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Governo deve insistir em medidas, mas separando debate tributário do corte de despesas

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Brasília (DF) 11/04/2024 Senador, Randolfe Rodrigues, durante coletiva no Senado. licenciamento ambiental
Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

O governo pediu um novo adiamento da votação da LDO, antes prevista para esta semana, para que o Ministério da Fazenda possa apresentar as alternativas à MP que tributava títulos isentos (MP 1.303/25). Segundo o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), as opções devem ser apresentadas ainda nesta semana.

Ele ainda antecipou que o governo deve insistir em medidas enviadas anteriormente na MP, mas vai fatiar o debate, tratando em projetos separados as medidas de corte de gastos e as medidas tributárias.

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“Estamos partindo da mesma linha do que foi rejeitado pelo Congresso. Queremos travar um debate mais específico sobre bets e milionários. O Congresso e a sociedade vão nos dizer se querem ou não querem tributar as bets“, declarou. Ele ainda disse que o governo, além de insistir na majoração do imposto sobre as apostas online, discute a proibição de categorias de bets “mais danosas à saúde”.

Ainda não foi definido se o governo enviará novos projetos ou se tentará inserir as medidas em textos já em tramitação.

Brasil oficializa adesão à Convenção da OCDE para combater evasão fiscal

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OCDE, OECD
Foto: Divulgação/OCDE

O governo brasileiro oficializou, nesta segunda-feira (20), em Paris, a adesão ao Instrumento Multilateral da OCDE (MLI), que trata da aplicação de medidas relativas a tratados tributários que combatem à evasão fiscal e a transferência de lucros.

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O MLI não é um tratado único, mas um instrumento que complementa e altera a aplicação de diversos tratados fiscais bilaterais simultaneamente. Ele permite que países signatários possam aplicar as medidas contra a erosão da base tributária sem precisar negociar cada tratado individualmente.

Quando ratificado pelo Congresso Nacional, o MLI contribuirá para a atualização de 26 casos de dupla tributação dos quais o Brasil é signatário. O objetivo é garantir que os acordos eliminem a dupla tributação, sem criar brechas para não tributação ou para tributação reduzida.

Visando exportação, Lula participará de fóruns com empresários na Indonésia e Malásia

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Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado do Vice-Presidente da República e Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, durante partida para Bogotá. Base Aérea de Brasília – Brasília (DF) Malásia, Indonésia
Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Lula (PT) parte, nesta terça-feira (21), para viagem oficial à Indonésia e Malásia, visando abrir portas para o comércio de produtos brasileiros em meio ao tarifaço dos EUA. Na Indonésia, além de recepção pelo presidente do país asiático, Prabowo Subianto, com quem ele terá reunião fechada, Lula também terá encontro, na quinta-feira (23), com empresários e deve participar do Fórum Empresarial Brasil-Indonésia.

No dia seguinte (24), o presidente brasileiro toma café da manhã com um grupo mais selecionado de empresários.

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Segundo o Itamaraty, a visita à Indonésia servirá como oportunidade para levar as demandas do setor de exportação de carnes brasileiras, visando a ampliação de mercados. A Indonésia, a principal economia da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) e a quarta nação mais populosa do mundo, é visto como um parceiro estratégico do Brasil desde 2008.

Já na Malásia, no sábado (26), há a perspectiva do presidente participar da Cúpula Empresarial da ASEAN, onde terá encontro com empresários selecionados. Deve ser discutida a colaboração em setores como energia, semicondutores, ciência, tecnologia e inovação.

Encontro com Trump

Apesar de não haver confirmação, Lula e Trump podem aproveitar a cúpula da ASEAN para ter um encontro presencial e tratar sobre as tarifas. Segundo o Itamaraty, se houver interesse do governo dos EUA, há espaço na agenda de Lula.

Programa Reforma Casa Brasil é lançado com R$ 40 bi para financiamento de reformas

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Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O presidente Lula (PT) lançou nesta segunda-feira (20) o Programa Reforma Casa Brasil, que disponibiliza um total de R$ 40 bilhões em crédito para reformas, ampliações e adequações residenciais em todo o país.

O programa é destinado a famílias que já possuem imóveis, mas enfrentam problemas estruturais como telhados danificados, pisos comprometidos e instalações precárias. O evento de lançamento foi realizado no Palácio do Planalto.​

Como funciona

Desenvolvido pelos ministérios das Cidades e da Fazenda, em parceria com a Caixa Econômica Federal, o programa contará com R$ 30 bilhões do Fundo Social para famílias com renda de até R$ 9,6 mil, e R$ 10 bilhões do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) para rendas superiores a esse limite.

O financiamento terá prazo de até 60 meses para pagamento, sendo que as parcelas não poderão ultrapassar 25% da renda familiar.

Famílias poderão solicitar crédito a partir de R$ 5 mil até R$ 30 mil, conforme faixa de renda, com juros que variam entre 1,17% e 1,95% ao mês.​

Inclusão social

De acordo com o governo, o programa Reforma Casa Brasil visa garantir uma moradia digna, estimular a economia local, gerar empregos nas cadeias de construção e valorizar o patrimônio das famílias.

A iniciativa também está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, promovendo inclusão social e urbana e ampliando o acesso à educação e qualidade de vida para os beneficiários.​

Relator da PEC da Segurança Pública quer ampliar competência da Receita contra crime organizado

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07/10/2025 - Comissão Especial sobre Competências Federativas em Segurança Pública (PEC 018/25) Audiência Pública - Sistema Penitenciário e atuação de organizações criminosas em presídios. Dep. Mendonça Filho (UNIÃO - PE)
Foto: Renato Araújo / Câmara dos Deputados

Nesta segunda-feira (20), o relator da PEC da Segurança Pública (PEC 18/25), deputado Mendonça Filho (União-PE), afirmou que pretende reforçar o papel da Receita Federal (RFB) no combate ao crime organizado. Ele pretende transformar a RFB em um órgão subsidiário de competência na área da segurança, principalmente para atuar contra facções de crimes financeiros.

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Além disso, em entrevista à GloboNews, o relator permaneceu defendendo a descentralização do combate ao crime organizado. “A gente não pode centralizar toda prática de combate ao crime no Brasil a partir de Brasília, isso é impraticável e impossível”, destacou. Segundo ele, a ideia é que os municípios tenham uma atuação mais restrita, enquanto estados e governo federal tenham uma atuação mais relevante no combate.

Relator da MP nº 1.304, sobre o setor elétrico, alerta para risco de colapso

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Brasília (DF), 12/12/2024 - O senador Eduardo Braga durante sessão do Senado Federal deliberativa extraordinária.
Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Ao discursar na primeira audiência pública no Congresso Nacional sobre o excesso de energia no país, na quarta-feira passada (15), o relator da MP nº 1.304, senador Eduardo Braga (MDB-AM), deu um aviso: “Estamos à beira de um colapso.” Ele disse que o texto vai priorizar a redução de tarifas para o consumidor final e que, “se quisermos salvar o sistema”, os geradores e cada um dos segmentos “terão que fazer a sua parte”.

O crescimento descontrolado de geração de energia renovável nos últimos anos criou problema para a operação do setor elétrico, com sobra nos horários de maior geração solar. O cenário obriga o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) a recorrer ao “curtailment” (corte) de outras fontes geradoras para manter o equilíbrio do sistema.

O relator da MP nº 1.304, que trata de subsídios na conta de luz e altera leis relacionadas ao setor elétrico e ao mercado de gás natural, defendeu maior debate sobre armazenamento de energia, construção de novas hidrelétricas com reservatório e criação de encargo para a Geração Distribuída (GD) solar.

Braga disse que as fontes renováveis intermitentes (solar e eólica) só serão “baratas se forem firmes”, o que se alcança com armazenamento e instalação de sistemas de baterias. Também defendeu a construção de novas usinas hidrelétricas com reservatórios, que seriam “estruturas de segurança nacional”, destacando que o Brasil não pode dispensar nenhuma fonte de energia.

“Vamos enfrentar esse preconceito, que ficou lá atrás, ultrapassado pelas novas tecnologias, e que nós não tivemos coragem de resolver”, afirmou. “E, enquanto isso, fizemos investimentos gigantescos em hidrelétricas a fio d’água para gerar energia durante quatro meses [na estação chuvosa], criando grandes desequilíbrios no setor.”

O senador falou da criação de encargo para o crescimento da GD, sistema que garante o abastecimento da residência em que está instalado e que permite a comercialização do excedente.

“Quando defendemos a geração distribuída, ela não pode sobreviver com uma rede velha, antiquada, ultrapassada, que não investiu em ‘smart grid’ e modernização. Há um encargo a ser pago para que se possa ter retorno do seu investimento sem desequilibrar o sistema”, explicou o senador, classificando de “crime contra a sociedade e a economia brasileira” a contratação de energia sem infraestrutura para o escoamento no sistema de transmissão.

Eduardo Braga disse ainda que o empresário que participa de leilão sem essa infraestrutura faz isso sabendo que não tem como entregar a energia que está gerando. “A responsabilidade é dele e não do consumidor”, declarou. “O consumidor não deve ser onerado pela falta de capacidade de transmissão.”

O senador informou que pretende apresentar seu parecer no dia 28 deste mês à Comissão Mista que cuida do tema. A ideia, disse, é que o texto seja votado no mesmo dia. A MP perde validade no dia 7 de novembro e precisa passar pelos plenários da Câmara e do Senado.

Alerta da Aneel

Durante a audiência no Congresso, o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, alertou para o que classificou como situação “extremamente perigosa” no controle do sistema elétrico brasileiro.

Sandoval falou da dificuldade para o ONS administrar o sistema durante os picos de consumo. Segundo ele, a chamada rampa de carga (termo técnico para a rápida variação entre a geração e o consumo de energia elétrica, especialmente no fim da tarde) pode registrar aumento de 33% até 2028 pelo crescimento da fonte solar. “Isso é extremamente perigoso”, disse.

Petrobras é autorizada a fazer perfuração exploratória na foz do Amazonas

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Blocos de exploração localizados na bacia sedimentar da foz do amazonas. Petrobras
Foto: Ibama/Divulgação

A Petrobras obteve do Ibama a licença de operação de um poço exploratório em águas profundas na área da Margem Equatorial, conhecida como “foz do Amazonas”. Segundo a empresa, a sonda se encontra no local e a perfuração está prevista para ser iniciada imediatamente, com a duração estimada de cinco meses.

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A liberação vem após o cumprimento de uma série de requisitos. Na última etapa cumprida, a Petrobras precisou comprovar capacidade e eficácia do plano de resposta à emergência para eventuais casos de vazamento.

O tema gera intensa pressão de políticos de estados próximos à área de exploração, como o Amapá. Isso porque a exploração deve movimentar a economia local e gerar royalties para os governos regionais.

O bloco FZA-M-59 está localizado a 175 quilômetros da costa do Amapá, e a 540 quilômetros da foz do rio Amazonas.

Soberania energética

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), comemorou a concessão da licença ambiental, afirmando que a autorização marca um avanço em uma das fronteiras “mais promissoras do setor de petróleo e gás no mundo, com potencial de 10 bilhões de barris recuperáveis”.

“O Brasil não pode abrir mão de conhecer seu potencial. Fizemos uma defesa firme e técnica para garantir que a exploração seja feita com total responsabilidade ambiental, dentro dos mais altos padrões internacionais, e com benefícios concretos para brasileiras e brasileiros. O nosso petróleo é um dos mais sustentáveis do mundo, com uma das menores pegadas de carbono por barril produzido, assim como a nossa matriz energética altamente renovável, que é exemplo para o mundo”, afirmou.

De acordo com o ministério, o bloco FZA-M-59 pode trazer estimativas de investimentos da ordem de R$ 300 bilhões e arrecadação estatal de mais de R$ 1 trilhão nas próximas décadas, gerando mais de 300 mil empregos diretos e indiretos.

Falha na Amazon Web Services derruba aplicativos e afeta milhares de serviços pelo mundo

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Brasília (DF), 20/10/2025 - Tela do aplicativo AWS - Amazon Web Services.
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Nesta segunda-feira (20), a unidade de serviços em nuvem da Amazon, (AWS, Amazon Web Services em inglês) sofreu uma interrupção que afetou mais de 500 empresas em todo o mundo, incluindo o Brasil. Entre os serviços impactados estão grandes plataformas como a própria Amazon, a assistente virtual Alexa, as redes sociais Snapchat, Zoom e Singnal, e demais aplicativos como Duolingo, Fortnite e Perplexity.

A falha foi causada por problemas técnicos em um data center da AWS na Virgínia do Norte, um dos mais importantes da empresa. A companhia comunicou que grande parte dos serviços já está sendo restabelecida, mas podem ocorrer instabilidades devido à alta demanda de pedidos.​

Impacto

A interrupção na maior provedora mundial de computação em nuvem gerou problemas de conectividade e indisponibilidade em diversos setores. Essa é a primeira grande instabilidade da AWS desde 2024, e uma das mais significativas interrupções globais de servidores em nuvem em anos recentes. Especialistas descartam hipótese de ataque cibernético, apontando falha técnica como causa.​

“Continuamos a observar a recuperação na maioria dos serviços da AWS afetados. Continuamos trabalhando para a resolução total e forneceremos atualizações à medida que tivermos mais informações para compartilhar”, afirmou a empresa.

AWS oferece soluções tecnológicas essenciais como armazenamento de dados, hospedagem de sites, inteligência artificial e análise de dados para milhões de organizações globalmente. Seu modelo de serviços sob demanda é fundamental para a operação de inúmeras plataformas digitais e empresas que dependem da escalabilidade da nuvem.​

Análise: Apoio ao governo na Câmara volta a cair em setembro

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Câmara dos Deputados
Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

De acordo com levantamento realizado pela Arko Advice, o apoio ao governo voltou a cair em setembro, após duas altas consecutivas. A adesão aos projetos de interesse do Palácio do Planalto, a partir da análise de 21 votações nominais e abertas, registrou a marca de 55,25%. Em agosto, o percentual chegou a 63,22% – o segundo maior do ano.

A queda coincide com o atrito entre o governo e o União Brasil. Lembrando que o presidente da sigla, Antonio Rueda, foi alvo de investigação da Polícia Federal (PF). O nome de Rueda passou a constar nas investigações que apuram a infiltração da facção criminosa denominada Primeiro Comando da Capital (PCC) nos setores financeiro e de combustível no Brasil.

Depois do episódio, o partido recomendou que filiados à legenda entregassem os cargos que mantinham na gestão Lula.

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Entre os temas analisados, está a urgência para o projeto de lei da anistia para os envolvidos na acusação de tentativa de golpe de Estado. O requerimento foi aprovado no dia 17 de setembro com 311 votos a favor, 163 contrários e sete abstenções.

O projeto ainda aguarda a análise do plenário da Câmara. Enquanto a oposição insiste em uma anistia ampla, geral e irrestrita, o relator, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), propõe mudanças que podem resultar na redução da pena dos condenados pela Justiça.

Em termos partidários, as siglas mais alinhadas ao governo no mês passado foram: PCdoB (84,65%); Rede (80,95%); PDT (80,35%); e PT (79,46%). Os partidos que ficaram abaixo da média do mês foram: MDB (53,06%); PP (52,38%); PSDB (47,61%); Cidadania (46,42%); e União (45,92%).

Com a proximidade do processo eleitoral, a expectativa é de que o apoio do governo no Congresso continue baixo e que o governo, cada vez mais, tenha de construir maiorias a cada votação de interesse.

Lula pretende universalizar o programa Pé-de-Meia

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Brasília (DF), 25/03/2024 - O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, participa da entrega de cartões do Programa Pé-de-Meia para alunos de todo o País.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Durante encontro com estudantes da Rede Nacional de Cursinhos Populares (COPO) em São Bernardo do Campo (SP), neste sábado (18), o presidente Lula (PT) afirmou que pretende universalizar o programa Pé-de-Meia, abrindo o acesso a todos os alunos do ensino médio no país. A proposta, segundo ele, será discutida com os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Camilo Santana (Educação).

“Temos 6 milhões de alunos no ensino médio. A gente vai ter que discutir com muito carinho, com o Haddad e com o Camilo, porque dentro da mesma sala de aula tem aluno que recebe e aluno que não recebe o Pé-de-Meia. E às vezes a diferença de salário é de centavos. Então precisamos aprovar a universalização do pé-de-meia, para que todas as pessoas possam ter o direito de estudar”, afirmou.

Atualmente, o programa beneficia cerca de 4 milhões de estudantes de famílias inscritas no CadÚnico, com investimentos anuais em torno de R$ 13 bilhões.​

Investimento estudantil

Além da ampliação do Pé-de-Meia, Lula anunciou R$ 108 milhões para apoiar até 500 cursinhos populares voltados à preparação para o Enem. O objetivo é auxiliar estudantes em situação de vulnerabilidade social a ingressarem no ensino superior.

O presidente destacou que a evasão escolar no ensino médio ainda afeta cerca de 480 mil jovens e defendeu a universalização do programa como forma de reduzir desigualdades no acesso à educação.​

Críticas à elite financeira

Lula afirmou que espera resistência do mercado financeiro e da “Faria Lima”, polo do setor bancário em São Paulo, que considera o investimento em incentivos educacionais uma despesa.

“Não estamos gastando. Estamos investindo na juventude, no povo periférico e na sobrevivência dos que mais precisam. Um governo que deixa um jovem abandonar a escola por falta de apoio não é um governo, é uma tranqueira”, declarou o presidente.​