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Tarcísio lidera disputa em São Paulo; sem Tarcísio no páreo, eleição fica em aberto, aponta o Real Time Big Data

Governador tem até março de 2026 para decidir entre reeleição ou candidatura presidencial

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Caso seja candidato à reeleição, o governador de São Paulo (SP), Tarcísio de Freitas (Republicanos), desponta como o grande favorito, liderando os dois cenários estimulados em que seu nome aparece nas simulações.
Já se Tarcísio disputar o Palácio do Planalto, teríamos uma eleição acirrada em SP, principalmente se o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Geraldo Alckmin (PSB), for candidato. É o que aponta os números da pesquisa Real Time Big Data divulgada hoje (6). A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
No primeiro cenário, Tarcísio de Freitas lidera com 52% das intenções de voto. O ministro da Micro e Pequena Empresa, Márcio França (PSB), registra 16%. A deputada federal Erika Hilton (PSOL) aparece com 10%. O ex-prefeito de Santo André (SP) Paulo Serra (PSDB) contabiliza 8%. O cientista político Felipe D’Ávila (Novo) soma 3%. Brancos, nulos e indecisos somam 11%.
No segundo cenário, Tarcísio lidera com 47%. Na sequência aparecem Alckmin (26%), Erika (10%), Serra (7%) e D’Ávila (2%). Brancos, nulos e indecisos somam 8%.
No terceiro, o prefeito de SP, Ricardo Nunes (MDB), que para e ser candidato a governador, precisaria renunciar ao cargo até abril de 2026, lidera com 34%. Depois, aparecem França (20%), Erika (10%), Serra (9%) e D’Ávila (4%). Brancos, nulos e indecisos somam 23%.
No quarto cenário, Márcio França lidera com 27%. O ex-governador Rodrigo Garcia (Sem partido) registra 14%. Na sequência aparecem Erika (10%), Serra (9%) e D’Ávila (5%). Brancos, nulos e indecisos somam 35%.
No quinto, Alckmin (31%) e Nunes (30%) dividem a liderança. Em seguida, aparecem Erika (10%), D’Ávila (7%) e Serra (4%). Brancos, nulos e indecisos somam 18%.
A candidata mais rejeitada é Erika Hilton, com 38%. Depois, Tarcísio (28%), Alckmin (26%), Nunes (24%), Garcia (22%), França (22%), D’Ávila (17%) e Serra (15%).
Apesar do favoritismo de Tarcísio de Freitas, a sucessão ao Palácio dos Bandeirantes seguirá indefinida até a decisão do futuro político do governador, que poderá disputar a reeleição ou concorrer à Presidência. A eventual ausência de Tarcísio em SP poderá provocar mudanças importantes no tabuleiro, já que alternativas como Ricardo Nunes e Geraldo Alckmin ou Márcio França podem se lançar na disputa.

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