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Aprovação de Lula cresce para 44%, mas 51% desaprovam o presidente, aponta o PoderData

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Brasília (DF), 26/09/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante cerimônia de posse do Conselho Federal de Participação Social da Bacia do Rio Doce e Litoral Norte Capixaba (CFPS Rio Doce), e anúncios relacionados à área da saúde no âmbito do Novo Acordo do Rio Doce.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A pesquisa divulgada hoje (1º) pelo PoderData aponta que a maioria dos brasileiros desaprova o governo Lula (PT). Em relação ao levantamento anterior, realizado em julho, a desaprovação oscilou negativamente dois pontos percentuais, enquanto a aprovação teve uma variação positiva de dois pontos.

Apesar das oscilações estarem dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, chama atenção que, nos últimos três meses, observamos uma recuperação da aprovação. Nesse período, a desaprovação caiu cinco pontos percentuais, enquanto a aprovação cresceu cinco pontos (ver tabela abaixo). No entanto, mesmo com a melhora na sua aprovação, Lula permanece com um saldo negativo de 7 pontos – essa diferença era de 11 pontos em julho e de 17 pontos em junho.

Mês Janeiro Junho Julho Setembro
Desaprova 51 56 53 51
Aprova 42 39 42 44

Fonte: PoderData (27 a 29/09)

A melhora na popularidade do presidente Lula (PT) pode ser atribuída ao tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o Brasil; a repercussão positiva do discurso realizado por Lula na Assembleia Geral da ONU, o que levou Trump a falar em “química boa com Lula”, admitindo um possível encontro entre eles; a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no caso da tentativa de golpe; e a melhora na percepção dos brasileiros em relação à inflação de alimentos.

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Segundo o PoderData, a aprovação de Lula é maior entre as mulheres (49%); eleitores mais jovens (56%) e os mais velhos (51%); e os moradores do Nordeste (53%). A desaprovação, por outro lado, prevalece entre os homens (57%); eleitores de meia-idade (56%); moradores do Sul (62%) e do Centro-Oeste (60%) e os que cursaram o ensino superior (58%).

Quanto ao trabalho do presidente Lula, a avaliação negativa (ruim/péssima) segue majoritária, superando a avaliação positiva (ótimo/bom) em 20 pontos percentuais. Nos últimos três meses, a avaliação negativa oscilou um ponto para baixo enquanto a avaliação positiva cresceu três pontos.

Mês Janeiro Junho Julho Setembro
Ruim/Péssimo 40 44 41 43
Regular 33 32 34 32
Ótimo/Bom 24 20 22 23

Fonte: PoderData (27 a 29/09)

Apesar do saldo negativo de popularidade, o PoderData mostra que cresceu o percentual de eleitores que acham o governo Lula melhor que a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em relação a julho, subiu de 33% para 38% os que consideram o governo Lula pior. Nesse período, oscilou negativamente de 40% para 38% aqueles que acham a gestão Bolsonaro melhor.

Novo botão de contestação do pix entra em vigor nesta quarta-feira (1)

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Foto; Bruno Peres/Agência Brasil

Os usuários já podem acessar o novo botão de contestação de transações via Pix a partir desta quarta-feira (1º). Com ele, a devolução de valores em casos de fraude, golpe ou coerção acontece de forma mais ágil. Além disso, essa medida faz parte das atualizações nas regras do Pix publicadas pelo Banco Central (BC) em agosto.

Batizado formalmente de autoatendimento do Mecanismo Especial de Devolução (MED), o botão está disponível diretamente no aplicativo da instituição financeira com a qual o usuário mantém vínculo. Com isso, o processo do MED, lançado em 2021, passa a ser totalmente digital, eliminando a necessidade de contato com a central de atendimento da instituição.

Contestação de fraudes

Segundo o Banco Central, assim que o usuário contesta a transação, o sistema envia imediatamente a informação ao banco do recebedor (possivelmente o golpista). A instituição, então, deve bloquear os valores disponíveis na conta, mesmo que seja apenas parcialmente.

Na sequência, os dois bancos envolvidos têm até sete dias para analisar o caso. Se ambas as partes confirmarem a fraude, o banco devolve o valor diretamente na conta da vítima, em até onze dias após a contestação.

No entanto, o MED, e, por consequência, o botão de contestação, não se aplica a situações como desacordos comerciais, arrependimento de compra, erros no envio do Pix (por exemplo, digitação incorreta da chave). O BC reforça que o recurso é exclusivo para casos de fraude, golpe ou coerção.

Nova mudança

O MED passará por mais uma mudança: a partir de 23 de novembro, os bancos poderão devolver valores usando outras contas, e não apenas aquela em que identificaram a fraude. Inicialmente, essa funcionalidade será opcional, mas o Banco Central tornará essa prática obrigatória em fevereiro do próximo ano.

Com essa atualização, o BC quer facilitar a identificação das contas usadas em fraudes e acelerar a devolução dos recursos. Além disso, o órgão afirma que o compartilhamento dessas informações impedirá que criminosos reutilizem as mesmas contas em novos golpes, reduzindo o incentivo à prática de fraudes.

Em primeira sessão com Fachin presidente, STF discute “uberização”

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Foto: TV Brasil
O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza, nesta quarta-feira (1°), a primeira sessão plenária sob a presidência do Ministro Edson Fachin. Como marco inicial, ele pautou um tema de grande relevância social e econômica: a definição da natureza jurídica da relação de motoristas e entregadores com as plataformas digitais de transporte e entrega.
A matéria chega ao Plenário por meio da Reclamação (RCL) 64018, apresentada pela Rappi, e do Recurso Extraordinário (RE 1446336), da Uber. Ambas as empresas questionam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram vínculo empregatício e determinaram a aplicação da legislação trabalhista aos trabalhadores vinculados às plataformas.
Conhecida como “uberização”, a forma de trabalho mediada por aplicativos vinha sendo analisada até então apenas em decisões das Turmas do STF e em pronunciamentos individuais de ministros. O julgamento no Plenário busca uniformizar o entendimento da Corte sobre o assunto.
O recurso da Uber possui repercussão geral (Tema 1.291), de modo que a tese firmada pelo STF passará a orientar todos os processos semelhantes em andamento no país.

CNPE cria grupo de trabalho para regulamentar energia eólica offshore

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Foto: Reprodução/FGV
O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou, nesta quarta-feira (1º), uma resolução que cria o Grupo de Trabalho Eólica Offshore (GT-EO), com o objetivo de propor medidas necessárias para a regulamentação do setor e efetiva aplicação da Lei das Eólicas Offshore.
O GT será coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), e terá participação de 23 instituições, entre ministérios, agências reguladoras e representantes dos estados. Além disso, representantes do setor produtivo e da sociedade civil poderão ser convidados para reuniões específicas do colegiado.

Decisão final sobre Angra 3 sai ainda esse ano, diz Silveira

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), afirmou, nesta quarta-feira (1), que a decisão final sobre a conclusão das obras de Angra 3 saíra ainda neste ano. Em conversa com a imprensa, após reunião do CNPE, Silveira afirmou que pediu celeridade ao BNDES sobre a atualização dos estudos e que pretende deliberar sobre o tema já na próxima reunião do Conselho.
Diante disso, o ministro expressou o desejo de realizar a próxima reunião ainda neste mês ou no próximo.

Mauro Vieira afirma que encontro de Lula e Trump não deve ocorrer a curto prazo

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Brasília - 01/10/2025 -Reunião da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara para ouvir o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.
Foto: Lula Marques/ Agência Brasil.
Nesta quarta-feira (1º), o ministro das Relações Exteriores, embaixador Mauro Vieira, confirmou a possibilidade de contato presencial ou por telefone do presidente Lula (PT) com o presidente dos EUA, Donald Trump, mas não a curto prazo. Segundo ele, por mais que haja interesse de ambas as partes, não havia possibilidade do encontro ocorrer nesta semana, como previsto, tendo em vista a agenda dos dois presidentes.
“Esse encontro foi tratado por mim com altos assessores do Trump e ficamos de analisar um momento, que pode ser um telefonema, videoconferência ou um encontro em algum momento específico, em que ambos estejam presentes no mesmo evento internacional. Não foi combinado um encontro específico ou uma viagem de Lula aos EUA ou de Trump ao Brasil”, explicou.
O ministro afirmou que o governo segue aberto ao diálogo com os Estados Unidos para que haja uma solução “satisfatória” do tarifaço. No entanto, ele reforçou que as negociações seguirão no sentido de “separar questões comerciais de questões políticas”, de forma a não confrontar a soberania do Brasil. “Esse é o único caminho possível”, apontou.

Trump sinalizou encontro

Na última semana, em discurso na Assembleia Geral da ONU, o presidente norte-americano Donald Trump citou uma “química” com o presidente Lula (PT) e sinalizou um possível encontro entre ambos nesta semana.
Apesar de não haver data e local definidos para a reunião, o ministro avaliou positivamente as interações, como também interpretou que os acontecimentos denotam uma nova disposição norte-americana a negociar, o que agrada o MRE. As falas ocorreram nesta quarta-feira (1º), na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (Creden).

Lula debate pautas prioritárias do governo com Motta e Alcolumbre

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

Nesta terça-feira (30), em Brasília, o presidente Lula (PT) almoçou com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Durante o encontro, eles debateram as pautas prioritárias do governo para o Congresso Nacional até o fim deste ano, conforme afirmou a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT). O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), também participou do encontro.

“Queríamos debater projetos importantes, não apenas para o governo, mas para a população brasileira. Um deles é o Imposto de Renda, que vai amanhã para o plenário da Câmara e isenta quem ganha até R$ 5 mil reais”, destacou a ministra.

Isenção do imposto de renda

O deputado Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara, relatou o projeto que isenta do Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil. Além disso, ele propõe reduzir parcialmente o imposto para quem recebe entre R$ 5 mil e R$ 7.350. Para compensar essa perda de arrecadação, o governo federal sugeriu uma alíquota extra progressiva de até 10% para quem ganha acima de R$ 600 mil por ano, ou R$ 50 mil por mês.

Adicionalmente, a alíquota extra máxima de 10% incidirá sobre quem recebe a partir de R$ 1,2 milhão por ano, ou R$ 100 mil por mês. A proposta também mantém a tributação de 10% sobre dividendos enviados ao exterior, conforme destacou Arthur Lira em seu relatório.

Medida Provisória 1303/25

Gleisi Hoffmann destacou que a comissão especial deve votar a MP 1303/25 na manhã de quinta-feira (2), conforme confirmou Hugo Motta durante o almoço. Ela explicou que o texto traz medidas de despesa, como a alteração da LDB para que o programa Pé-de-Meia passe a ser contabilizado como gasto do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Além disso, Gleisi explicou que a MP 1303 promove a tributação de setores com alta renda no Brasil. Segundo ela, o texto aumenta, ainda que de forma moderada, a carga tributária sobre as apostas eletrônicas (bets), fintechs, bancos e aplicações em letras de crédito imobiliário e do agronegócio.

“Essa medida também gera um recurso importante para o orçamento do ano que vem”, acrescentou.

CNPE autoriza leilão em campos de Mero, Atapu e Tupi

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Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) autorizou, nesta quarta-feira (1º), o leilão para venda antecipada, decorrentes dos Acordos de Individualização da Produção (AIPs), das Jazidas Compartilhadas de Mero, Atapu e Tupi. Com o leilão, a expectativa é que se gere uma arrecadação de R$ 14,8 bilhões neste ano para o governo.
A medida constava no “pacotão do petróleo”, aprovado pelo Congresso neste ano, visando a geração de receitas para fechar as contas públicas em 2025 e 2026.
O certame permitirá a transferência dos direitos e obrigações da União para investidores privados, com base nas condições previamente firmadas com os consórcios operadores dessas jazidas. A medida define os parâmetros técnicos e econômicos e o preço mínimo que a PPSA deve observar no leilão.

Projeto da Política Nacional de Economia Circular deve avançar em outubro antes da COP30

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Congresso Nacional
Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil
O projeto que instituiu a Política Nacional de Economia Circular (PL 1.874/2022) deve ter andamento nas últimas semanas de outubro. Segundo apuração da Arko Advice, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), indicou a aliados a intenção de votar um pacote de medidas sustentáveis antes do início da COP30, previsto para 10 de novembro. Nesse conjunto, está previsto o texto da economia circular.
A tendência é que o tema tenha andamento agora que o governo pediu o desapensamento da matéria do conjunto de proposições que tratava de assuntos mais diversos, como de proteção a acionistas minoritários. Esse texto desapensado está em um estágio de tramitação mais avançado e dependeria apenas da aprovação do plenário da Câmara, permitindo um andamento mais célere do assunto.

Sobre o texto

A matéria estimula o desenvolvimento tecnológico e a inovação por meio de incentivos a serem definidos pelo Comitê Gestor do Programa de Inovação para Competitividade. Assim, haverá incentivos para programas de pesquisa científica cooperativa entre universidades, centros de pesquisas e o setor produtivo, que promovam a transição para a economia circular.
Além disso, o projeto institui o Fórum Nacional de Economia Circular com o objetivo de elaborar planos de ação e de conscientizar e mobilizar a sociedade para a discussão das ações necessárias para a promoção da economia circular e da transição justa. O órgão será integrado por representantes dos setores público e empresarial e da sociedade civil.

Governo dos EUA entra em paralisação parcial por falta de acordo orçamentário

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Foto: Wikimedia Commons

A administração federal dos Estados Unidos entrou em paralisação parcial à meia-noite (hora local) desta quarta-feira (1º), após republicanos e democratas não conseguirem aprovar o orçamento federal.

O Senado rejeitou propostas dos dois partidos para estender o financiamento temporariamente e evitar o bloqueio, que ocorre pela primeira vez em sete anos.

Impactos da paralisação

Estima-se que cerca de 750 mil funcionários públicos serão afastados, afetando serviços não essenciais, como manutenção de parques nacionais, que se aproximam de alta temporada turística no outono.

Setores essenciais como forças armadas, segurança e aeroportos continuarão operando, embora os salários desses funcionários sejam suspensos até que o orçamento seja aprovado. Benefícios sociais e viagens aéreas também podem ser impactados.

O impasse tem relação com divergências sobre cortes em programas de saúde pública, com democratas exigindo reposição de fundos para o Medicaid e outras assistências, itens incluídos no pacote do governo Donald Trump que promoveu cortes fiscais e redução de despesas.

Analistas da seguradora Nationwide alertam que cada semana de paralisação pode diminuir o crescimento econômico anual dos EUA em 0,2 ponto percentual.

Contas públicas registram déficit em agosto, mas mostram melhora sobre 2024

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Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O Banco Central (BC) divulgou nesta terça-feira (30) os dados das Estatísticas Fiscais. De acordo com o levantamento, as contas públicas fecharam o mês de agosto no vermelho, registrando déficit em todas as esferas de governo. No período, o setor público consolidado, que engloba a União, os estados, os municípios e as empresas estatais, acumulou um déficit primário de R$ 17,255 bilhões.

Apesar do resultado negativo, houve uma melhora em relação a agosto de 2024, quando o déficit chegou a R$ 21,425 bilhões. Essa redução ocorreu porque, na comparação interanual, as receitas cresceram em um ritmo mais acelerado do que as despesas.

Vale lembrar que o déficit primário corresponde ao resultado negativo das contas do setor público, ou seja, ocorre quando as despesas superam as receitas, sem levar em conta os pagamentos de juros da dívida pública.

Resultados negativos

Até agosto de 2025, o setor público consolidado acumulou um déficit primário de R$ 61,792 bilhões. Em comparação com o mesmo período de 2024, o resultado mostra uma melhora, já que o déficit nos oito primeiros meses do ano passado havia alcançado R$ 86,222 bilhões.

No recorte de 12 meses encerrados em agosto, as contas públicas registraram um resultado negativo de R$ 23,123 bilhões, equivalente a 0,19% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

Para efeito de comparação, em 2024, o setor público fechou o ano com um déficit primário de R$ 47,553 bilhões, o que correspondia a 0,4% do PIB.

Déficit público avança em agosto

Em agosto deste ano, o Governo Central registrou um déficit primário de R$ 15,934 bilhões, resultado inferior ao déficit de R$ 22,329 bilhões observado no mesmo mês de 2024. Esse valor difere do dado divulgado pelo Tesouro Nacional na segunda-feira (29), que apontou um déficit de R$ 15,6 bilhões, porque o BC adota uma metodologia distinta, que considera a variação da dívida dos entes públicos.

Além disso, os governos regionais, estados e municípios, também contribuíram para o aumento do déficit das contas públicas. Em agosto, esses entes registraram um déficit de R$ 1,314 bilhão, revertendo o superávit de R$ 435 milhões obtido no mesmo período do ano anterior.

Da mesma forma, as empresas estatais federais, estaduais e municipais (exceto Petrobras e Eletrobras) encerraram agosto com um déficit de R$ 6 milhões. Em contraste, no mesmo mês de 2024, essas empresas haviam registrado um superávit de R$ 469 milhões.