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Setor do biodiesel alerta para quebra de confiança após adiamento do aumento da mistura

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Foto: José Cruz/Agência Brasil

O adiamento do aumento da mistura de biodiesel no diesel pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) gerou preocupação no setor. Segundo o deputado Alceu Moreira (MDB-RS), presidente da Frente Parlamentar Mista do Biodiesel (FPBio), a decisão compromete a confiança dos investidores e pode afetar o mercado de soja, além de colocar em risco a política de biocombustíveis no país.

“A política do Combustível do Futuro é um projeto muito bem trabalhado no Parlamento, construído com todos os setores e sancionado com festa. Essa política, originária dos governos Lula, gerou confiança no setor, que acreditava na previsibilidade. Por isso hoje existem R$ 200 bilhões preparados para investimento”, afirma Moreira.

No entanto, a suspensão do aumento de 1% na mistura do biodiesel, que passaria de 14% (B14) para 15% (B15) em março, fez com que empresas, de acordo com o deputado, reduzissem investimentos e colocassem projetos em standby.

O impacto direto recai sobre o agronegócio, de acordo com o deputado, argumentando que o aumento da mistura demandaria 6 milhões de toneladas de soja para esmagamento. Com a medida suspensa, a soja poderá ser vendida in natura, reduzindo o valor agregado da produção nacional.

“Vamos ter que vender soja em grama porque não vai ter esmagamento, mesmo havendo mercado de sobra para o biodiesel”, afirma.

Reação do setor

Moreira alega que o setor levou provas ao governo para demonstrar que o aumento não causaria impacto significativo na inflação.

“Trouxemos todos os argumentos possíveis para mostrar que não poderíamos ser a bola da vez na inflação. A mistura de 1% a mais geraria um impacto de R$ 0,01 na bomba, impacto praticamente zero”, relata Moreira.

Além disso, o deputado destaca que a decisão prejudica os esforços do Brasil para promover combustíveis renováveis, especialmente em eventos internacionais como a COP 30, onde o país planejava fortalecer a imagem dos biocombustíveis sustentáveis.

O governo prometeu reavaliar a decisão na próxima reunião do CNPE, mas o setor teme que, caso o B15 não seja restabelecido, os investimentos possam ser comprometidos de forma irreversível. “Temos confiança de que, com a grande safra de soja, o preço volte. Se passar a próxima reunião do Conselho [CNPE] e não restabelecerem os 15%, perde-se definitivamente tudo o que foi construído”, relatou o deputado.

Relação do governo com o agro e o setor de biocombustíveis

Apesar de um relacionamento historicamente tenso entre o governo Lula e o agronegócio, o setor de biodiesel sempre teve um diálogo mais próximo, pois o programa foi originalmente criado durante o primeiro governo Lula.

“O governo tinha uma relação difícil com o agro, mas muito boa conosco do biodiesel, porque esse era um programa construído ainda no governo Lula anterior”, afirma Alceu Moreira.

Brasil sedia primeira reunião do Brics em 2025 com foco em saúde, transição energética e IA

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Brasil sedia, a partir desta terça-feira (25), a primeira reunião dos sherpas dos 11 países-membros do Brics. O encontro ocorre em Brasília, no Palácio do Itamaraty, e servirá para definir as principais pautas até a cúpula de líderes, marcada para 6 e 7 de julho, no Rio de Janeiro.

Durante os dias 25 e 26 de fevereiro, os representantes discutirão temas estratégicos, como o uso de moedas locais para operações financeiras, a transição energética, a cooperação na saúde e a chamada “governança das Inteligências Artificiais (IA)”. A possível participação do presidente Lula na quarta-feira (26) reforça a relevância do evento.

O bloco atualmente é composto por África do Sul, Arábia Saudita, Brasil, China, Egito, Emirados Árabes, Etiópia, Indonésia, Índia, Irã e Rússia. Além dos membros plenos, outros nove países já estabeleceram parcerias estratégicas com o grupo.

Brasil na presidência do Brics

O embaixador Maurício Lyrio, sherpa brasileiro, destacou que o país quer lançar uma aliança global para erradicação e redução de doenças tropicais negligenciadas. A ideia é ampliar esforços para combater enfermidades que afetam, sobretudo, nações do Sul Global.

Além disso, o Brasil pretende:

  • Cobrar financiamento de países ricos para a transição energética e combate às mudanças climáticas;
  • Reduzir custos comerciais entre os membros do Brics, promovendo o uso de moedas locais;
  • Debater a governança da inteligência artificial, buscando diretrizes conjuntas para o bloco;
  • Fortalecer o desenvolvimento institucional do Brics, ampliando sua influência global

 

Governo leiloa trecho da BR-364, em Rondônia, nesta quinta-feira

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Foto: Anderson Riedel/PR

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Ministério dos Transportes (MT) realizam nesta quinta-feira (27), na B3, em São Paulo, o leilão para concessão da Rota Agro Norte (BR-364/RO). O projeto prevê investimentos superiores a R$ 10 bilhões, sendo o primeiro leilão de uma rodovia federal na região Norte do Brasil.

Com uma extensão de 720 km, o trecho concedido conecta Vilhena, na divisa de Rondônia e Mato Grosso, a Porto Velho, servindo como principal corredor de escoamento da produção agrícola de Rondônia e parte de Mato Grosso para a hidrovia do rio Madeira. De lá, as cargas seguem para o porto de Itacoatiara, no rio Amazonas.

Investimentos

O contrato, com duração de 30 anos, prevê um aporte total de R$ 10,23 bilhões, sendo:

  • R$ 6,35 bilhões em Capex (obras de duplicação e adequação das vias);
  • R$ 3,88 bilhões em Opex (custos operacionais)

Estima-se que a concessão gere mais de 92 mil empregos diretos e indiretos.

Expectativas

O critério de disputa será o maior desconto sobre a tarifa de pedágio prevista no edital. Dessa forma, vence a empresa que oferecer a menor tarifa para os usuários, garantindo o equilíbrio entre qualidade dos serviços prestados e viabilidade econômica. Além disso, o BNDES sinalizou apoio financeiro ao projeto, repetindo a estratégia adotada na concessão da BR-381/MG.

Além do leilão da BR-364, estão programados outros seis leilões ainda no primeiro semestre de 2025. Dois deles devem ocorrer em abril: a ponte binacional São Borja-São Tomé e a BR-040, entre Juiz de Fora (MG) e Rio de Janeiro (RJ).

Quatro leilões estão marcados para o mês de maio: Rota da Celulose, em Mato Grosso do Sul; a BR-101 entre Espírito Santo e Bahia; Autopista Fluminense no Rio de Janeiro; e a BR-163 no Mato Grosso do Sul.

Governo libera R$ 4,18 bi para retomar o Plano Safra

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

O governo federal publicou, na noite desta segunda-feira (24), uma Medida Provisória (MP) liberando R$ 4,18 bilhões em crédito extraordinário para a continuidade do Plano Safra. A suspensão dos financiamentos ocorreu devido à não aprovação do Orçamento de 2025, que só será analisado pelo Congresso Nacional em março, após o Carnaval e a instalação da Comissão Mista de Orçamento (CMO).

A MP foi divulgada em uma edição extraordinária do Diário Oficial da União, e permite que os financiamentos para médios e grandes produtores sejam retomados. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já havia antecipado que o crédito seguiria as regras do arcabouço fiscal, mesmo sendo classificado como extraordinário.

Crédito respeita limites fiscais

Embora a Constituição permita que créditos extraordinários fiquem fora do teto de gastos, o governo optou por enquadrá-los dentro das regras do arcabouço fiscal, que determina que os gastos cresçam no máximo 70% da expansão da receita do ano anterior.

“Apesar de ser um crédito extraordinário, ele estará dentro dos limites do arcabouço fiscal, como se tivesse sido aprovado dentro do Orçamento”, explicou Haddad.

Pela Constituição, créditos extraordinários, normalmente indicados a despesas emergenciais, urgentes ou imprevistas, não são submetidos ao teto de gastos do arcabouço fiscal.

Plano Safra e impacto da Selic

O Plano Safra oferece R$ 400 bilhões em crédito para produtores rurais, com juros mais baixos do que os do mercado, e subsidiados pelo governo. Para evitar perdas financeiras para os bancos, o Tesouro Nacional cobre a diferença entre os juros do mercado e os cobrados nos financiamentos, em um processo chamado de equalização de taxas.

Com o aumento da Taxa Selic nos últimos meses — de 10,5% ao ano em setembro para 13,25% em janeiro — o governo precisou destinar mais recursos para manter as condições do programa. A solução da MP foi viabilizada após consulta ao Tribunal de Contas da União (TCU), para garantir segurança jurídica.

Análise: Comissões do Senado impõem desafios ao governo

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Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

A instalação das comissões permanentes no Senado Federal, na última quarta-feira (19), revelou algumas vitórias, mas também alguns dos desafios que o governo vai ter de enfrentar na Casa nos próximos anos. O governo saiu ganhando, ao conseguir emplacar aliados nas presidências da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), com Otto Alencar (PSD), e da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), com Renan Calheiros (MDB-AL). São representantes de partidos com grande participação no governo Lula que comandarão esses colegiados, os principais destinos dos projetos mais relevantes que tramitam no Senado.

Ainda assim, o governo pode encontrar obstáculos, já que a maioria governista tem uma margem muito apertada. Nos dois colegiados, 14 dos membros são dos partidos mais próximos ao Planalto e 13 são de siglas opositoras ou independentes. Portanto, a aprovação de projetos mais polêmicos dependerá de forte mobilização e precisará contar com o apoio fiel de partidos do centro, entre os quais alguns dão sinais de divergências com o governo.

Além disso, algumas comissões importantes ficaram na mão de membros da oposição a Lula. Uma das mais importantes é a Comissão de Segurança Pública (CSP), que terá como presidente o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A mais recente pesquisa AtlasIntel mostra que 57,8% dos brasileiros veem a segurança pública como o principal problema do país. Mesmo tentando apresentar propostas sobre o tema, como a PEC da Segurança Pública, o governo não tem conseguido avançar por conta de entraves políticos.

Outro desafio surgirá na Comissão de Infraestrutura (CI), presidida por Marcos Rogério (PL-RO). É a CI que analisa as indicações do Executivo para importantes agências reguladoras, como a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Agência Nacional de Mineração (ANM) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Vale lembrar que a Aneel tem uma vaga aberta e outra para abrir em maio. A agência protagoniza grandes impasses com o Executivo e o Legislativo e está no centro de uma escalada de tensão institucional.

Igualmente complicada para o governo será a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), comandada por Zequinha Marinho (Podemos-PA), vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária. Ele listou como prioridades para este ano o projeto de regularização fundiária (PL nº 2.633/20), que chegou a ser apelidado de “PL da Grilagem” pela esquerda, e o projeto sobre o licenciamento ambiental (PL nº 2.159/21), também criticado pela ala ambientalista do governo.

Lula fará pronunciamento sobre Pé-de-Meia nesta segunda

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Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Lula (PT) fará um pronunciamento na noite desta segunda-feira (24), a partir das 20h30, sobre o programa Pé-de-Meia. O valor de 1.000 reais começará a ser pago aos aos alunos que passaram de ano em 2024, e que fazem parte do programa. O governo ainda depositará 200 reais aos que finalizaram o 3º ano, e participaram dos dois dias de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

O pagamento para os estudantes que finalizaram o ensino médio em 2024 será feito da seguinte forma:

  • 25/2 para aqueles nascidos em janeiro, fevereiro, março, abril, maio e junho
  • 26/2 para os nascidos em julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro

O governo federal estima que são quase quatro milhões de alunos, nos três anos do Ensino Médio, que estão recebendo o beneficio. Aqueles alunos que  concluíram o 1º e o 2º ano recebem o incentivo de R$ 1.000 no dia 27 de fevereiro, independentemente da data de nascimento.

Índice de Confiança da Indústria segue abaixo dos 50 pontos em fevereiro

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Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) permaneceu estável em fevereiro de 2025, registrando 49,1 pontos, mesmo valor observado em janeiro. Com isso, o indicador segue abaixo da linha dos 50 pontos, sinalizando falta de confiança no setor industrial pelo segundo mês consecutivo.

O estudo feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) avalia o grau de confiança dos empresários em 29 setores, considerando o tamanho das empresas e sua localização geográfica.

Cenário econômico e expectativas

Os componentes do ICEI também não apresentaram variações significativas. O Índice de Condições Atuais, que reflete a percepção dos empresários sobre a economia e o desempenho das empresas nos últimos seis meses, subiu apenas 0,2 ponto, chegando a 44,4 pontos – indicando que o setor ainda vê o cenário como negativo.

Já o Índice de Expectativas, que mede o otimismo dos empresários para os próximos seis meses, permaneceu em 51,5 pontos. Isso mostra que, embora os industriais estejam pessimistas em relação ao futuro da economia brasileira, eles mantêm uma visão mais positiva sobre suas próprias empresas.

Os números apontam para um cenário de cautela no setor industrial, com empresários preocupados com o ambiente econômico geral, mas ainda confiantes na capacidade de recuperação de seus negócios.

Confiança do consumidor recua em fevereiro e atinge menor nível desde agosto de 2022

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Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), produzido pelo FGV Ibre, voltou a cair no mês de fevereiro, recuando 2,6 pontos. Dessa forma, o índice recuou para 83,6 pontos, menor nível desde agosto de 2022, quando estava em 82,1 pts.

“O mal-estar é resultado da piora da inflação de alimentos, que reduz o poder de compra das famílias em bens essenciais e, da elevação da taxa de juros, que agrava a situação financeira das famílias”, afirma Anna Carolina Gouveia, economista do FGV Ibre.

O ICC é uma pesquisa mensal que procura captar o sentimento do consumidor em relação a situação geral da economia e de suas finanças pessoais. A pesquisa obtém avaliações e previsões dos consumidores no momento da coleta e nos seis meses seguintes. Além disso, capta a percepção do mercado de trabalho e sobre intenções de compras de bens de alto valor nos seis meses seguintes.

Principais percepções para fevereiro

O ICC caiu no mês de fevereiro influenciado, principalmente, pelas expectativas. O Índice de Expectativas (IE) recuou pelo terceiro mês seguido, agora 4,3 pontos, para 87,3 pontos. O Índice de Situação Atual (ISA) permaneceu estável em 79,4 pontos.

Entre os quesitos, o que mede a intenção de compras de bens duráveis foi o que mais contribuiu para queda da confiança neste mês. Ao recuar 9,9 pontos, para 75,2 pontos, a categoria atingiu o menor nível desde agosto de 2022 (74,7 pts.). A percepção do consumidor, nesse caso, converge com as intenções do Banco Central ao elevar a taxa de juros. O BC busca, justamente, reduzir a demanda por bens e serviços para equilibrar com a oferta e provocar a queda da inflação.

O indicador que mede as perspectivas para situação financeira futura da família também teve queda, cedendo 3,0 pontos e chegando a 89,5 pontos. Além disso, o indicador que mede a percepção sobre as finanças das famílias caiu 0,9 ponto, atingindo 68,8 pontos.

Todavia, avançaram os indicadores que avaliam a situação econômica local atual e situação econômica local futura, respectivamente, com 0,9 e 0,3 ponto, acumulando 90,4 e 98,6 pontos.

Recorde: 1,4 milhão de turistas visitaram o Brasil em janeiro

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Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O Ministério do Turismo divulgou que o Brasil superou mais um recorde, agora em janeiro de 2025: foram 1.483.669 turistas internacionais que desembarcaram em solo brasileiro no mês. De acordo com os dados, esse é o melhor janeiro desde 1970, início da série histórica.

Segundo os números, esse marco representa um aumento de 55% em relação ao mesmo período de 2024, quando houve registro de 956.737 visitantes vindos de outros países. Os estados que mais receberam turistas em janeiro foram Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, que juntos contaram com a visita de 924.138 visitantes internacionais. Isso representa 62% do total de turistas que chegaram ao Brasil em janeiro de 2025.

Quem mais visitou o Brasil foram os vizinhos da Argentina. Os números mostram que, no primeiro mês do ano passado, 452.136 argentinos visitaram o Brasil, enquanto em 2025 esse número saltou para 870.318, quase o dobro do ano anterior.

A rota mais usada para chegar ao país foi a via terrestre. Das 1.483.669 chegadas registradas ao Brasil, 802.611 turistas entraram por essa via, representando 54% do total. O transporte aéreo ficou em segundo lugar, com 608.163 entradas (41%), enquanto as chegadas por vias marítimas e fluviais somaram 72.895 (5%).

Presidente da Petrobras anuncia US$ 111 bilhões para o quinquênio 2025-2029

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Magda Chambriard, presidente da Petrobras.
Foto: Rafael Pereira/Agência Petrobras

Nesta segunda-feira (24), a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, anunciou um plano estratégico para o quinquênio de 2025-2029. Cerca de 111 bilhões de dólares serão destinados para atividades de exploração e produção de petróleo e gás, logística e ampliação de parques de refino, fabricação de fertilizantes e petroquímicos, captura de CO2 e transição energética.

Biorrefinaria

A refinaria Riograndense, no Rio Grande do Sul, será a primeira biorrefinaria brasileira, pioneira em fabricar produtos 100% renováveis e produzir combustíveis a partir de óleo vegetal. O investimento de R$ 5 bilhões também vai ampliar a produção de diesel coprocessado. “A primeira do Brasil a não usar uma gota de petróleo”, destacou a presidente.

Além disso, segundo ela, eles pretendem testar a produção decombustível de aviação com conteúdo renovável, além de prosseguir com os projetos de implantação de três unidades, com capacidade de produção de cerca de 44 mil barris por ano com matérias-primas renováveis.

Atividades exploratórias

Existem 29 blocos contratados na Bacia de Pelotas, localizada no litoral do Rio Grande do Sul. Segundo a presidente, estudos indicam grande similaridade entre essa bacia e a da Namíbia, na África, conhecida pelo grande potencial petrolífero.

“Nós continuamos trabalhando aqui, e achando que esse potencial que se apresenta na bacia da Namíbia, nós temos que procurar aqui no Estado do Rio Grande do Sul”, afirmou.

Contratações

O plano prevê investimentos em refino e fertilizantes de cerca de R$ 40 bilhões para os estados de SP, MG, PE, RS, PR e MS. Assim, até 2029, mais 10 grandes plataformas de petróleo devem ser instaladas. Além disso, até 2026, continuarão contratando 44 novas embarcações de apoio de transporte de bens e serviços e derivados. Também tem a assinatura de quatro navios tanque, para transporte de petróleo e derivados.