribunal de Contas da União (TCU) e a concessionária (Arteris).

A iniciativa da diretoria da agência reguladora decorre da aprovação da proposta de solução consensual para a modernização da rodovia, com supervisão da Secretaria de Controle Externo de Solução Consensual e Prevenção de Conflitos (Secex Consenso) do TCU.

Segundo a ANTT, o objetivo é garantir transparência regulatória e adequação do contrato às diretrizes da Política Nacional de Outorgas Rodoviárias, estabelecidas pelo Ministério dos Transportes. Entre as principais medidas previstas, destaca-se a realização de processo competitivo para selecionar o novo controlador societário para a Autopista Régis Bittencourt, com oferta de 100% das ações da concessionária.

Essa etapa visa validar os preços aprovados, mitigar riscos sistêmicos e assegurar as vantagens da proposta de reestruturação. A concessionária atual poderá participar do certame, conforme ocorreu no caso da Autopista Fluminense (BR-101/RJ), no último dia 11, e no trecho da Fernão Dias/Belo Horizonte–São Paulo (BR-381), com leilão previsto opara o dia 12 do próximo mês.

O plano de investimentos (Capex) na Régis Bittencourt totaliza R$ 7,23 bilhões, abrangendo ampliações, túneis, passarelas, bases operacionais e sistemas inteligentes, com execução prioritária nos três primeiros anos do contrato. As despesas operacionais (Opex) somam R$ 4,08 bilhões. O contrato será de 15 anos, e a taxa interna de retorno projetada, de 11,41% ao ano.

O novo modelo também incorpora mecanismos automáticos de reequilíbrio econômico-financeiro, revisão da matriz de riscos, critérios ESG, incentivos tarifários a usuários frequentes, isenção de pedágio para motocicletas e acompanhamento das metas de desempenho por verificador independente durante o período de transição de três anos.

PL Antifacção: Relator pretende entregar texto ainda neste mês no Senado

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Alessandro Vieira, relator do PL Antifacção
Foto: Pedro França/Agência Senado

Em entrevista à GloboNews, nesta quarta-feira (19), o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator do projeto antifacção (PL 5.582/25) no Senado, afirmou que pretende entregar ainda neste mês um texto pronto, considerado apto para votação na Casa.

Além disso, informou que uma audiência pública sobre o tema deve ser marcada para a próxima semana. “Após ouvir todos os interessados e especialistas, a partir daí o relatório seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e, depois, para o plenário do Senado”, explicou.

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Ele também acrescentou que já vem conversando com os presidentes das Casas, Davi Alcolumbre (União-AP) e Hugo Motta (Republicanos-PB), além do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), para chegar a um acordo sobre o texto. “Cada uma das Casas tem legitimidade para fazer alterações”, declarou.

Congresso deve votar PLDO e PLOA em dezembro

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Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil

A votação das matérias orçamentárias, como o PLDO (Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias) 2026 e a PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) 2026, deve ocorrer em dezembro. Segundo um calendário acordado entre a CMO (Comissão Mista de Orçamento) e o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), a expectativa é que o PLDO 2026 seja votado no dia 2 de dezembro na CMO, e no dia 3 de dezembro na sessão conjunta do Congresso.

Já a PLOA 2026 deve ser votada na Comissão até o dia 17 de dezembro, já que nesta data deve ser marcada a sessão conjunta para apreciação da peça orçamentária.

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Sessão de vetos

Os parlamentares definiram ainda que no dia 27 de novembro farão uma sessão conjunta para deliberar vetos pendentes, como os do licenciamento ambiental e do Propag.

Análise: Possíveis cenários para 2026

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Foto: Reprodução

O protagonismo adquirido pela agenda da segurança pública desde a megaoperação de combate ao crime organizado no Rio de Janeiro, no fim de outubro, mudou, mais uma vez, a conjuntura política. O episódio interrompeu a recuperação da popularidade do presidente Lula (PT).  Segundo o instituto Quaest, neste momento a desaprovação de Lula supera a aprovação em três pontos percentuais: 50% a 47%.

A Quaest trouxe ainda outros dados negativos para Lula:

  1. 63% consideram que o presidente não está cumprindo as promessas de campanha;
  2. 43% entendem que a economia piorou nos últimos 12 meses;
  3. 58% afirmam que o preço dos alimentos nos supermercados aumentou;
  4. 72% consideram que o poder de compra é menor do que há um ano;
  5. 50% avaliam que está mais difícil conseguir emprego;
  6. 58% entendem que o país está indo na direção errada;
  7. 59% entendem que Lula não deve buscar um novo mandato; e
  8. 38% enxergam a violência (tema em torno do qual a esquerda tem dificuldade de construir um discurso) como o principal problema do país.

A mudança no cenário político acirrou a disputa, já que a distância do presidente Lula (PT) para os potenciais adversários caiu, ainda que Lula mantenha leve vantagem para 2026. Lula tem apenas 3 pontos percentuais a mais que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL); e 5 pontos em relação aos governadores Tarcísio de Freitas (Rep-SP) e Ratinho Júnior (PSD-PR).

Hoje, temos três possíveis cenários para 2026. Caso Lula tenha como adversário alguém do clã Bolsonaro, as chances de reeleição crescem, pois Bolsonaro, Michelle (PL) e Eduardo (PL-SP) são os nomes mais rejeitados do clã.

Uma segunda possibilidade seria uma disputa entre Lula e um dos candidatos de oposição não vinculados à família Bolsonaro. Por exemplo, Tarcísio de Freitas, Ratinho Júnior, Romeu Zema (Novo-MG), Ronaldo Caiado (União-GO) e Eduardo Leite (PSD-RS). Nesse hipotético cenário, a disputa seria mais equilibrada, aumentando as chances da oposição.

No terceiro cenário, Lula concorreria com alguém da direita que teria um nome do clã Bolsonaro como vice. Nesse hipotético cenário, como ficaria a disputa? Essa é uma questão cercada de dúvidas. Se, por um lado, um nome da oposição não vinculado à família Bolsonaro na cabeça de chapa ajudaria a direita, a presença de um dos Bolsonaros na chapa poderia afastar eleitores, favorecendo a estratégia lulista de reeditar a polarização com o bolsonarismo.

Senado aprova benefício fiscal para indústria química

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Foto: Divulgação/Mendelics

O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (18) o projeto de lei que cria o Presiq (Programa Especial de Sustentabilidade da Indústria Química) (PL 892/25). O programa cria benefícios fiscais que valerão de 2027 a 2031.

A matéria, aprovada sem modificações em relação ao texto da Câmara, segue para sanção presidencial.

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Na modalidade industrial, as empresas poderão usufruir de créditos para aquisição de determinados insumos, limitados em até 5% do valor de aquisição. Na modalidade investimento, os créditos serão limitados a 3% do valor investido, aplicável às centrais petroquímicas e às indústrias químicas mediante compromisso em ampliação da capacidade instalada.

Para ter acesso ao benefício, a empresa precisa investir em pesquisa e desenvolvimento (P&D) no mínimo 10% do crédito usufruído, ou alternativamente 8% em P&D e 2% em programas socioeducativos. O benefício está limitado a um total de R$ 3 bilhões anuais, sendo R$ 2,5 bilhões por ano para a modalidade Industrial, e R$ 500 milhões por ano para a modalidade Investimento.

⁠CAE adia para próxima semana projeto que sobretaxa bets e fintechs

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Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) pautou, para a próxima semana, a deliberação do projeto que sobretaxa bets e fintechs (PL 5.473/25). A expectativa é que um novo relatório seja apresentado, contendo alguns trechos de emendas que foram apresentadas ao projeto de Reforma do IR (PL 1.087/25). Vale pontuar que a matéria tramita em decisão terminativa, fazendo com que não seja obrigatória a análise pelo plenário do Senado.

A sessão deveria acontecer ontem, mas foi adiada. De acordo com o presidente da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), o projeto será votado na próxima semana.

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Além desta matéria, a comissão pautou ainda outro projeto, que trata da elevação dos valores de enquadramento do MEI (Microempreendedor Individual) para R$ 140 mil e permite a contratação de até dois empregados. Além disso, o texto cria uma faixa intermediária para os MEIs que faturarem entre R$ 81 mil e R$ 140 mil com regras específicas de contribuição, o que amplia as possibilidades de formalização de pequenos empreendedores.

Senado aprova limitação de compensações tributárias

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Imagens de Brasília - Fachada do Congresso Nacional, sede das duas Casas do Poder Legislativo brasileiro, em dia de eleiçao dos membros da Mesa Diretora para o biênio 2021/2022. As cúpulas abrigam os plenários da Câmara dos Deputados (côncava) e do Senado Federal (convexa), enquanto que nas duas torres - as mais altas de Brasília, com 100 metros - funcionam as áreas administrativas e técnicas que dão suporte ao trabalho legislativo diário das duas instituições. Obra do arquiteto Oscar Niemeyer.
Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O Plenário do Senado aprovou o projeto de lei (PL) que trata da limitação das compensações tributárias (PL 458/21). O texto, originalmente, tratava do Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp), mas foi enxertado com trechos da antiga MP 1.303/25 pela Câmara.

O texto também libera espaço orçamentário ao incluir o Pé-de-Meia no cálculo do investimento mínimo em educação, restringe benefícios por incapacidade temporária e busca inibir fraudes na concessão do seguro-defeso.

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Inicialmente, o governo estimou que as medidas liberariam cerca de R$ 25 bilhões em 2025 e 2026. Porém, com a aprovação quase no final do ano, a expectativa para 2025 precisará ser revista. A aprovação da medida pode ajudar o governo a não contingenciar despesas, no relatório bimestral que deve ser divulgado nos próximos dias.

Câmara aprova PL Antifacção com endurecimento de penas para integrantes de organizações criminosas

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Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (18), o projeto antifacção (PL 5.582/25) com endurecimento de penas para integrantes de organizações criminosas, paramilitares ou milícias privadas, sem alterações nas competências da Polícia Federal e na classificação como entidades terroristas.

O texto segue para o Senado Federal.

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Agravamento das penas

Os crimes de “domínio social estruturado”, que abrange condutas de intimidação coletiva e o enfraquecimento da autoridade estatal, é proposta a pena mínima de 20 anos e a máxima de 40 anos, podendo chegar a até 66 anos para os líderes de organizações criminosas. Inicialmente, o texto do governo propôs que a pena mínima fosse de 1 ano e 8 meses. Para aqueles que auxiliam, de alguma forma, o crime organizado, a pena é de reclusão de 12 a 20 anos e multa.

Além disso, o texto não permite que haja anistia, indulto e liberdade condicional aos condenados, como também, veda o auxílio-reclusão. Com relação ao cumprimento da pena, esta deve ocorrer em presídio federal de máxima segurança, com o aumento do tempo necessário para progressão de regime, chegando até 85% da pena.

Distribuição de recursos

O relator, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), alterou o texto para que o produto do crime seja revertido em favor do ente federativo responsável pela investigação. Caberá ao juiz determinar o confisco ampliado de bens, e estes serão direcionados ao Fundo de Segurança Pública do respectivo Estado, quando investigado pelas autoridades locais; e, quando houver participação da Polícia Federal, ao Fundo Nacional de Segurança Pública.

Após críticas do Executivo, o relator também alterou o texto para que o perdimento dos bens seja possível ainda na fase de inquérito policial, nos moldes previstos no projeto inicial, quando não provada a origem lícita dos bens apreendidos.

Além disso, o relator apresenta expressamente no texto que as medidas previstas na lei permitem que Receita Federal, Banco Central e outros órgãos fiscalizadores possam continuar executando suas medidas de perdimento imediato de bens, nos termos estipulados em seus regramentos.

Mudanças processuais

Nos crimes previstos nesta Lei, o inquérito policial será concluído no prazo de 30 dias, se o indiciado estiver preso, e de 90 dias, quando estiver solto, podendo ser prorrogável por igual período. Além disso, os homicídios cometidos por membros de organizações criminosas, grupo paramilitar ou milícia privada serão julgados pelas Varas Criminais Colegiadas.

Aneel prepara versão prévia do edital de leilão de linhas de transmissão em 2026

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Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)
Foto: Reprodução

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu encaminhar ao Tribunal de Contas da União (TCU) a versão prévia do edital do Leilão de Transmissão nº 01/26, previsto para ser realizado em 27 de março na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). A versão prévia do edital estabelece a licitação de dez lotes, com investimento estimado em R$ 5,8 bilhões e a criação de 14.224 empregos diretos.

A Aneel ampliou o escopo do edital em relação ao que foi tratado na Consulta Pública nº 028/25, realizada entre 21 de agosto e 19 de setembro. Em vez dos cinco lotes previstos inicialmente, agora serão dez lotes, que abrangerão a construção e a manutenção de 888 quilômetros em linhas de transmissão e de 4.800 mega-volt-ampères (MVA) em capacidade de transformação.

A rede de transmissão passará por 11 estados: Bahia, Ceará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. As empresas vencedoras do certame terão entre 42 e 60 meses para a conclusão das obras.

Três lotes superam a expectativa de investimento de R$ 1 bilhão: o Lote 03, para a construção de compensações síncronas em quatro subestações no Rio Grande do Sul e no Ceará; o Lote 05, para a construção de 505 quilômetros em linhas de transmissão e de três subestações em Mato Grosso e no Pará; e o Lote 07, para a construção de linhas subterrâneas e uma subestação em São Paulo.

O Lote 03 será repartido em quatro sublotes e será ofertado no leilão na modalidade de competição cruzada. Cada competidor deverá entregar cinco envelopes de lances – um para o valor total do lote e outros quatro referentes a cada sublote. A agência reguladora vai comparar o menor valor total oferecido com o somatório dos menores valores para cada sublote, escolhendo a opção mais econômica.

Um conjunto de linhas leiloadas em 2021 e 2022, com atrasos na construção de parte da concessionária, participa em caráter provisório do edital. As linhas de transmissão e subestações nos Lotes 04 e 05 integraram três contratos de concessão de 2022.

A Aneel analisa a recomendação de caducidade dos contratos. Caso se confirme, o processo passará pela avaliação do Ministério de Minas e Energia, que define a política pública para o setor.

Padronização

A Aneel aprovou a abertura de consulta pública para discutir a alteração do prazo para a padronização do número das unidades consumidoras para 30 de junho de 2026.

Unidade consumidora é o número que identifica o ponto de consumo de energia elétrica junto à distribuidora. Trata-se de todos os imóveis que recebem energia, incluindo residências, comércios e indústrias.

A Resolução Normativa nº 1.095, publicada em junho de 2024, estabeleceu que as distribuidoras de energia deveriam padronizar o número das unidades consumidoras até 31 de dezembro deste ano.

No entanto, a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) solicitou a prorrogação desse prazo para 31 de dezembro de 2026. Já a Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão e Distribuição da Aneel, considerando que a maioria das distribuidoras já iniciou o processo de adequação, recomendou a prorrogação para 30 de junho de 2026.