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Governo amplia prazo para certificação de georreferenciamento em imóveis rurais

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Foto: Arquivo / Agência Brasil

Nesta terça-feira (21), o governo publicou em edição extra do DOU um decreto que estende o prazo para a exigência de certificação de georreferenciamento em imóveis rurais transferidos.

O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin (PSB), assinou o decreto, que amplia o limite por mais quatro anos, ou seja, até outubro de 2029.

“Isso dá um prazo mais longo para que todos possam se adequar à lei e promover o georreferenciamento”, disse Alckmin.

Georreferenciamento

O georreferenciamento consiste em mapear tecnicamente um imóvel rural para definir sua localização, seus limites e sua dimensão com base em coordenadas geográficas. Para isso, os profissionais utilizam diferentes métodos de levantamento topográfico, como:

  • GPS de alta precisão
  • Drones
  • Imagens de satélite

Esse procedimento, exigido por lei, assegura a exatidão dos limites de cada propriedade e evita sobreposições com terrenos vizinhos.

Além disso, o georreferenciamento é obrigatório em transações como venda e doação, na obtenção de crédito rural e também para registro e regularização fundiária.

Ampliação do prazo

O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) propôs a extensão do prazo de adequação devido às dificuldades relatadas por proprietários de imóveis rurais, especialmente os pequenos.

Segundo os relatos, muitos enfrentam obstáculos para cumprir a exigência, principalmente por causa dos altos custos e da complexidade técnica do processo de certificação.

CCJ do Senado aprova projeto que obriga companhias aéreas a oferecer bagagem gratuita de até 10 kg

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São Paulo (SP), 05/03/2025 - Movimentação de passageiros no Aeroporto de Congonhas, em Campo Belo, zona sul da capital. bagagem de mão, viagem, turismo
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (22), um projeto que obriga as companhias aéreas a oferecer uma franquia mínima gratuita de 10 quilos de bagagem de mão por passageiro (PL 120/2020).

A matéria foi aprovada em decisão terminativa na CCJ, mas carece ainda de uma segunda votação em turno suplementar.

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A proposta não constava na pauta da comissão desta quarta, e foi adicionada como item extrapauta. O projeto define ainda que deve ser considerado bagagem de mão aquela transportada no compartimento superior de bagagem da cabine, sob a responsabilidade do passageiro, com dimensões máximas definidas em: 55 centímetros de altura; 35 centímetros de largura; 25 centímetros de comprimento.

Além disso, em casos de superlotação do compartimento superior de bagagem da cabine, o transportador fornecerá ao passageiro a opção de despachar a sua bagagem no compartimento principal da aeronave de forma gratuita.

Comissão do Senado aprova projeto que eleva limite do MEI para R$ 140 mil

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Teletrabalho, home office ou trabalho remoto. computador, cibersegurança, online, MEI
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nesta quarta-feira (22), a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou o projeto que eleva de R$ 81 mil para R$ 140 mil o limite de faturamento anual do MEI (PLP 60/25).

Agora, o texto segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

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A matéria também cria uma faixa intermediária de contribuição para MEIs com receita entre R$ 81 mil e R$ 140 mil, que equivalerá a 8% do salário mínimo mensal. Por fim, o projeto permite que a empresa mantenha contrato com até 2 empregados, ampliando o limite atual de 1 empregado.

PLDO 2026 fica para novembro e depende de medidas do governo

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25/04/2023 - Comissão Mista Orçamento (CMO)
Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Com a frustração das receitas previstas na MP 1.303/25, o governo vem tentando articular que novas medidas arrecadatórios sejam aprovadas. Diante disso, a perspectiva é que a votação do PLDO 2026 na Comissão Mista de Orçamento (CMO) fique para novembro.

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Esse não é o primeiro adiamento da votação. Inicialmente, a ideia era que a votação ocorresse em setembro e, depois, em outubro. Com a derrubada da MP 1.303/25, o governo pediu mais tempo para fixar as perspectivas de receitas e despesas, já que deixou de contar com cerca de R$ 35 bilhões em receitas obtidas com a tributação de títulos isentos, bets e fintechs.

Assim, até o final da semana, o governo pretende mandar duas propostas que compensem essa perda de receita, para começar a dar andamento a essas matérias na próxima semana. A ideia é que o orçamento não seja votado até que esses valores estejam garantidos.

Governo anuncia novos mercados para a exportação de produtos agropecuários

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Foto: Vosmar Rosa/MPOR

Nesta terça-feira (21), o Governo do Brasil anunciou a abertura de novos mercados para a exportação de produtos agropecuários, fortalecendo a posição do país no comércio global.

Entre as conquistas, destacam-se:

  • A exportação de castanha-do-Brasil para o Japão;
  • O envio de ovos processados para Singapura;
  • A exportação de heparina purificada suína para a Coreia do Sul;
  • O comércio de carne de patos, outras aves e carne de coelho para o Egito;
  • E a exportação de derivados de ossos bovinos, chifres e cascos para uso industrial à Índia.

Com esses anúncios, o agronegócio brasileiro alcança a marca de 460 novas oportunidades de mercado desde o início de 2023. Além disso, esses resultados fortalecem a estratégia de diversificar destinos e produtos, incluindo itens de maior valor agregado.

Essa conquista decorre do trabalho conjunto dos Ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa) e das Relações Exteriores (MRE).

Japão, Singapura e Coreia do Sul

Entre janeiro e setembro deste ano, as aberturas de mercado para o continente asiático já representam 37% do total acumulado em 2025, evidenciando a crescente relevância da região para as exportações brasileiras.

Por exemplo, o Japão, com uma população de aproximadamente 124 milhões de habitantes, importou mais de US$ 3 bilhões em produtos agropecuários brasileiros em 2024.

Além disso, em Singapura, país com mais de 6 milhões de habitantes que depende da importação de mais de 90% dos seus alimentos, as autoridades sanitárias autorizaram a exportação de ovos processados do Brasil.

Da mesma forma, a Coreia do Sul, que conta com mais de 51 milhões de habitantes e importou quase US$ 3 bilhões em produtos agropecuários brasileiros no último ano, destaca-se:

  • soja;
  • complexo sucroalcooleiro;
  • cereais;
  • farinhas e preparações.

Índia

O Brasil firmou acordo com a Índia para exportar derivados de ossos bovinos, chifres e cascos. Essa iniciativa fortalece a economia circular e agrega valor ao complexo pecuário brasileiro, pois esses subprodutos possuem múltiplos usos industriais, incluindo matéria-prima para gelatina e insumos para a indústria têxtil.

Egito

O Egito, parceiro estratégico do Brasil em proteínas animais, autorizou a exportação de carne de patos, outras aves e carne de coelho. Além disso, o país vem aumentando suas compras de aves brasileiras, motivado pelo reconhecimento da certificação halal e pela previsibilidade do abastecimento.

Análise: A estratégia por trás da indicação ao Supremo Tribunal Federal

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STF, Supremo Tribunal Federal
Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

Com a saída do ministro Luís Roberto Barroso do Supremo Tribunal Federal (STF), caberá ao presidente Lula (PT) indicar um nome para ocupar a cadeira deixada vaga na Corte. Na linha da sucessão, a tendência é que o atual Advogado-Geral da União do Brasil, Jorge Messias, ou o ex-presidente do Congresso Nacional Rodrigo Pacheco (PSD-MG), assumam o cargo.

Messias é ligado ao PT e próximo do presidente Lula desde a montagem do governo. Nome de confiança, atuou como coordenador jurídico e na redação de decretos de reestruturação da Esplanada durante a transição. Além disso, foi subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência durante o governo de Dilma Rousseff. Sua indicação seria uma sinalização de Lula à bancada evangélica, tendo em vista que Messias é integrante da Igreja Batista.

Pacheco também é aliado político de Lula e tem o apoio do presidente para se candidatar ao governo de Minas Gerais em 2026, segundo maior colégio eleitoral do país e um terreno estratégico para Lula nas próximas eleições. Além disso, a indicação do senador conta com o apoio do atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e dos ministros do STF Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes.

Messias possibilitaria uma aproximação entre os Poderes Executivo e Judiciário. Pacheco, por outro lado, teria um papel conciliador importante entre os Três Poderes, principalmente tendo em vista o acirramento dos embates entre a Corte e o Legislativo. Vale lembrar que o nome indicado precisa ser sabatinado e aprovado pelo Senado Federal. Nesse cenário, Pacheco tende a ser mais bem recebido pelos parlamentares de oposição do que Messias. Isso porque, ao colocar as eleições de 2026 em perspectiva, é possível que a oposição se movimente contra um nome que possa favorecer Lula, caso ele seja reeleito, ou que defenda os ideais do petista em uma nova gestão.

Contando desde o seu primeiro governo, Lula estará fazendo a sua décima indicação para a Corte. Quatro ministros indicados por ele ainda estão na Corte: Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Dias Toffoli. Com a nova indicação, serão cinco nomes da confiança de Lula no Tribunal, quase a maioria necessária para a definição dos julgamentos no STF. Esse quadro pode beneficiar o petista e seus aliados no futuro, caso haja processos judiciais contra eles.

Outros nomes no radar do presidente são:  Bruno Dantas, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU); Wellington César Lima, advogado-geral da Petrobras; Maria Elizabeth Rocha, atual presidente do Superior Tribunal Militar (STM); e Vinicius Marques de Carvalho, ministro da Controladoria-Geral da União (CGU). A perspectiva é que o presidente Lula oficialize a indicação nas próximas semanas.

Canal de acesso do porto de Paranaguá vai a leilão, previsto para quarta-feira

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Porto de Paranaguá
Foto: Ivan Bueno/ANPr

Está prevista para esta quarta-feira (22), às 16h44, a licitação do primeiro canal de acesso de um porto público no Brasil. O governo vai leiloar o acesso à área do cais do porto de Paranaguá (PR) na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). Trata-se de um projeto que prevê R$ 1,2 bilhão de investimentos e tem prazo de 25 anos, com possibilidade de prorrogação até 70 anos.

A licitação despertou interesse. Na quinta-feira passada (16), quatro grupos (um nacional e três estrangeiros) manifestaram-se no dia de entrega das propostas na B3: a brasileira DTA Engenharia, a belga Jan de Nul e as chinesas CHEC Dredging e China Communications Construction Company (CCC).

A principal obra do contrato é o aprofundamento do canal, que passará do nível de 13 metros para 15,5 metros, a fim de permitir a passagem de embarcações maiores. A ampliação da profundidade só deve ficar pronta no quinto ano do contrato, mas o futuro concessionário deverá manter o canal navegável sem interrupções.

O projeto é dos mais aguardados pelo setor portuário, por ser pioneiro. E deverá servir de referência para outros casos em estudo, como os portos de Santos (SP), Itajaí (SC) e Rio Grande (RS).

O processo envolvendo o porto de Itajaí já foi enviado ao Tribunal de Contas da União (TCU) e é o mais avançado, com previsão de licitação no primeiro semestre do ano que vem. A concessão do canal em Santos deverá ser submetida a uma audiência pública no próximo mês.

Garantir previsibilidade

Durante o Summit Antaq, evento do setor portuário realizado em Brasília na quinta-feira passada (16), o secretário-executivo do Ministério de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, destacou a atuação da pasta para aprimorar o marco regulatório e ampliar as parcerias institucionais.

O objetivo dessa estratégia, disse Tomé Franca ao abrir os trabalhos, “é garantir previsibilidade, segurança jurídica e estabilidade normativa, pilares essenciais para a expansão sustentável da infraestrutura portuária nacional”.

Na ocasião, o secretário nacional de Portos, Alex Ávila, citou como fundamental a articulação entre diversos atores para que a logística avance. Ele também abordou os projetos previstos na carteira de concessão do ministério para este ano e o próximo.

“Tínhamos uma carteira de 60 projetos. Com os leilões que vamos realizar [a partir desta quarta-feira, dia 22], teremos ultrapassado 50% do que nos comprometemos a fazer. A prioridade do governo é que, por meio dos leilões, possamos ampliar cada vez mais a infraestrutura logística do país, atrair novos investimentos e reforçar a capacidade dos portos brasileiros de sustentar o crescimento econômico e o aumento das exportações”, afirmou Alex Ávila.

Os participantes do Summit, promovido pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e o Grupo Tribuna, debateram temas como o arranjo estrutural do setor portuário e marítimo no Brasil, a regulamentação portuária, os transportes aquaviários, as concessões e as hidrovias.

STF condena sete réus do Núcleo 4 da tentativa de golpe de Estado

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Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal - STF
Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) fixou, nesta terça-feira (21), as penas dos sete réus do Núcleo 4 da trama golpista ligada ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Por 4 votos a 1, os ministros acompanharam a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), reconhecendo que o grupo atuou na disseminação de desinformação e na articulação de ataques virtuais contra o sistema eleitoral, as instituições e autoridades públicas, com o objetivo de desestabilizar o Estado Democrático de Direito.​

Penas e crimes

Os sete condenados receberam penas que variam entre 7 anos e 17 anos de prisão, em regime fechado ou semiaberto. A maior pena foi aplicada ao major da reserva Ângelo Martins Denicoli, condenado a 17 anos de prisão.

Também foram condenados o coronel Reginaldo Vieira de Abreu, o policial federal Marcelo Araújo Bormevet, o subtenente Giancarlo Gomes Rodrigues, o major Ailton Gonçalves Moraes Barros, o tenente-coronel Guilherme Marques de Almeida e o ex-presidente do Instituto Voto Legal, Carlos Cesar Moretzsohn Rocha — este último recebeu pena de 7 anos e seis meses em regime semiaberto.

Todos foram condenados por crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e deterioração de patrimônio tombado.

Carlos Moretzsohn foi o único condenado somente por dois crimes, por isso teve a menor pena: tentativa de golpe e participação em organização criminosa.​

Além das penas de prisão, os réus foram condenados a pagar R$ 30 milhões pelos danos provocados durante os atos de vandalismo de 8 de janeiro de 2023, valor que será dividido entre todos os envolvidos já condenados na trama. Eles também ficam inelegíveis por oito anos após o cumprimento da pena. As defesas poderão recorrer.

Julgamentos

Até o momento, o STF já contabiliza 15 condenações no conjunto de ações que investigam a tentativa de golpe de Estado, sendo oito do primeiro núcleo, liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e sete do segundo núcleo, condenado agora. O Núcleo 3 será julgado em 11 de novembro, seguido pelo Núcleo 2, em 9 de dezembro.

O Núcleo 5, que inclui apenas o blogueiro Paulo Figueiredo, ainda não tem data definida. Ele mora nos Estados Unidos e não apresentou defesa. É ele quem hoje também diz estar atuando com o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para trazer sanções ao Brasil.

Governo quer votar projeto que reduz benefícios tributários na próxima semana

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Brasília - 22.05.2023 - Foto da Fachada do Palácio do Planalto em Brasília. governo federal
Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil

Na próxima semana, a Câmara dos Deputados pode apreciar o projeto que trata da redução linear de benefícios federais (PLP 128/2025). O projeto a ser votado é de autoria do deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE). A ele deve ser apensado o texto do governo sobre o tema (PLP 182/2025), enviado ao Congresso em agosto.

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Segundo o líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), há disposição do governo e do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), em encarar o tema. O projeto já tem requerimento de urgência aprovado, o que deve permitir a votação diretamente no Plenário.

Além dessa medida, o líder reforçou que o governo está se articulando para compensar a frustração de receitas previstas na MP 1.303/25 por meio de três caminhos: um projeto sobre compensação de PIS/COFINS que geraria cerca de R$ 10 bilhões; outros R$ 15 bilhões de um projeto que tributaria bancos, fintechs e bets; e os outros R$ 10 bilhões viriam por meio de decreto.

Alcolumbre declara a Lula preferência por Pacheco no STF

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Davi Alcolumbre, Rodrigo Pacheco
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), se reuniu e pediu ao presidente Lula (PT) que considere a preferência dele pelo nome do Rodrigo Pacheco (PSD-MG) ao STF. A reunião ocorreu ontem (20) e foi confirmada pelo líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), nesta terça-feira (21).

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No entanto, o líder avalia que Lula está com a “convicção firmada” no nome do atual Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para a vaga na Corte. A perspectiva da oficialização da indicação, segundo o senador, é que ocorra após o presidente retornar da viagem à Ásia, prevista para ocorrer na próxima semana.

Lula ainda pretende conversar com Pacheco antes do anúncio.