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Senado aprova projeto que transforma créditos ambientais em recursos

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Presidente da CI, senador Marcos Rogério (PL-RO) conduz reunião; senador Jorge Seif (PL-SC). Foto: Roque de Sá/Agência Senado

A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) do Senado aprovou, nesta terça-feira (1°), o PL 3.433/2024, que estabelece regras para a securitização de ativos ambientais. O objetivo é transformar créditos e direitos ambientais em títulos financeiros, facilitando o financiamento de projetos sustentáveis e incentivando empresas de infraestrutura que investem em inovações tecnológicas e conservação ambiental.

Principais pontos

A proposta prevê a criação de Sociedades de Propósito Específico (SPEs) para emissão de títulos baseados em créditos ambientais, como os Certificados de Recebíveis Ambientais (CRAs). Esses títulos serão voltados para reflorestamento, energias renováveis e manejo sustentável de recursos naturais. Além disso, o projeto abre caminho para a criação de incentivos fiscais e linhas de crédito especiais, que ainda serão regulamentados.

Emendas aprovadas

Quatro emendas foram incorporadas ao texto:

  • Inclusão da agroindústria como beneficiária da securitização de ativos ambientais.
  • Estruturas simplificadas para a emissão de títulos, reduzindo burocracias e custos operacionais para pequenas e médias empresas.
  • Criação de fundos garantidores, mitigando riscos financeiros relacionados à volatilidade do mercado de CRAs.
  • Ajustes no regime jurídico, garantindo maior segurança normativa em casos omissos.

O projeto segue agora para a Comissão de Meio Ambiente (CMA) e para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Caso aprovado, será enviado diretamente para a Câmara dos Deputados, sem necessidade de análise no Plenário do Senado.

Lembrar para não esquecer: 61 anos do golpe de 1964

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Tanques em frente ao Congresso Nacional após o golpe militar de 1964.

Há 61 anos, em 31 de março de 1964, os militares iniciaram o golpe que depôs o então presidente João Goulart. No entanto, especialistas apontam que a tomada de poder só se concretizou em 1º de abril. Segundo o professor de História Pierre Grangeiro, a escolha dos militares pela data oficial não foi coincidência.

“Por que eles não vão colocar essa data? Justamente por ser o Dia da Mentira. Então, para os militares, não seria viável ter como data oficial, daquilo que consideravam uma revolução, um dia como 1º de abril. Por isso, anteciparam para um dia antes, quando as tropas se movimentaram. Mas o golpe mesmo ocorreu no dia 1º de abril”, afirmou.

O impacto da ditadura militar

A ditadura militar durou 21 anos, período marcado pela suspensão de eleições diretas, censura à imprensa e repressão política. De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (31) pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), a Comissão Nacional da Verdade identificou 434 mortes e desaparecimentos políticos durante a investigação do colegiado, entre 2012 e 2014.

O levantamento reforça que a violência do regime não foi uniforme, mas se estendeu por décadas. A comissão investigou graves violações de direitos humanos entre 1946 e 1988, com maior foco na ditadura militar que aconteceu entre 1964 e 1985.

Neste ano de 2025, também se completam 40 anos da redemocratização, consolidada com a posse do presidente José Sarney em 1985. O professor Grangeiro destaca que, por muito tempo, o regime militar foi pouco estudado. “Durante muito tempo, esse período foi mal analisado. E a gente vê que, infelizmente, uma boa parte da sociedade apoiou e ainda apoia esse tipo de modelo autoritário, algo que vem desde a época colonial, mas que se exacerbou a partir das ditaduras que ocorreram no século XX”, analisa.

Preservação da memória

O Instituto Vladimir Herzog — organização cujo nome homenageia o jornalista assassinado pelo regime — aponta que, das 27 recomendações da Comissão Nacional da Verdade, apenas seis foram parcialmente cumpridas. Entre os pontos negligenciados, está a criação de um órgão permanente para dar seguimento às investigações. Além disso, sete recomendações sofreram retrocessos, incluindo a falta de legislação para impedir eventos oficiais que celebrem o golpe de 1964.

Sobre a importância da memória, Grangeiro destaca algumas iniciativas: “Isso precisa ser debatido, precisa ser tema de projetos de lei e políticas. Devemos abrir mais uma vez os arquivos da ditadura para saber o que realmente aconteceu naquela época”, conclui.

Oposição insiste em obstrução até que PL da Anistia entre em pauta

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Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Membros da oposição na Câmara dos Deputados se reuniram, na manhã desta terça-feira (1º), para articular estratégias em defesa do projeto de lei da anistia (PL 2858/2022). O encontro foi coordenado pelo líder da Oposição na Câmara, deputado Zucco (PL-RS), e contou com a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro. Também participaram da reunião o vice-presidente da Câmara, Altineu Côrtes (PL-RJ), o líder do PL na Casa, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), e a líder da Minoria, deputada Caroline De Toni (PL-SC).

Obstrução total dos trabalhos

Os parlamentares decidiram que a oposição fará obstrução total nas comissões permanentes e no Plenário da Câmara, para pressionar pela inclusão do requerimento de urgência na tramitação do PL da Anistia. A medida busca garantir que a proposta seja votada o quanto antes.

Na segunda-feira (31), o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, afirmou à Arko Advice que o projeto já contaria com o apoio de 309 deputados — número suficiente para aprovação no Plenário, onde é necessária apenas a maioria simples.

A maioria simples é o primeiro número inteiro acima da metade dos 513 deputados, ou seja, seriam necessários 257 votos favoráveis.

O que é o PL da Anistia?

O PL 2858/2022 propõe anistia para envolvidos em crimes políticos e eleitorais cometidos após as eleições de 2022. O projeto então beneficiaria os envolvidos nos atos de destruição do 8 de janeiro de 2023 em Brasília, e pode também ajudar o ex-presidente Jair Bolsonaro, derrotado nas eleições, hoje inelegível até 2030 e réu no STF por suposta tentativa de golpe de Estado.

O texto concede ainda anistia para quem ajudou no financiamento, organização ou apoio de qualquer natureza aos atos, além de quem fez publicações de endosso nas redes sociais.

Segunda edição do Concurso Nacional Unificado terá novo sistema de correção e edital unificado

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) anunciou, nesta segunda-feira (31), mudanças para a segunda edição do Concurso Nacional Unificado (CNU). A principal novidade anunciada pela ministra Esther Dweck será a substituição do sistema de preenchimento dos cartões de resposta, que antes utilizava “bolinhas”, por um código de barras que identificará o candidato de forma mais eficiente e segura.

Principais mudanças

Cada caderno de questões terá um código único, permitindo a identificação do candidato sem expor seus dados pessoais aos examinadores. O MGI acredita que essa mudança tornará a correção das provas mais ágil e segura.

Além disso, o edital será unificado para todos os blocos temáticos, diferentemente da primeira edição, que contou com oito documentos distintos. Outra novidade é a inclusão de duas novas carreiras transversais: analista técnico de justiça e defesa, e analista técnico de desenvolvimento socioeconômico.

Para incentivar a participação feminina, será lançada uma campanha com relatos de servidoras bem-sucedidas. Embora 52% dos inscritos sejam mulheres, apenas 41% das aprovadas pertencem a esse grupo, com um percentual ainda menor (8%) nas áreas de Tecnologia da Informação.

O que esperar do cronograma?

O Termo de Referência para a escolha da banca organizadora será divulgado em abril. As provas estão previstas para o segundo semestre de 2025, com homologação dos resultados até junho de 2026.

Como foi a 1ª edição do CNU?

  • Provas aplicadas em 18 de agosto em 228 municípios do Brasil, após serem adiadas pelo governo federal, devido aos impactos das enchentes no Rio Grande do Sul.
  • 6.640 vagas distribuídas em 21 órgãos federais.
  • Concurso dividido em oito blocos temáticos, com vagas para ensino médio e superior.
  • Maior concurso da história do país, com 970 mil candidatos presentes, apesar da taxa de abstenção de 54,12% (tida como normal em concursos de grande porte).

Imposto estadual sobre compras internacionais sobe para 20% em dez estados

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Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A partir desta terça-feira (1º), dez estados brasileiros passam a cobrar uma alíquota maior de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre compras feitas em sites internacionais. O tributo, que antes variava entre 17% e 19%, agora será de 20% nessas regiões, impactando o preço final das encomendas.

O que muda?

Os estados afetados pelo aumento do ICMS são Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe. A mudança foi decidida pelo Comitê de Secretários da Fazenda (Comsefaz) em dezembro, com a justificativa de equilibrar a tributação de importações com a de produtos nacionais.

Já em outros 17 estados e no Distrito Federal, a alíquota do ICMS permanece em 17%, sem alterações no valor total das compras.

Como fica o preço final?

Com o novo percentual, uma compra internacional de US$ 50 (incluindo frete e seguro) será impactada da seguinte forma:

  • Estados com ICMS de 20%: total de US$ 72,00 (R$ 410,40)
  • Estados com ICMS de 17%: total de US$ 70,20 (R$ 400,14)

A taxa de importação federal, que segue em 20% desde agosto de 2023, continua a ser aplicada normalmente.

Análise: Senado avalia mudanças na Lei Eleitoral

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Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

O Senado deve iniciar nesta semana a análise do projeto do novo Código Eleitoral (PLP nº 112/21). O texto, que deve entrar na pauta da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) na terça-feira (1º), é um calhamaço de 898 artigos que cumpre o papel de unificar a legislação eleitoral, além de eliminar divergências sobre regras que há anos causam confusão no mundo político.

A principal dúvida a ser sanada com nova regulamentação será o período de inelegibilidade de políticos condenados pela Justiça. Hoje existem duas regras diferentes para essa contagem de prazo. Quando são crimes comuns, contra a vida, lavagem de dinheiro, organização criminosa e tráfico de drogas, o prazo conta a partir do final do cumprimento da pena. Já se o político tiver cometido delitos eleitorais ou improbidade administrativa, a inelegibilidade vale pelo período do cargo ocupado e por mais oito anos após o término do mandato.

Segundo o relator, senador Marcelo Castro (MDB-PI), o resultado dessa falta de unidade na norma pode ter como consequência um período de inelegibilidade muito maior. Se um senador, por exemplo, que tem mandato de oito anos, for declarado inelegível em seu primeiro ano no Senado, terá como resultado uma inelegibilidade de quase 16 anos.

Com o projeto de lei a ser votado no Congresso, é definido que em nenhuma hipótese a inelegibilidade passará de oito anos. Além disso, fica estabelecido que o prazo começará a ser contado a partir da publicação da decisão que definiu a inelegibilidade. O dispositivo conta com a oposição da bancada de segurança pública, que quer manter a possibilidade de maior inelegibilidade para autores de crimes violentos.

Outro trecho que deve incitar mobilização contrária da “bancada da bala” é o que exige o afastamento do cargo quatro anos antes do pleito para candidatos juízes, membros do Ministério Público, policiais federais, rodoviários federais, policiais civis, guardas municipais, militares e policiais militares. A previsão é de que a regra seja aplicada a partir das eleições de 2026. Mas, para isso, a lei precisa estar sancionada até outubro deste ano.

O projeto também altera a legislação eleitoral no caso da paridade de gênero. Entre as principais medidas, está a obrigatoriedade de os partidos aplicarem 30% dos recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) em candidaturas femininas. Além disso, a proposta mantém a regra que exige que 30% do tempo de propaganda eleitoral seja dedicado à promoção da participação política das mulheres. Uma das novidades é a reserva de vagas para mulheres no Congresso Nacional. O texto prevê que, nos próximos 20 anos, 20% das cadeiras da Câmara e do Senado sejam ocupadas por mulheres. O objetivo é alcançar a paridade de gênero no Legislativo.

Petrobras reduz preço do diesel “A” para distribuidoras em R$ 0,17/L

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Foto: José Cruz/Agência Brasil

A Petrobras anunciou, nesta segunda-feira (31), a redução no preço do diesel “A” para as distribuidoras em R$ 0,17 por litro. O novo valor entra em vigência a partir do dia 1 de abril, segundo a empresa. Dessa forma, o preço médio por litro do combustível passará a ser de R$ 3,55.

O diesel “A” é a categoria do combústivel que vem diretamente da refinaria, sem misturas ou adições do biodiesel. Já o diesel B é o combustivel vendido na bomba para os consumidores, com a mistura obrigatória de 86% de diesel A e 14% de biodiesel.

Ainda de acordo com a estatal, considerando o diesel B, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará a ser de R$ 3,05 /litro, uma redução de R$ 0,15 a cada litro de diesel B.

Com o reajuste anunciado, a Petrobras reduziu, desde dezembro de 2022, os preços de diesel para as distribuidoras em R$ 0,94 / litro. Isso representa uma redução de 20,9%. Considerando a inflação do período, esta redução é de R$ 1,45/ litro ou 29,0%.

Composição de preços do diesel

Segundo o site da Petrobras, com base no último levantamento semanal de preços da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombústiveis), o preço médio do combústivel no país é de R$ 6,40.

A Petrobras é responsável por 50,3% do valor (R$ 3,22), enquanto 22,5% (R$ 1,44) do preço é referente a impostos estaduais e federais. A mistura obrigatória do biodiesel representa 12,3% do custo, enquantos os 14,8% restantes são da etapa de distribuição e revenda.

 

Após greve de advertência, petroleiros terão reunião com a Petrobras

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Refinaria Abreu e Lima (RNEST), da Petrobras. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Após uma greve de advertência de 24 horas, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) terá uma reunião com a Petrobras na quarta-feira (2) para discutir as demandas da categoria.

A paralisação, realizada em 26 de março tinha o objetivo de pressionar a estatal em uma série de pautas. Entre elas está a melhoria das condições de segurança durante a manutenção e operação da fábrica de fertilizantes do Paraná (Fafen-PR). A unidade é uma das apostas do governo brasileiro para diminuir a dependência da importação de fertilizantes.

Além disso, os petroleiros pedem que as regras de teletrabalho sejam negociadas coletivamente. Eles também protestam contra a redução da remuneração variável, pedem novas contratações. No centro da disputa está o pedido de criação de um plano de cargos e salários. Segundo a empresa, a greve não impactou a produção de petróleo e derivados

Expectativa

Segundo a diretora da FUP, Cibele Vieira, “a greve de advertência cumpriu seu objetivo de alertar a alta administração da Petrobrás sobre a importância das negociações coletivas com os sindicatos. Esperamos que esta reunião seja uma oportunidade para discutir e buscar soluções para as questões que têm mobilizado os trabalhadores”.

 

Deputado Nilto Tatto vai relatar PL da reciprocidade ambiental na Câmara

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Deputado Nilto Tatto (PT-SP). Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados

O deputado e ambientalista Nilto Tatto (PT-SP) foi designado, nesta segunda-feira (31), para relatar o PL da reciprocidade ambiental (PL 1406/2024) na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS) da Câmara dos Deputados.

A proposta impede que o Brasil negocie acordos internacionais com cláusulas ambientais que restrinjam exportações brasileiras, sem que os países participantes adotem medidas de proteção ambiental equivalentes.

De autoria do deputado Tião Medeiros (PP-PR) e de outros 15 parlamentares, o projeto também determina a criação do Programa Nacional de Monitoramento da Isonomia Internacional de Políticas Ambientais. Por meio dele, o Executivo acompanharia os países que o Brasil tem relações econômicas e ambientais, para evitar distorções.

Equivalente no Senado

Enquanto a Câmara discute o PL 1406/2024, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado analisará nesta terça-feira (31) um projeto similar (PL 2088/2023). Proposto pelo senador Zequinha Marinho (PL-PA), o texto tem relatoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS) e estabelece que produtos estrangeiros só poderão ser comercializados no Brasil se cumprirem padrões ambientais compatíveis aos nacionais, incluindo restrições às emissões de gases de efeito estufa.

Celina Leão lidera disputa pelo governo do DF, aponta o Instituto Paraná

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Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A pesquisa divulgada hoje (31) pelo instituto Paraná sobre a disputa de 2026 ao governo do Distrito Federal (DF) aponta que a vice-governadora Celina Leão (PP) lidera com 36,6% das intenções de voto. O senador Izalci Lucas (PL) é o segundo colocado com 11,3%. Ele está tecnicamente empatado com Leandro Grass (PV), que registra 11,2%.

Ricardo Cappelli (PSB) contabiliza 5,8%. Eduardo Pedrosa (União Brasil) registra 5,4%. Branco, nulos e indecisos atingem 21,2%

Atual governo

Segundo o instituto Paraná, o governo Ibaneis Rocha (MDB) é avaliado positivamente (ótimo/bom) por 42,8%. A avaliação negativa (ruim/péssimo), por outro lado, atinge 26,4%. O índice regular é de 29,6%. A pesquisa mostra que 62% aprovam Ibaneis. 33,9% desaprovam.

Duas vagas para o Senado

Na disputa pelo Senado, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) lidera com 42,9% das intenções de voto. O governador Ibaneis Rocha (MDB) registra 36,9%. A senadora Leila do Vôlei (PSB) aparece com 26,7%. Erika Kokay (PT) contabiliza 24,4%. A deputada federal Bia Kicis (PL) soma 20,7%. Rosilene Corrêa (PT) atinge 8,1%. Brancos, nulos e indecisos somam 11,2%.