A Aneel decidiu manter a bandeira tarifária verde para os consumidores do Sistema Interligado Nacional (SIN) em fevereiro de 2025. Com a medida, não haverá cobrança adicional nas contas de luz. A decisão foi tomada pela Superintendência de Gestão Tarifária e Regulação Econômica da agência e publicada no Diário Oficial da União, na manhã desta quarta-feira (5).
Em janeiro de 2025, a bandeira tarifária também foi verde para os consumidores do SIN.
Sistema de cores
As bandeiras tarifárias foram adotadas em 2015, com o objetivo de facilitar a comunicação sobre as condições de geração de energia no Brasil. Se as usinas hidrelétricas geram menos energia, são acionadas as termelétricas, que são mais caras. Com isso, taxas extras na conta de luz são aplicadas.
- Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;
- Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;
- Bandeira vermelha – Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04463 para cada quilowatt-hora kWh consumido.
- Bandeira vermelha – Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,07877 para cada quilowatt-hora kWh consumido.
No segundo semestre de 2024, por conta da estiagem em boa parte do Brasil, a Aneel precisou aplicar taxas extras. Em outubro a bandeira chegou a ser a vermelha – patamar 2.

