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Pós-Carnaval: parlamentares discutirão emendas e comissões

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Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB).
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados.

Após o feriado de Carnaval, o Congresso retomará de vez as atividades. Porém, antes de voltar a funcionar no ritmo habitual, algumas polêmicas precisam ser resolvidas. Mesmo com o acordo entre os Três Poderes sobre as emendas parlamentares, ainda há a necessidade de validação das regras dentro do Congresso. Além disso, as comissões da Câmara seguem sem definição sobre seus presidentes, o que também entra na lista de tarefas do pós-Carnaval dos parlamentares.

Emendas Parlamentares

O ano começa com um problema já conhecido, e que dificulta a relação entre governo e Parlamento. Trata-se de uma nova suspensão do pagamento de emendas parlamentares orçamentárias. O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), expediu ordem de bloqueio de parte das emendas de comissão e a abertura de um inquérito pela Polícia Federal para investigar a execução dessas verbas.

A perspectiva é de resolução, já que o ministro Flávio Dino emitiu decisão liberando a execução parcial das emendas parlamentares que vinham bloqueadas por conta da falta de transparência. Assim, é acatada a proposta conjunta do Executivo e do Legislativo para que as emendas fossem liberadas mediante identificação dos solicitantes/apoiadores, e ampliação da transparência e rastreabilidade.

Porém, o acordo não resolve a questão instantaneamente. A decisão judicial define uma série de requisitos para que a verba das emendas seja liberada. A efetiva liberação das emendas dependerá, portanto, da aprovação de um projeto de resolução definindo mais claramente os procedimentos de transparência das emendas. Além disso, as comissões que possuem indicações bloqueadas precisarão se reunir e votar as emendas. A previsão é que as comissões da Câmara e do Senado comecem efetivamente os trabalhos após o Carnaval.

Comissões da Câmara

Na Câmara, também está pendente a eleição dos presidentes das comissões temáticas. Serão eleitos 30 colegiados temáticos para mandatos de um ano. Falta também a definição das comissões mistas, como a de Orçamento. Como até a semana anterior ao Carnaval não havia acordo sobre as emendas parlamentares, a disputa pelas comissões ficou paralisada.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) marcou uma reunião de líderes para 13 de março para tentar fechar as indicações. Segundo o líder do governo, José Guimarães (PT-CE), na data também será discutido o funcionamento plenário para acordar dias e horários fixos para as votações.

Na pauta legislativa, embora em 2024 o governo tenha avançado de forma consistente na agenda da transição energética e da sustentabilidade e também na pauta econômica e fiscal, ainda há matérias pendentes de grande importância. É o caso da última proposta do pacote de gastos públicos, o Projeto de Lei (PL) n° 4.920/2024, que altera regras na passagem dos militares para a reserva. O texto foi encaminhado pelo governo no fim do ano que passou e ainda não começou a tramitar na Câmara

Escola de Governo de Brasília oferece Master em Política e Governo

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Com a coordenação acadêmica de Luís Roberto Barroso, Murillo de Aragão e Luna Barroso, a Escola de Governo de Brasília, em parceria com o IBMEC, lança em abril o Master em Governo e Políticas Públicas, um programa de 12 meses de duração.

O curso será dividido em quatro módulos e contará com professores e palestrantes de destaque no cenário político e jurídico brasileiro. Entre os nomes confirmados estão, além do ministro Barroso, os ministros do STF Luiz Fux, Edson Fachin e André Mendonça; o cientista político Sérgio Abranches; o procurador-geral da República Paulo Gonet; o advogado-geral da União Jorge Messias; Marcelo Guaranys, ex-ministro interino da Fazenda; o cientista político Fernando Sabóia; e os juristas Aline Osório, Ângela Cignachi, Luís Gustavo Bichara e Ticiano Figueiredo, entre outros.

Com um programa robusto e professores de altíssimo nível, o *Master em Governo e Políticas Públicas* oferece uma oportunidade única de aprendizado sobre o funcionamento da capital federal e o processo de elaboração e implementação de políticas públicas.

Para mais informações, acesse [https://www.ibmec.br/pos-graduacao/master-em-politicas-publicas-e-governo

INSS antecipa pagamentos de março para 15 milhões de beneficiários

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Aplicativo Meu INSS
Foto: Divulgação

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) antecipará o pagamento de benefícios programados para março, beneficiando cerca de 15 milhões de segurados. A decisão foi tomada após pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), devido ao impacto do feriado de Carnaval na programação dos depósitos.

Com a medida, os pagamentos previstos para os dias 10, 11 e 12 de março serão feitos nos dias 6 e 7 de março, garantindo que aposentados e pensionistas não fiquem sem recursos durante o período. No total, considerando todos os beneficiários, 40,6 milhões de pessoas terão recebido seus valores até a primeira semana do mês.

Quem tem direito à antecipação?

A antecipação vale para quem recebe benefícios acima de um salário-mínimo (R$ 1.518). O pagamento será feito conforme o número final do cartão de benefício, sem considerar o dígito verificador.

Já aqueles que ganham até o piso nacional começaram a receber no dia 24 de fevereiro e seguem o calendário original.

TST fixa 14 novas teses vinculantes com impacto nas relações de trabalho

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Na semana passada, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) estabeleceu 14 novas teses vinculantes que prometem impactar diretamente as relações de trabalho no Brasil. O objetivo da medida é uniformizar a jurisprudência trabalhista, proporcionando maior previsibilidade e segurança jurídica para empregadores e empregados.

Embora as teses já tenham sido aprovadas, elas ainda passarão por ajustes na redação antes da homologação final pelos ministros. Confira abaixo as novas diretrizes estabelecidas:

1. Impossibilidade de pagamento de FGTS direto ao empregado
Os valores relativos ao FGTS e à respectiva multa, em caso de reclamação trabalhista, devem ser depositados em conta vinculada e não pagos diretamente ao trabalhador.
Processo: RRAg-0000003-65.2023.5.05.0201

2. Intervalo para mulher em caso de horas extras
O artigo 384 da CLT foi recepcionado pela Constituição de 1988, garantindo o direito a horas extras pela inobservância do intervalo previsto, sem exigência de tempo mínimo de sobrejornada.
Processo: RRAg-0000038-03.2022.5.09.0022

3. Multa por atraso nas verbas rescisórias em rescisão indireta
A rescisão indireta reconhecida em juízo não exclui a incidência da multa do artigo 477, §8º, da CLT.
Processo: RRAg-0000367-98.2023.5.17.0008

4. Demissão de empregada gestante e assistência sindical
O pedido de demissão da empregada gestante só é válido com assistência do sindicato profissional ou autoridade local competente, conforme o artigo 500 da CLT.
Processo: RR-0000427-27.2024.5.12.0024

5. Reversão de justa causa por acusação de improbidade
A imputação infundada de ato de desonestidade ao empregado não valida a justa causa e gera direito à indenização por danos morais.
Processo: RRAg-0000761-75.2023.5.05.0611

6. Promoção por antiguidade
Cabe ao empregador provar que o empregado não atendeu aos requisitos necessários para concessão de promoções por antiguidade.
Processo: RR-0001095-48.2023.5.06.0008

7. Horas de deslocamento de petroleiros
Petroleiros não têm direito a horas in itinere, considerando o transporte gratuito fornecido pela legislação específica.
Processo: RRAg-0001101-51.2015.5.05.0012

8. Comissões sobre vendas canceladas
O empregador não pode estornar as comissões do empregado em caso de inadimplência ou cancelamento da compra pelo cliente.
Processo: RRAg-11110-03.2023.5.03.0027

9. Comissões sobre vendas a prazo
As comissões devidas em vendas a prazo devem considerar o valor total da operação, incluindo juros e encargos financeiros, salvo acordo em contrário.
Processos: RRAg-11255-97.2021.5.03.0037 e RRAg-1001661-54.2023.5.02.0084

10. Dano moral em transporte de valores
A exigência de transporte de valores por trabalhadores não especializados configura risco e gera direito à indenização por danos morais, sem necessidade de prova do abalo psicológico.
Processo: RR-0011574-55.2023.5.18.0012

11. Falta de anotação na CTPS
A ausência de anotação na Carteira de Trabalho não gera, por si só, dano moral, sendo necessária a comprovação de prejuízo ao patrimônio imaterial do trabalhador.
Processo: RRAg-0020084-82.2022.5.04.0141

12. Revista de bolsas e pertences
A revista visual de pertences, desde que impessoal, geral e sem contato físico, não caracteriza ato ilícito ou dano moral indenizável.
Processo: RRAg-0020444-44.2022.5.04.0811

13. Natureza do contrato de transporte de cargas
O contrato de transporte de cargas possui natureza comercial, afastando a terceirização prevista na Súmula nº 331 do TST e a responsabilização subsidiária da parte contratante.
Processo: RRAg-0025331-72.2023.5.24.0005

14. Rescisão indireta por atraso no FGTS
O descumprimento da obrigação de recolhimento do FGTS configura motivo para rescisão indireta do contrato de trabalho, sem necessidade de imediatidade na reação do empregado.
Processo: RRAg-1000063-90.2024.5.02.0032

Essas novas teses apontam para o compromisso do TST em padronizar decisões trabalhistas, ampliando a segurança jurídica nas relações de trabalho e facilitando o entendimento das regras por todas as partes envolvidas.

BNDES registra lucro recorde e menor inadimplência da história

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Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) alcançou um lucro histórico de R$ 26,4 bilhões em 2024, representando um crescimento de 20,5% em relação ao ano anterior. Além disso, a instituição realizou a maior injeção de crédito de sua trajetória, com aprovações e garantias que totalizaram R$ 276,5 bilhões.

O BNDES também obteve a maior carteira de crédito desde 2017, alcançando R$ 584,8 bilhões, e registrou a menor taxa de inadimplência do sistema financeiro brasileiro, com apenas 0,001%.

“Temos um valor recorde nominal em impacto em créditos na economia de R$ 276,5 bilhões, sendo R$ 63,9 bilhões via fundo garantidor e R$ 212,5 bilhões pelo crédito do BNDES, direto e indireto, já que parte disso realizamos com os agentes parceiros. É um recorde histórico e um aumento de 81% em relação a 2022. Foi um trabalho extraordinário o esforço que o Banco fez para poder chegar a este resultado”, destacou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

Arko Advice abre o ano com eventos importantes

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Murillo de Aragão, CEO da Arko Advice, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em entrevista do BTG Pactual Conference. Fotos: Reprodução/YouTube

A Arko Advice, principal empresa de análise política e de políticas públicas do país, iniciou o ano com uma agenda intensa de eventos relevantes. Somente neste início de 2025, a empresa já promoveu encontros com figuras de destaque, como Gilberto Kassab, presidente do PSD; Dario Durigan, secretário executivo do Ministério da Fazenda; e Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça.

Em fevereiro, a participação da Arko Advice no BTG Conference foi um destaque à parte. O CEO da empresa, Murillo de Aragão, conduziu entrevistas com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, além do senador Ciro Nogueira e Edinho Silva, futuro presidente do PT.

No próximo dia 28 de março, a Arko Advice seguirá sua tradição de promover debates de alto nível, reforçando seu papel como referência em análise política no Brasil.

Após Carnaval, Câmara implementa regras para vestimenta e proibição de cartazes

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Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados anunciou a implementação de novas regras de vestimenta e a proibição do uso de cartazes e objetos de manifestação no plenário, com o objetivo de assegurar mais organização e preservar o ambiente de trabalho legislativo. As determinações foram divulgadas após tumultos recentes durante sessões na Casa.

As mudanças foram estabelecidas pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), em resposta a um episódio de confronto entre parlamentares da base e da oposição, ocorrido no dia em que o ex-presidente Jair Bolsonaro foi denunciado pela PGR por tentativa de golpe de Estado.

Código de vestimenta

A partir de agora, será obrigatório o uso de traje de passeio completo durante as sessões no Plenário Ulysses Guimarães e nas comissões da Câmara. Segundo Hugo Motta, a medida “busca reafirmar os valores institucionais da Casa, garantindo que o ambiente legislativo permaneça compatível com o comprometimento e seriedade do trabalho aqui exercido”.

Proibição de cartazes e objetos de manifestação

Outra mudança é a proibição do uso de cartazes e objetos de manifestação dentro do plenário. A decisão veio após parlamentares utilizarem materiais provocativos durante discursos e debates, interrompendo falas na tribuna e causando desordem.

Análise: Observações sobre a pesquisa Quaest no RS

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Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Aprovado por 62% dos gaúchos, o governador Eduardo Leite (PSDB) será um cabo eleitoral estratégico em 2026. A popularidade de Leite é positiva para o vice-governador Gabriel Souza (MDB), que poderá ser o candidato da situação, ou a ex-prefeita de Pelotas Paula Mascarenhas (PSDB), caso ela seja a escolhida.

O fato de 47% dos gaúchos entenderem que Eduardo Leite merece eleger o sucessor – e 46% disseram que não – também é positivo para Leite. Além de estar na metade do segundo mandato, Leite enfrentou no ano passado uma grave enchente. Mesmo assim segue muito popular.

Apesar de estar hoje com apenas 7% das intenções de voto, Gabriel Souza tende a crescer à medida em que seu nome for associado ao de Eduardo Leite. Gabriel potencialmente poderá atrair a parcela dos entrevistados que hoje declara voto em branco/nulo ou está indeciso. Esse contingente é elevado: 49%.

O deputado federal Tenente Coronel Zucco (PL), com 15% das preferências, tem capital político para chegar ao segundo turno. Assim, poderemos ter em 2026 e a reprodução do segundo turno de 2022, onde o centro enfrentou a direita.

O PT, que em 2022 animou-se com o terceiro lugar do presidente da Conab, Edegar Pretto, enfrentará dificuldades. Sua intenção de voto (10%) sugere que o desempenho de 2022 foi mais puxado pela chapa majoritária que tinha Lula e Olívio que por Edegar.

A surpresa é o desempenho da ex-deputada Juliana Brizola (PDT), que lidera com 19%. O índice de Juliana deve dificultar uma união das esquerdas, dividindo o campo e isolando o PT. O PDT, por sua vez, pode apostar em uma candidatura própria ou compor com o candidato de Leite.

Outro aspecto a ser observado é o futuro do PSDB. A eventual fusão ou incorporação do partido a outra sigla impactará os movimentos de Eduardo Leite e o futuro da política gaúcha. Independente disso, Leite desponta como o grande eleitor de 2026. Tem força para eleger o sucessor, ser competitivo como candidato a senador e até sonhar com um projeto presidencial.

Congresso debate regulamentação de plataformas de streaming

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Depositphotos Fonte: Agência Câmara de Notícias

O crescimento das plataformas de streaming no Brasil tem impulsionado debates no Congresso sobre a regulamentação do setor. Um estudo da Consultoria Legislativa do Senado, publicado este mês, aponta a ausência de normas específicas para serviços de vídeo sob demanda (VoD) e destaca a necessidade de regras para equilibrar a competitividade entre plataformas e produtoras nacionais.

A pesquisa, elaborada pelo consultor Marcus Martins, analisa a relação do setor audiovisual com a legislação vigente, abordando os impactos da falta de regulamentação. Segundo dados citados no estudo, as plataformas de vídeo online atingiram, em janeiro de 2025, uma audiência de 33,9%, enquanto a TV linear — incluindo TV aberta — ficou com 66,1%. Em 2023, o mercado de VoD movimentou US$ 1,95 bilhão no Brasil, de acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Propostas em análise

Dois projetos em tramitação buscam regulamentar o setor. O PL 2.331/2022, já aprovado no Senado e em análise na Câmara dos Deputados, propõe a cobrança da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) sobre a receita bruta das plataformas, com alíquotas progressivas de até 3%, dependendo do faturamento. Além disso, prevê cotas mínimas de conteúdo nacional nos catálogos.

O PL 8.889/2017, pronto para votação na Câmara, também propõe a cobrança da Condecine, com alíquotas que variam entre 1% e 6%, conforme o faturamento das empresas. O texto justifica que as plataformas de streaming devem operar sob regras semelhantes às da TV por assinatura, garantindo equilíbrio competitivo.

Falta de regulamentação e desafios

Atualmente, os serviços de VoD não estão sujeitos a regras que incentivem a exibição de produções nacionais nem a contribuições para o financiamento do setor audiovisual. O Conselho de Comunicação Social do Congresso tem realizado audiências públicas para discutir o impacto da regulação sobre o mercado.

O diretor da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Paulo Alcoforado, destacou a necessidade de uma resposta do Estado para estabelecer regras que garantam um ambiente econômico mais equilibrado para o audiovisual. Segundo ele, sem regulamentação, as grandes plataformas internacionais podem prejudicar a competitividade das produtoras brasileiras, resultando em desafios financeiros para o setor.

Gleisi na coordenação traz dúvidas para a política fiscal

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Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
A nomeação de Gleisi Hoffmann (PT-PR) para a Secretaria de Relações Institucionais (SRI) teria implicações políticas importantes, o que explica a reação negativa à ideia:
1.Resistência no Congresso – Apesar de sua habilidade como articuladora, Gleisi enfrenta dificuldades na relação com parlamentares, o que poderia comprometer a interlocução do governo com o Legislativo.
2.Impacto na política econômica – Sua falta de alinhamento total com a política fiscal e econômica do ministro Fernando Haddad poderia enfraquecer a agenda econômica do governo, gerando instabilidade no mercado e dentro da própria Esplanada.
3.Falta de trânsito no Congresso – Gleisi não tem uma relação fluida com diversas bancadas e lideranças do Congresso, tornando sua nomeação um risco para a articulação política.
4.Disputas internas no PT – Há tensões dentro do próprio partido envolvendo Gleisi, que disputa espaço com o futuro presidente do PT, Edinho Silva, e com o líder Washington Quaquá. Sua indicação poderia intensificar essas disputas internas.
Além das resistências no Congresso e no próprio PT, a  Arko Advice conversou com importantes lideranças da Câmara e do Senado que avaliaram a decisão de Lula como um erro grave. Segundo esses líderes, a movimentação não apenas fragiliza a articulação política do governo, mas também amplia as dificuldades enfrentadas pelo Palácio do Planalto no Congresso e para o avanço das propostas de Fernando Haddad.