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Motta: Câmara discutirá nas próximas semanas regulamentação de big techs, devedor contumaz e PL da Dosimetria

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Discussão e votação de propostas legislativas. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB)
Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Em entrevista à GloboNews, nesta terça-feira (18), o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que pretende discutir nas próximas semanas o PL da Dosimetria (PL 2162/2023), o PL da regulamentação das big techs (PL 4.675/25) e o texto que institui o devedor contumaz (PL 125/22).

Além disso, o presidente também citou outros projetos que considera importantes levar ao Plenário até o final deste ano. São eles: a PEC da Segurança Pública (PEC 18/25), o projeto que regulamenta trabalhadores por aplicativo (PLP 12/2024), o PL sobre Inteligência Artificial (PL 2338/23) e o tema do corte linear de benefícios fiscais. Somam-se a essa agenda a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e a LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2026.

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Caso a apreciação desta agenda não se conclua até o final de dezembro, o presidente afirmou que parte da pauta será levada ao plenário no primeiro semestre do ano que vem, já que enxerga o Congresso funcionando normalmente nesse período pré-eleições. Com relação ao tema eleitoral, Motta também defendeu a discussão de mudanças no sistema, incluindo o voto distrital misto.

Análise: Apoio ao governo na Câmara fica estável em outubro

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Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil

De acordo com levantamento da Arko Advice, o apoio do governo na Câmara dos Deputados em outubro permaneceu estável, na comparação com o mês de setembro. O índice ficou em 55,27%, ante 55,25% em setembro. Para o levantamento, foram analisadas 24 votações nominais e abertas em que o governo orientou o voto a favor ou contra. Dessas 24, o governo foi derrotado em cinco.

Entre os itens analisados, um dos mais relevantes foi a MP nº 1.303/25, que tratava da tributação de bets e fintechs. Os deputados aprovaram um requerimento de retirada de pauta da medida provisória, o que acabou resultando na caducidade da MP. Nessa votação, foram 251 votos contra o governo e 193 favoráveis. Para manter o equilíbrio das contas públicas, o governo agora tenta avançar com projeto semelhante apresentado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL). O tema está sob análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) com relatoria do senador Eduardo Braga (MDB-AM).

Por outro lado, o governo conseguiu aprovar, com 493 votos favoráveis e nenhum contrário, o projeto de lei sobre isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais. Por se tratar de matéria extremamente popular, a aprovação, com amplo apoio, já era esperada. Trata-se de uma das principais apostas do presidente Lula (PT) para melhorar seus índices de popularidade.

Outra matéria importante na agenda prioritária do governo aprovada pelos deputados foi a MP nº 1.304/25, sobre o setor elétrico. Entre as preocupações do governo ao editar a medida, estava o orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo setorial que subsidia políticas públicas no setor elétrico, como a Tarifa Social de Energia Elétrica e o programa Luz para Todos.  Com os subsídios para o setor, a CDE se aproxima de R$ 50 bilhões em 2025, impactando a tarifa final.

Entre as cinco legendas mais alinhadas ao governo, aparecem: PT (84,49%); PV (83,69); PCdoB (81,15%); PSB (80,16%); e PDT (74,45%). As que mais votaram contrariamente ao Palácio do Planalto foram: Novo (68,69%); PL (55,68); PRD (36,52%); PSOL (30,12%); e Rede (25%).

Brasil lança iniciativa global de proteção territorial durante a COP30

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Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O Brasil lançou, nesta segunda-feira (17), a primeira iniciativa global dedicada a garantir os direitos territoriais de povos indígenas, afrodescendentes e comunidades tradicionais. Além disso, a proposta estabelece a meta conjunta de proteger 160 milhões de hectares, já com o apoio de 15 países.

Pledge 2.0

Além do anúncio, Alemanha, Noruega, Holanda, Reino Unido e outras 27 filantropias renovaram o Compromisso para Florestas e Posse da Terra (Pledge 2.0). Com isso, confirmaram um novo aporte de US$ 1,8 bilhão, previsto para o período de 2026 a 2030, a fim de fortalecer os direitos fundiários.

De acordo com a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, o Pledge 2.0 reforça e complementa os objetivos do Compromisso Intergovernamental sobre Posse da Terra da Parceria de Líderes para Florestas e Clima.

Milhões de hectares

“Como parte do nosso compromisso, o Brasil anuncia a regularização e proteção de 63 milhões de hectares de terras indígenas e quilombolas até 2030”, declarou Sônia Guajajara.

Nesse contexto, 4 milhões de hectares correspondem a territórios quilombolas, enquanto os outros 59 milhões se referem a dez territórios indígenas em processo de destinação de áreas públicas. Esses territórios, conforme explicou a ministra, serão incorporados ao Plano Integrado de Implementação da PNGATI, que orienta a gestão territorial e ambiental das terras indígenas.

Esforços para ampliar o financiamento

Além dessas ações, os países envolvidos anunciaram esforços para aumentar o financiamento direto, de longo prazo e flexível, garantindo que as comunidades tenham poder de decisão sobre a aplicação dos recursos. Somado a isso, reforçaram o compromisso com o direito de consulta livre, prévia e informada, conforme estabelece a Declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas.

Por fim, Guajajara ressaltou que os novos compromissos avançam na criação das condições necessárias para que o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF) cumpra a meta de destinar ao menos 20% dos pagamentos por serviços florestais aos povos indígenas e comunidades locais.

Reforma do IR: Texto será sancionado na próxima semana, sem vetos

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Brasília (DF), 17/11/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de cerimônia de envio do texto do novo Plano Nacional de Cultura (PNC) ao Congresso Nacional. imposto de renda, vetos
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Arko Advice apurou que a sanção da Reforma do Imposto de Renda (PL 1087/25) deve ocorrer na próxima semana, sem vetos. O prazo para a sanção se encerra na semana que vem, na quinta-feira (27).

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Além disso, a medida provisória (MP) que limita subsídios da CDE (MP 1.304/25) também deve ser sancionada na semana que vem, já que perde a validade na próxima segunda-feira (24). No entanto, o Palácio do Planalto já sinalizou que deve vetar trechos que tratam da indenização a usinas eólicas e solares por cortes na produção determinados pelas autoridades da área. Segundo entidades do setor, esse trecho poderia aumentar em R$ 7 bilhões a conta de luz dos consumidores.

Comissão aprova gratuidade em pedágio, caso já tenha pago nos 20 minutos anteriores no mesmo local

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Rio de Janeiro (RJ) 08/03/2024 - Foto feita em 01/11/2019 - Pedágio na linha amarela administrada pela empresa Lamsa desde 1997.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (12), o projeto que concede ao usuário de rodovia explorada mediante concessão o direito de atravessar gratuitamente a mesma praça de pedágio, caso já tenha efetuado pagamento da tarifa no mesmo local nos 20 minutos anteriores (PL 5.366/2016).

O texto segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).

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A matéria entra em vigor após decorridos 90 dias da publicação oficial. Além disso, na adaptação dos contratos, será fixada uma penalidade correspondente ao descumprimento da obrigação atribuída ao concessionário de rodovia federal.

A relatora, deputado Ana Pimentel (PT-MG), justifica que o objetivo do texto é assegurar tratamento mais justo ao usuário que, por engano de rota ou por necessidade de retorno imediato, precisa refazer o trajeto, evitando dupla cobrança em curto intervalo de tempo.

Senado deve votar projeto de sustentabilidade na indústria química na quarta

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Senado Federal
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O Plenário do Senado pode votar, na quarta-feira (19), o projeto de lei que concede incentivos fiscais para promover a sustentabilidade na indústria química. Além disso, a pauta inclui três matérias relacionadas a acordos internacionais. A sessão deliberativa está prevista para começar às 14h.

Sobre o projeto

O projeto de incentivos fiscais para a indústria química (PL 892/2025), apresentado inicialmente na Câmara dos Deputados, cria o Programa Especial de Sustentabilidade da Indústria Química (Presiq). Além disso, a proposta reúne medidas voltadas ao avanço tecnológico e ambiental do setor.

Segundo o texto, o Presiq busca modernizar e “descarbonizar” a indústria, bem como reduzir a capacidade ociosa instalada, ampliar a competitividade e oferecer incentivos específicos às regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Por fim, o projeto reduz as alíquotas de PIS e Cofins sobre produtos vendidos pelo setor dentro do atual Regime Especial da Indústria Química (Reiq).

Acordos internacionais

O Plenário do Senado também deve analisar, na quarta-feira, três projetos de decreto legislativo (PDLs) que tratam de acordos internacionais firmados pelo Brasil.

Veja os projetos:

  • PDL 334/2021Autoriza o acordo entre Brasil e Cazaquistão para fortalecer a cooperação em investigações e no combate a atividades criminosas. O tratado agiliza o intercâmbio de informações e recebeu parecer favorável do senador Sergio Moro.
  • PDL 309/2024Aprova o acordo entre Brasil e Eslovênia sobre troca e proteção de informações classificadas. O objetivo é garantir segurança, sigilo e procedimentos comuns para prevenir uso ou acesso indevidos. Tem parecer favorável do senador Jaime Bagattoli.
  • PDL 395/2024Ratifica o acordo sobre comércio eletrônico do Mercosul. O documento padroniza regras entre os países, proíbe impostos sobre transmissões eletrônicas, reconhece assinaturas digitais e incentiva a participação de pequenas empresas no ambiente digital. Recebeu parecer favorável do senador Hamilton Mourão.

Análise: Agenda legislativa prioritária na reta final de 2025

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Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil

Daqui a um mês o Congresso Nacional encerra os trabalhos de 2025. Até lá os parlamentares terão pela frente uma pauta importante a ser vencida. O período será crucial para alguns projetos, já que, em 2026, ano de eleição, matérias de maior complexidade terão dificuldade de avanço e precisarão ser concluídas ainda este ano.

É o caso de propostas de cunho fiscal. Algumas necessitam observar o princípio da anualidade tributária e precisam ser aprovadas no exercício atual. Trata-se de assuntos que, se forem deixados para depois, serão evitados pelos congressistas em ano eleitoral. Nesse rol se encontram as medidas que visam permitir ao governo o cumprimento da meta fiscal de 2025 a partir da redução de despesas e do aumento de receitas.

Apenas a parte referente a corte de gastos vem sendo analisada pelo Legislativo. Certas medidas nesse sentido foram incluídas no PL nº 458/21, que, originalmente, visava promover a atualização e a regularização tributária de bens. O texto está no Senado para cumprir a etapa final de tramitação. Outra matéria em tela é o PLP nº 182/25, cuja finalidade é reduzir em 10% o volume de renúncias fiscais decorrentes de incentivos tributários. O projeto ainda está em estágio inicial na Câmara.

No que diz respeito à parte arrecadatória, não está claro como o Executivo pretende encaminhar as propostas, visto que o ambiente no Parlamento não é favorável à ampliação de impostos (vide a derrubada da MP nº 1.303/25). Mesmo assim, o Senado está analisando o PL nº 5.473/25, que reajusta alíquotas da CSLL para fintechs. Em relação à Reforma Tributária, a Câmara vai finalizar a deliberação do PLP nº 108/25, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

As propostas orçamentárias se incluem, obrigatoriamente, entre as que devem ser liquidadas este ano, sob pena de se iniciar 2026 com restrições na execução orçamentária. Pelo calendário definido, a LDO 2026 será votada entre os dias 2 e 3 de dezembro e o Orçamento no dia 17, último dia de trabalho.

Haverá grande esforço por parte do governo para aprovar a Medida Provisória nº 1.313/25, do programa Gás do Povo, nesses 30 dias restantes, visto que a MP perderá validade no retorno das atividades legislativas, no início de fevereiro. A proposta é uma das principais apostas do governo para angariar apoio eleitoral entre a população mais pobre.

Por fim, a pauta da segurança ganhou prioridade no Congresso. Nessa área, a discussão vem sendo feita em torno do projeto sobre organizações criminosas (PL nº 5.582/25), que deve ser aprovado nos próximos dias pelos deputados. E também da PEC nº 18/25, que trata da coordenação e divisão de competências federativas em segurança pública.

Senado aprova projeto que proíbe descontos automáticos de beneficiários do INSS

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Prédio do INSS
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O plenário do Senado aprovou, na última quarta-feira (12), o projeto que trata da proibição de descontos automáticos para beneficiários do INSS de mensalidades de associações, sindicatos, entidades de classe ou organizações de aposentados e pensionistas, mesmo com autorização expressa do beneficiário (PL 1.546/24).

O projeto ainda é uma resposta ao esquema de fraude encontrado no INSS após investigações da CGU e da PF.

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O projeto trata ainda de um outro ponto, sobre os juros de empréstimos consignados. O texto propõe que o Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) não defina mais a taxa máxima de juros do crédito consignado para aposentados e pensionistas, que passará a ser definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Entretanto, um acordo feito em plenário pelos senadores definiu que o artigo que trata dessa alteração de competência será vetado pelo presidente Lula (PT).

Agência faz sessão hoje para debater leilão de área para exploração mineral

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ANM, Agência Nacional de Mineração
Foto: Ricardo Botelho/MME

A Agência Nacional de Mineração (ANM) realiza, hoje (18), audiência pública para debater as regras do edital da 9ª Rodada de Disponibilidade de Áreas Minerárias espalhadas pelo país.

Trata-se de áreas destinadas a oferta pública e a leilões para fins de pesquisa e exploração mineral, cujo certame está previsto para o primeiro semestre de 2026. A sessão começa às 14h30, na sede da agência, em Brasília, e os interessados poderão enviar contribuições por escrito até quarta-feira (19) no portal participamaisbrasil.gov.

“O Brasil conta com áreas de grande potencial minerário. A rodada de disponibilidade de áreas é importante por oferecer oportunidades a grupos interessados”, declarou o diretor da agência, Tasso Mendonça.

A oferta pública contempla áreas integrantes do cadastro da ANM, que reúne mais de 100 mil localidades com potencial minerário. As áreas selecionadas poderão seguir para autorização de pesquisa e eventual lavra. Há expectativa de oferta de áreas com potencialidade para minerais críticos, como níquel, lítio, cobre e terras-raras.

A 9ª Rodada marca a estreia da parceria entre a ANM e a B3, como já ocorre com outras agências reguladoras. A colaboração entre as duas instituições busca reforçar a credibilidade do processo e ampliar as oportunidades de investimento no setor mineral, segundo a agência mineradora.

As contribuições por escrito podem ser encaminhadas na plataforma participa+brasil. Os documentos relacionados à audiência pública podem ser acessados nos links: Nota Técnica; e Minuta do Edital.

Recursos da CFEM

A agência liberou, na quarta-feira passada (12), R$ 547,3 milhões a estados e municípios referentes à cota-parte da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) arrecadada em outubro.

Do total, R$ 109,4 milhões foram encaminhados aos estados e o Distrito Federal, enquanto R$ 437,8 milhões aos municípios. Os estados que mais receberam recursos da CFEM foram Minas Gerais (R$ 47,6 milhões) e Pará (R$ 39,7 milhões).

Cloudflare tem instabilidade e diversos sites ficam fora do ar na manhã desta terça-feira (18)

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Cloudflare, internet, sites
Foto: Reprodução

Nesta terça-feira (18), vários sites apresentaram instabilidade de acesso. A empresa de infraestrutura em nuvem Cloudflare, que fornece serviços de proxy e segurança, confirmou em sua página de status que estava investigando uma falha em seus sistemas, reconhecendo que alguns clientes foram afetados.

Plataformas de monitoramento como o Downdetector registraram um alto volume de notificações de falhas. Apenas nos Estados Unidos, foram mais de 5,6 mil notificações. O Brasil também sentiu o impacto, com o X (antigo Twitter) registrando um pico de mais de mil relatos de instabilidade e a Cloudflare, mais de cinco mil queixas no país.

Diversos sites apresentaram falhas nesta manhã, como o X (antigo Twitter), Canva, ChatGPT, Amazon, Spotify e o próprio site de monitoramento Down Detector.

Cloudflare

Embora a causa exata da instabilidade simultânea não tenha sido oficialmente confirmada, indícios apontam para problemas na Cloudflare. Ao acessar o X e o ChatGPT, alguns usuários relataram terem visualizado mensagens de erro associadas diretamente à empresa de infraestrutura.

A Cloudflare funciona como um intermediário entre sites e usuários, distribuindo conteúdo em servidores globais para acelerar o carregamento e proteger contra ataques. Quando um serviço dessa infraestrutura falha, os sites dependentes podem apresentar lentidão ou ficar inacessíveis. A empresa informou que “houve erros elevados entre múltiplos serviços” e que estava trabalhando para restaurar o tráfego.

Nuvem

O termo “nuvem” refere-se ao serviço que permite a transferência, armazenamento e processamento de dados usando a internet, sem que a empresa precise manter seus próprios supercomputadores.

Grandes empresas terceirizam essa estrutura para companhias como AWS, Azure e Google Cloud, que mantêm equipamentos de alta capacidade e realizam a manutenção constante. Pessoas físicas também usam a nuvem, como ao salvar fotos em serviços como Google Fotos e iCloud, ou ao rodar jogos online diretamente, sem necessidade de instalação local.