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Derrite apresenta novo relatório de “PL Antifacções” com mudança sobre atuação da PF

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28/10/2025 - Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado Audiência Pública - Penas para líderes e membros de facções criminosas. Secretário de Segurança - Secretaria de Segurança Pública de São Paulo - SSP/SP, Guilherme Derrite.
Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

O deputado Guilherme Derrite (PP-SP) apresentou, no fim da noite desta segunda-feira (10), um novo parecer do projeto de lei antifacções (PL 5.582/25). No novo texto, Derrite promove alterações nas atribuições da Polícia Federal (PF), após diversas críticas de órgãos e do governo federal.

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A nova redação garante que a PF participe das investigações de organizações criminosas, em caráter cooperativo, sempre que os fatos investigados envolverem matérias de competência constitucional ou legal da instituição.

Anteriormente, o relator havia proposto que a PF só poderia atuar nas investigações contra facções se houvesse um pedido explícito dos governos estaduais.

Em resposta às mudanças, o governo orientou votação contra o projeto, que pode ser votado nesta terça-feira (11) no plenário da Câmara. A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), afirmou que “as mudanças inviabilizam ações coordenadas contra a estrutura financeira das facções”.

Braskem fecha acordo bilionário para indenizar desmoronamento em Maceió

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Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

A empresa Braskem firmou um acordo com o estado de Alagoas para pagar R$ 1,2 bilhão em indenizações devido ao desmoronamento do solo em bairros da capital, Maceió.

De acordo com um comunicado à investidores divulgado na noite de segunda-feira (10), a companhia já desembolsou R$ 139 milhões. Além disso, a empresa planeja quitar o restante do valor durante os próximos dez anos.

O desastre ocorreu devido à extração de sal-gema realizada pela Braskem, que provocou o afundamento do solo.

Medidas

Segundo a companhia, o acordo prevê três medidas principais:

  • compensação
  • indenização
  • ressarcimento ao estado

com o objetivo de reparar integralmente todos os danos patrimoniais e extrapatrimoniais.

Além disso, o ajuste prevê a extinção da ação movida pelo governo do estado contra a Braskem. No entanto, o acordo ainda precisa ser homologado judicialmente para entrar em vigor.

Desastre geológico em Maceió

O desastre geológico que atingiu Maceió se intensificou a partir de 2018. A Braskem explorou o sal-gema, o que provocou instabilidade no solo e causou o afundamento dos bairros:

  • Pinheiro
  • Mutange
  • Bebedouro
  • Bom Parto
  • Farol

Como consequência, milhares de imóveis tiveram suas estruturas comprometidas, e, por isso, mais de 60 mil pessoas foram obrigadas a deixar suas casas por questões de segurança.

Os impactos se estenderam por anos. Em novembro de 2023, a prefeitura de Maceió decretou estado de emergência devido ao risco de colapso em uma das minas de sal-gema.

Além disso, em julho de 2025, a Defensoria Pública de Alagoas requisitou indenização de R$ 4 bilhões, visando compensar a desvalorização dos imóveis nos bairros vizinhos ao desastre.

Assembleia de MG avança no processo de privatização da estatal de saneamento

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Copasa, saneamento básico, água, minas gerais
Foto: Divulgação/Copasa

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (Alemg) aprovou, na quarta-feira passada (5), em segunda votação, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que abre caminho para a privatização da empresa de saneamento do estado, a Copasa.

A PEC retira da Constituição estadual a obrigatoriedade de realização de referendo para a privatização ou a federalização de empresas prestadoras de serviço de saneamento básico, caso da Copasa e de sua subsidiária, a Copanor, que atua no norte e no nordeste do estado.

Na votação do primeiro turno, há duas semanas, a proposta foi aprovada por 52 votos a 18 em sessão que avançou pela madrugada. No segundo turno, a PEC recebeu 48 votos, o mínimo necessário para ser aprovada.

Com o resultado, basta a aprovação do projeto de lei de privatização da Copasa para a proposta ser encaminhada para a sanção do governador Romeu Zema (Novo). Nessa etapa também serão necessários 48 votos para o processo ir adiante.

O objetivo do governo estadual é não deixar a discussão para 2026, quando os deputados estarão priorizando suas bases eleitorais. Fundada em 1963, no governo de Magalhães Pinto, a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) opera em 637 municípios (do total de 853). Seu quadro de servidores conta com 9 mil pessoas.

Leilão em Pernambuco

O leilão de duas concessões de água e esgoto que abrangem todo o estado de Pernambuco, marcado para o dia 18 de dezembro, tem mobilizado diversos grupos da área de saneamento e investidores interessados em entrar nesse mercado.

Com investimentos somados em R$ 19 bilhões, o leilão das duas concessões vem sendo analisado por nove grupos interessados. Fontes do setor apontam que, entre eles, está a ex-estatal paulista Sabesp, ainda que estejam previstos leilões também em várias regiões do estado de São Paulo, onde a empresa atua.

O leilão desta concessão é o mais atrativo entre os contratos regionais da carteira do BNDES. Trata-se do último grande projeto do ano.

Inflação de outubro fica em 0,09%, menor valor para o mês desde 1998

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Conta de energia elétrica. luz, eletricidade, tarifa social
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou outubro com alta de apenas 0,09%, o menor percentual para o mês desde 1998. Em setembro, o índice havia registrado aumento de 0,48%. Em outubro de 2024, a variação havia sido de 0,56%. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (11).

No acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA caiu para 4,68%, contra 5,17% nos 12 meses terminados em setembro, marcando a primeira vez em oito meses que o índice fica abaixo de 5%.

Apesar da redução, o número ainda está acima da meta do governo, fixada em 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, o limite máximo recomendado é 4,5%.

Redução na conta de luz puxa inflação

A redução de 2,39% na conta de energia elétrica residencial trouxe um impacto negativo de 0,1 ponto percentual ao IPCA. A queda ocorreu devido à mudança da bandeira tarifária vermelha patamar 2 para patamar 1, que diminuiu o valor cobrado por 100 kWh consumidos. A Aneel determina essa cobrança adicional para custear usinas termelétricas em períodos de baixa nos reservatórios das hidrelétricas.

Alimentos

O grupo alimentação e bebidas, que tem maior peso no índice, ficou praticamente estável em outubro, com variação de 0,01%. Essa foi a menor variação para esse grupo em outubro desde 2017 (-0,05%). Destacaram-se quedas no preço do arroz (-2,49%) e do leite longa vida (-1,88%), enquanto a batata-inglesa e o óleo de soja subiram, respectivamente, 8,56% e 4,64%.

Comportamento dos demais grupos (variação e impacto no IPCA):

  • Alimentação e bebidas: 0,01% (0,00 p.p.)

  • Habitação: -0,30% (-0,05 p.p.)

  • Artigos de residência: -0,34% (-0,01 p.p.)

  • Vestuário: 0,51% (0,02 p.p.)

  • Transportes: 0,11% (0,02 p.p.)

  • Saúde e cuidados pessoais: 0,41% (0,06 p.p.)

  • Despesas pessoais: 0,45% (0,05 p.p.)

  • Educação: 0,06% (0,00 p.p.)

  • Comunicação: -0,16% (0,00 p.p.)

Maiores altas entre os produtos pesquisados foram o aluguel residencial (0,93%) e passagem aérea (4,48%), contribuindo 0,03 ponto percentual cada ao índice.

Reflexos na política monetária

Embora tenha mostrado desaceleração, o IPCA permanece acima da meta do Banco Central, que é de 3%, acrescida de uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. Essa é a 13ª vez seguida que o acumulado em 12 meses permanece fora desse limite, fato que contribui para a manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano — maior patamar desde julho de 2006.

Esses juros altos pressionam o custo do crédito, desestimulando investimentos e consumo, funcionando como mecanismo para reduzir a inflação ao frear a demanda por produtos e serviços.

IPCA

O IPCA é calculado com base nos preços de 377 produtos e serviços consumidos por famílias com renda de um a 40 salários mínimos. A coleta ocorre em 19 regiões brasileiras, incluindo dez regiões metropolitanas e capitais do interior.

Análise: O discurso e a prática

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Esplanada dos Ministérios, Brasília, PLDO, governo
Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Em meio à luta da Fazenda para cumprir as metas do arcabouço fiscal, o Congresso definiu publicamente um discurso em defesa da responsabilidade fiscal, mas com certas particularidades. Lideranças parlamentares dizem que não aceitarão mais aumento de gastos nem aumento de impostos e cobram do governo uma política de corte de despesas. O discurso não se alinha completamente, porém, à prática do Congresso. Isso porque essa barreira congressual contra aumento de tributação tem respeitado critérios seletivos: se, por um lado, o Congresso barrou a tributação de títulos incentivados na MP nº 1.303, por outro, aprovou a tributação de dividendos no pacote do Imposto de Renda e avança com a taxação de bets e fintechs.

No campo dos gastos públicos, a situação é especialmente insólita. Enquanto demanda propostas de corte, o mesmo Congresso atua pela criação ou aumento de pisos salariais de diversas categorias. Ainda que tenham valor social, essas propostas também precisariam ser analisadas sob o viés do custo a mais que geram para os governos, que terão uma parcela maior do orçamento comprometido com a folha de pagamentos.

Sob a presidência de Hugo Motta (Republicanos-PB), a Câmara aprovou o projeto de lei que cria o piso salarial de professores temporários (PL nº 672/25). A Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Casa alertou que o projeto gera gastos obrigatórios para todos os entes e que as estimativas quanto ao impacto orçamentário e financeiro não foram apresentadas. Esse não foi o único piso aprovado recentemente. Tivemos o piso da enfermagem, que gerou um vaivém judicial. Ainda estão em discussão os pisos de médicos, dentistas, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, técnicos da educação básica e psicólogos, apenas para citar alguns. O plenário da Câmara também aprovou reajuste para servidores do Judiciário (PL nº 4.750/25).

Em outra frente, enquanto o Congresso diz defender a revisão linear de benefícios fiscais, atua para manter e até mesmo criar novos benefícios, avançando, por exemplo, na criação de benefícios para o setor químico (Presiq). Vale lembrar as inúmeras prorrogações da desoneração da folha de pagamentos, mesmo sem compensação fiscal adequada.

No passado recente, tivemos a disputa sobre o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), que acabou maior do que o projetado, ultrapassando o objetivo inicial de socorrer o principal setor afetado pela pandemia. Sem mencionar a expansão da licença-paternidade (PL nº 3.935/08), aprovada na última semana, bancada pela Previdência Social.

Nesse debate, incentivos à industrialização e avanços sociais e trabalhistas, que são importantes, são analisados diante do crescimento da dívida, que, se não for mantida sob controle, pode ter efeitos ainda mais funestos na economia do país. Mas o que a prática indica é que o Congresso funciona como sempre funcionou: há o discurso, para o eleitorado amplo, e a prática, pautada na defesa de interesses mais paroquiais.

Suíça investirá cerca de R$ 33 milhões no Fundo Amazônia

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Foto: Reprodução/ TV Brasi

Durante o evento “Presença Suíça na COP30”, realizado neste domingo (9) em Belém, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva (Rede), e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, anunciaram que a Suíça investirá 5 milhões de francos suíços, cerca de R$ 33 milhões, no Fundo Amazônia.

Fundo Amazônia

Criado em 2008, o Fundo Amazônia apoia projetos e ações que combatem o desmatamento, promovem o desenvolvimento sustentável e melhoram as condições de vida das populações da Amazônia Legal brasileira. Além disso, o BNDES administra o fundo, que recebe doações não reembolsáveis de governos estrangeiros e empresas nacionais.

Após ter ficado paralisado durante o governo de Jair Bolsonaro, o Fundo Amazônia foi retomado em 2023. Desde então, ele também apoia o desenvolvimento de sistemas de monitoramento e controle do desmatamento em outras regiões do Brasil e em países tropicais.

Até o momento, os recursos do fundo já financiaram 144 projetos, beneficiando mais de 600 organizações comunitárias e cerca de 260 mil pessoas.

Nesse contexto, as ações do fundo visam:

  • Fortalecer o manejo florestal;
  • Impulsionar a bioeconomia;
  • Promover a inclusão produtiva;
  • Valorizar os saberes tradicionais;
  • Fortalecer as comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas.

Negociações

Nesta segunda-feira (10), começam as negociações da conferência, que terão como foco principal a definição das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês). Essas contribuições representam as metas de mitigação climática, ou seja, os compromissos assumidos pelos países para reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

Nesse contexto, o Brasil assumiu o compromisso de reduzir entre 59% e 67% de suas emissões até 2035, abrangendo todos os gases de efeito estufa e todos os setores da economia.

STF inicia julgamento do núcleo 3 da tentativa de golpe de Estado

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STF
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta terça-feira (11) o julgamento dos réus do núcleo 3 da tentativa de golpe de Estado ocorrida durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O núcleo é composto por nove militares do Exército e um policial federal, conhecidos como “kids-pretos”, que integraram o grupamento de forças especiais do Exército. Eles são acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de planejar ações táticas para efetivar o plano golpista.

Acusações

Os crimes imputados aos réus incluem organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, e deterioração de patrimônio tombado.

Os acusados são:

  • Bernardo Romão Correa Netto (coronel)

  • Estevam Theophilo (general)

  • Fabrício Moreira de Bastos (coronel)

  • Hélio Ferreira Lima (tenente-coronel)

  • Márcio Nunes de Resende Júnior (coronel)

  • Rafael Martins de Oliveira (tenente-coronel)

  • Rodrigo Bezerra de Azevedo (tenente-coronel)

  • Ronald Ferreira de Araújo Júnior (tenente-coronel)

  • Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros (tenente-coronel)

  • Wladimir Matos Soares (policial federal)

No caso do tenente-coronel Ronald Ferreira de Araújo Júnior, a PGR pediu que a acusação seja desclassificada para o crime de incitação das Forças Armadas contra os poderes constitucionais, possibilitando acordo para evitar condenação. Atualmente, ele responde a cinco crimes imputados a todos os réus.

Até o momento, o STF já condenou 15 réus da trama golpista em núcleos diferentes, sendo sete do Núcleo 4 e oito do Núcleo 1, liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O julgamento do Núcleo 2 está previsto para iniciar em 9 de dezembro, e o Núcleo 5, formado pelo blogueiro Paulo Figueiredo, neto do ex-ditador João Figueiredo, ainda não tem data marcada para julgamento.

Governo deve votar contra PL Antifacção

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Brasília (DF), 08/04/2025 - A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, durante pronunciamento após apresentação da nova versão da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e líderes partidários da Casa.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Com votação prevista para esta terça-feira (11), o PL Antifacção (PL 5582/2025) deve ter o voto contrário dos deputados governistas. Para o governo, o relatório de Guilherme Derrite (PL-SP) traz retrocessos ao texto. “Não pode prosperar um projeto que fará mal para o Brasil e vai impedir de combater o crime organizado”, afirmou a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), em entrevista à GloboNews nesta segunda-feira (10).

Segundo a ministra, o governo tem duas principais divergências com Derrite. Primeiro, segundo o governo, a tipificação das facções na Lei Antiterrorismo permitiria o entendimento do crime organizado como terrorista, o que abriria espaço para atuação estrangeira. Em segundo lugar, o texto enfraqueceria a Polícia Federal (PF) ao vincular a atuação da instituição a um pedido dos governadores, mesmo quando em caso de repercussão interestadual ou transnacional.

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Mudança na relatoria

Gleisi afirmou que conversará com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), nesta segunda-feira (10), sobre a indicação do deputado Derrite para a relatoria do projeto. “Acho que temos que desfazer isso”, afirmou. Ela avalia a escolha de forma muito negativa, tendo em vista que o deputado é Secretário de Segurança Pública de São Paulo no governo de Tarcísio de Freitas, possível candidato presidencial da direita em 2026.

Fundo de Florestas Tropicais deve superar US$ 10 bilhões, diz Haddad

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Belém (PA), 06/11/2025 - Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, ministro da Economia, Fernando Haddad, ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, durante entrevista coletiva na COP30.
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Nesta segunda-feira (10), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou que o Brasil pode se surpreender com os aportes ao TFFF (Fundo de Florestas Tropicais para Sempre) e superar os US$ 10 bilhões esperados pela presidência brasileira. “Eu estou realmente muito otimista”, disse, em entrevista a CNN.

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Além disso, o ministro acredita que, até o final do ano, a Alemanha deve anunciar recursos ao Fundo. Até o momento, a Noruega fez um aporte de US$ 3 bilhões, Brasil colocou US$ 1 bi, Indonésia mais US$ 1 bi, e a França € 500 milhões.

Relatório de PEC da escala 6×1 pode ser apresentado nesta semana

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Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O relatório sobre a PEC que trata da escala 6×1 (PEC 8/25) pode ser apresentado na Comissão de Trabalho da Câmara até o fim desta semana, segundo o relator da matéria, deputado Luiz Gastão (PSD-CE).

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Em audiência pública sobre o tema, nesta segunda-feira (10), o relator afirmou ainda que após a apresentação do relatório, o presidente da Comissão pode pautar o texto para deliberação do colegiado. Depois, o texto será passado ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para dar o encaminhamento devido.