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Brasil gera 147 mil empregos formais em agosto, indica Novo Caged

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Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

O Brasil finalizou agosto de 2025 com saldo positivo de 147.358 empregos com carteira assinada, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O resultado superou o saldo de julho (134.251), mas ficou abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado (239.069), apontando um indicativo de desaceleração no ritmo de geração de vagas.

Setores e estados em destaque

Quatro dos cinco grandes setores da economia apresentaram crescimento no mês, com destaque para

  • Serviços (+81.002 vagas),
  • Comércio (+32.612),
  • Indústria (+19.098)
  • e Construção Civil (+17.328).

A agropecuária teve saldo negativo (-2.665).

Entre os estados, São Paulo liderou a geração absoluta de vagas (45.450), seguido por Rio de Janeiro (16.128) e Pernambuco (12.692). Proporcionalmente, Paraíba (1,61%), Rio Grande do Norte (0,98%) e Pernambuco (0,82%) foram os destaques.

Salário médio de admissão

O salário médio real de admissão em agosto foi de R$ 2.295,01, alta de 0,56% em relação a julho. Nos últimos 12 meses, o saldo acumulado de empregos formais foi de 1.438.243, inferior aos 1.804.122 registrados no período anterior.

O crescimento permanece, porém em ritmo mais moderado, influenciado principalmente pelo alto patamar da taxa básica de juros, que impacta a expansão da economia e do mercado de trabalho.

Ministério do Trabalho assume habilitação do seguro-defeso a partir de outubro

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Foto: Reprodução/Agência Brasil

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho (PT), anunciou nesta quinta-feira (25), durante o programa Bom Dia, Ministro, que sua pasta assumirá, a partir de outubro, a responsabilidade pela habilitação do seguro-defeso. Esse benefício é destinado exclusivamente às pessoas que vivem da pesca. Com essa medida, o governo pretende seguir o mesmo modelo já adotado para o seguro-desemprego, também gerido pelo ministério.

“Estamos nos preparando para, a partir de outubro, habilitar os pescadores que têm direito ao seguro defeso”, disse.

Atualmente, o Ministério da Pesca é responsável pelo cadastro dos pescadores. No entanto, esse cadastro abrange tanto os profissionais que dependem da pesca para sua subsistência quanto os que praticam a atividade por lazer, como os pescadores esportivos, ocasionais e de fim de semana.

Pagamento no período de reprodução dos peixes

O governo federal paga um salário mínimo (R$ 1.518) aos pescadores que vivem exclusivamente da pesca durante o período de reprodução dos peixes, quando a pesca fica proibida.

O Ministério do Meio Ambiente determina esse período, que varia conforme a espécie. Com essa medida, o governo preserva os animais em fase reprodutiva e garante o sustento dos trabalhadores afetados pela suspensão da pesca.

Além disso, ao transferir a habilitação para o Ministério do Trabalho, o governo busca centralizar a gestão do benefício, garantir maior controle e aumentar a eficiência do processo.

Irregularidades

Dessa forma, o governo quer melhorar a identificação de possíveis irregularidades que resultem no pagamento do benefício a pessoas sem direito.

“Não se trata, de maneira alguma, de corte de recursos, pelo governo”, garantiu.

Além disso, ele explica que o objetivo é alcançar aqueles que se aproveitam de uma fiscalização momentaneamente frágil para obter um seguro indevido. “Estamos apenas ajustando a situação”, complementou.

Para relator da reforma do IR, disputas no Plenário devem incluir indexação da faixa de isenção e tratamento de debêntures

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23/09/2025 - Presidência Reunião de Líderes. Dep. Arthur Lira (PP - AL) Imposto de renda, IR
Foto: Marina Ramos / Câmara dos Deputados

Na pauta da Câmara de quarta-feira (1º), o projeto que isenta o IR até 5 mil (PL 1.087/25) pode passar por modificações. Sem cravar qual será sua decisão, o relator, deputado Arthur Lira (PP-AL), disse que há pressão para que o projeto faça a indexação da faixa de isenção para manter o valor atualizado.

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Em entrevista ao programa “Me Conta +”, dos canais institucionais da Câmara, Lira disse que a indexação seria “a coisa mais justa”, mas poderia gerar um custo a mais para o governo.

“Os R$ 5 mil de hoje, daqui a três anos, não representarão R$ 5 mil. O custo de você indexar também tem que ser levado em conta. É algo entre R$ 80 e 100 bilhões por ano. Às vezes a vontade não condiz com a realidade”, avaliou.

Debêntures

Entre os pedidos de alteração listados por Lira está a extensão para as debêntures incentivadas do tratamento dado para outros títulos hoje isentos, como LCIs, LCAs, CRIs, CRAs, FIIs e Fiagros. Pelo projeto, esses títulos são incluídos da base de cálculo do imposto mínimo efetivo da alta renda.

Lula sanciona lei que amplia licença-maternidade em caso de internação

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Brasília (DF), 29/09/2025 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa da cerimônia de abertura da 5ª conferência nacional de políticas para as mulheres. licença-maternidade
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O presidente Lula (PT) sancionou nesta segunda-feira (29) a lei que estende a licença-maternidade e o salário-maternidade para mães ou bebês internados por mais de duas semanas após o parto. A assinatura da lei ocorreu na abertura da 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres.

A partir da alta hospitalar, o afastamento poderá ser prorrogado por até 120 dias, descontando-se o tempo de repouso anterior ao parto, caso haja.

Alterações na CLT e Previdência Social

A norma altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a Lei de Benefícios da Previdência Social para regulamentar essa prorrogação do salário-maternidade durante o período da internação e após a alta.

Essa mudança consolida jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), que, em 2022, definiu que o período de licença deve começar a contar da alta hospitalar, quando houver complicações.

Alckmin: “Estamos otimistas com esse encontro entre Lula e Trump”

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Rio de Janeiro (RJ), 16/09/2025 - O vice-presidente da república, Geraldo Alckmin, fala durante reunião informal dos chanceleres do Mercosul e assinatura do Acordo de Livre Comércio Mercosul-EFTA ( Associação Europeia de Livre Comércio), no Palácio do Itamaraty.
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou que o governo brasileiro está otimista em relação ao encontro previsto entre o presidente Lula (PT) e o presidente do Estados Unidos, Donald Trump.

Segundo Alckmin, a conversa entre os dois líderes será transformada em uma relação de ganhos mútuos: “Vamos fazer disso um ‘ganha-ganha’”, declarou em entrevista nesta segunda-feira (29).

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Apesar do otimismo, o ministro disse que ainda não há informações confirmadas sobre a data ou o local da reunião, mas destacou que trata-se de um passo importante para o avanço nas negociações bilaterais.

 

Corte de geração por falta de demanda é risco do investidor, diz ministro

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Brasília (DF), 03/09/2025 - Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, participa do programa A Voz do Brasil. mineral, minerais, mineração
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Para o ministro de Minas e Energia, os cortes de geração de energia (curtailment), decorrentes da falta de demanda devem ser considerados “risco do investidor” e não dão margem para ressarcimento.

Após evento que marcou a renovação do contrato de distribuição da Neoenergia em Pernambuco, na terça-feira (23), o ministro afirmou que vê espaço para discutir compensações em situações nas quais a restrição decorra da ausência de infraestrutura (redes de transmissão) do sistema elétrico para escoar a energia produzida.

“Onde o curtailment existe por falta de estrutura e de planejamento do poder público, há espaço para discutir possibilidade de compensação às empresas. Onde isso ocorre por falta de demanda é o risco do investidor”, afirmou.

Segundo Alexandre Silveira, “não há espaço para a gente, na minha compreensão, discutir e colocar esse peso e onerar mais a conta de luz do consumidor brasileiro”. Disse que o assunto vem sendo discutido e será apresentado de forma transparente para dar estabilidade aos investidores.

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) criou, em março passado, grupo de trabalho para discutir a situação dos cortes de geração (curtailment) ocorridos no país.

No Congresso, parlamentares avaliam apresentar emendas à MP 1.304/25 (que trata da redução dos impactos tarifários para os consumidores de energia elétrica) sobre o tema.

Visão da Aneel

O diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) Gentil Nogueira afirmou que os efeitos dos cortes de geração (curtailment) podem ser tratados com revisão de resolução da agência sobre o tema.

Para ele, a questão pode ser resolvida via regulação, tratando tanto dos cortes de geração de fontes eólica, solar, como de hidrelétricas. O diretor falou durante o evento sobre o papel das hidrelétricas na transição energética, realizado em Brasília na quinta-feira.

Outro diretor, Fernando Mosna, já havia defendido a revisão da norma em reunião da diretoria da agência.

Análise: Mudanças ministeriais e estratégias eleitorais

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Foto: Reprodução/Agência Brasil

Nos próximos dias, o presidente Lula (PT) deve anunciar mudanças ministeriais, contemplando mexidas à esquerda e à direita. Uma delas será a nomeação do deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) para a Secretaria-Geral da Presidência, em substituição ao petista Márcio Marcelo. Cogitada há meses, a troca busca fortalecer o diálogo com os movimentos sociais, base estratégica do governo.

Boulos, que em 2022 foi o deputado mais votado da esquerda (mais de 1 milhão de votos), também teve destacada participação nas eleições municipais de 2024 em São Paulo, quando chegou ao segundo turno e foi derrotado por Ricardo Nunes (MDB). Consolidado como uma das principais lideranças da esquerda, ele pode ampliar núcleos de militância e reforçar o projeto de reeleição de Lula em 2026.

Forçado pela decisão da Federação União Progressista (União Brasil e PP), que proibiu filiados de integrar o governo, o presidente também precisa lidar com a saída dos ministros do Turismo, Celso Sabino (União), e do Esporte, André Fufuca (PP). Sabino já anunciou a saída, marcada para o fim desta semana; Fufuca deve deixar o cargo nos próximos dias. Ambos, porém, ainda articulam em seus respectivos partidos a permanência no posto até abril do próximo ano, já que pretendem disputar o Senado em 2026 e veem no suporte de Lula um trunfo fundamental.

A substituição desses ministros envolve mais que ajustes administrativos: afeta a governabilidade e o xadrez eleitoral. O ideal para o Planalto seria mantê-los, já que as duas pastas, além de estruturas como a Codevasf e a Caixa, controladas por União e PP, garantem votos cruciais no Congresso.

A ampliação da presença de outros partidos de centro/direita que já integram o governo, como MDB, PSD e Republicanos, também é uma possibilidade. Nesse grupo, uma opção seria a indicação do deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) para o Turismo.

A estratégia de Lula é preservar aliados em legendas que tendem a não integrar sua campanha em 2026, a fim de diversificar o leque de apoios. O plano eleitoral combina coligação formal com partidos de esquerda e alianças pontuais com grupos de centro e direita. Para isso, Lula deve bancar algumas candidaturas de outros ministros mais à direita, como Silvio Costa Filho (Republicanos), Simone Tebet (MDB) e Alexandre Silveira (PSD).

Partidos de esquerda, como PDT e PSB, também almejam ocupar esses cargos. Agraciá-los seria uma forma de valorizar esse núcleo ideológico mais alinhado ao governo. Entretanto, isso não resultaria em ampliação da base de apoios ao governo e dificilmente devem  embarcar em outro projeto político.

Com isso, as mudanças ministeriais refletem não apenas ajustes imediatos, mas também a preparação do terreno político e eleitoral para 2026, já que buscam equilibrar apoios da esquerda com a necessidade de manter canais abertos ao centro e à direita.

Fachin assume presidência do STF nesta segunda-feira (29)

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Sessão da Segunda Turma do STF. 06/12/2022 Ministro Edson Fachin durante sessão da Segunda Turma do STF. Local: Sala da Segunda Turma.
Foto: Carlos Moura/SCO/STF

O ministro Edson Fachin toma posse nesta segunda-feira (26), às 16h, como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) para mandato de dois anos. Alexandre de Moraes assume como vice-presidente.

A cerimônia no STF deve contar com presença do presidente Lula (PT), do vice Geraldo Alckmin (PSB), dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP); e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB); além outras autoridades. Fachin dispensou a tradicional festa da posse, optando pela simplicidade.

Mandato

Conhecido por perfil reservado e postura técnica, Fachin assume o comando da Corte num momento decisivo, com julgamentos da tentativa de golpe de Estado e temas sociais relevantes na pauta.

A primeira sessão sob sua presidência, em 1º de outubro, terá o julgamento sobre a “uberização” do trabalho, discutindo o vínculo empregatício de motoristas e entregadores de aplicativos.

Fachin é conhecido por ser mais contido em suas declarações, portanto deve ter um mandato sem muitas declarações para a imprensa e embates com políticos.

Trajetória

Indicado pela ex-presidenta Dilma Rousseff (PT), Fachin é natural de Rondinha (RS) e graduado pela UFPR. No STF desde 2015, foi relator da Operação Lava Jato e de temas como o marco temporal indígena e ADPF das Favelas.

Moraes, vice-presidente, é ex-secretário de Segurança de SP e ex-ministro da Justiça, indicado pelo ex-presidente Michel Temer (MDB) em 2017, com forte atuação no enfrentamento das fake news e coordenação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Governo priorizará IR e regulamentação de big techs fica para depois

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Foto: Reprodução

Está prevista para esta semana a votação do projeto que isenta IR para ganhos de até R$ 5 mil mensais (PL 1.087/25) no plenário da Câmara dos Deputados. O governo se movimenta para garantir a aprovação do texto, enquanto outras pautas prioritárias como a regulamentação das big techs (PL 4.675/25) ficarão para um segundo momento.

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Big techs

O tema está entre as prioridades econômicas do governo Lula para 2025 e ganhou tração com o tarifaço norte-americano contra o Brasil. No entanto, o projeto só chegou ao Congresso Nacional na sexta-feira passada (19) e ainda aguarda despacho da presidência da Câmara. Com o IR aprovado, o texto pode ter andamento na Casa.

O projeto cria dois processos administrativos no âmbito do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Um para designação de plataformas de relevância sistêmica para mercados digitais e outro para determinação de obrigações especiais para as plataformas. As redes serão analisadas caso a caso, com instauração de processo administrativo e aprovação do Tribunal do Conselho.

Caberá ao tribunal do Cade também determinar regras prévias de transparência, obrigações, proibições e penas para as empresas. Também está prevista a Superintendência de Mercados Digitais (SMD), responsável por monitorar mercados digitais, instruir processos de designação de agentes econômicos e determinar obrigações especiais – também a serem analisadas pelo Cade e audiência pública.

Também caberá às plataformas submeter relatórios detalhados sobre o cumprimento das normas definidas pela SMD e caso haja descumprimento, o Cade julgará o fato. Além disso, usuários também poderão encaminhar ao Cade manifestações sobre o descumprimento de obrigações especiais.

São exemplos destas possíveis obrigações: impedimento de que a plataforma favoreça seus próprios produtos e serviços nos resultados das buscas; facilitação da portabilidade de dados para outros serviços; permissão para integração de aplicativos concorrentes; e notificação ao Cade sobre aquisições de startups que possam reduzir a concorrência.

Aeroporto do Galeão deve atrair 30 milhões de passageiros até 2028

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Foto: Daniel Basil/Gov Brasil

O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro – Antonio Carlos Jobim, o Galeão, deve aumentar o número de passageiros dos atuais 18 milhões para 30 milhões em três anos. O ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, fez essa previsão.

Nesta quinta-feira (25), ele anunciou a previsão durante a cerimônia de assinatura do termo de repactuação do contrato de concessão do aeroporto, em uma das salas VIP do terminal. O ajuste visa equilibrar economicamente a operação concedida à iniciativa privada.

“Saímos de pouco menos de 5 milhões de passageiros, em 2023, para mais de 18 milhões neste ano, e a projeção é alcançar 30 milhões nos próximos três anos”, declarou

Ele acrescentou que a reestruturação fortalece o turismo, impulsiona a logística e gera emprego e renda, reafirmando o papel estratégico do Galeão para o Brasil.

Devolução

Em 2022, a pandemia de covid-19 ainda impactava fortemente o setor aéreo e reduzia significativamente o fluxo de passageiros no Galeão. Diante desse cenário, o grupo controlador comunicou ao governo a intenção de devolver a operação do terminal.

Já em 2023, a Changi tomou a iniciativa de procurar o governo para renegociar o contrato de concessão. As negociações avançaram gradualmente ao longo do ano e foram concluídas em 2024. Em junho, o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou os termos finais da repactuação, após uma análise conjunta com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que atuou ativamente na elaboração do novo acordo.

Além disso, durante as negociações, a concessionária apresentou o crescimento no número de passageiros no Galeão como um dos principais argumentos estratégicos para justificar a continuidade da operação.

Acordo

O secretário-executivo do Ministério, Tomé Franca, afirma que o acordo fortalece a segurança jurídica para os investidores. Segundo ele, “trata-se de uma sinalização clara de que o Brasil é um lugar seguro para investir, gerar empregos e impulsionar o desenvolvimento econômico e social”.

Por outro lado, o diretor da Anac, Rui Chagas Mesquita, destaca que a repactuação ofereceu uma saída concreta para a grave crise enfrentada pela concessão ao longo dos últimos anos. Além disso, ele ressalta que o novo acordo buscou uma solução mais vantajosa para o interesse público.

Já o presidente da concessionária Riogaleão, Alexandre Monteiro, enfatiza que a repactuação reflete a necessidade de adequar o contrato aos parâmetros mais modernos de concessão no Brasil. Desse modo, a renegociação contribui para alinhar o modelo contratual às melhores práticas do setor.