O deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) tentou permear seu discurso como novo presidente da Câmara dos Deputados com a ideia de pacificação entre esquerda e direita no Brasil. Entretanto, alguns trechos de suas falas foram entendidos pela esquerda como um indicativo de que ele não dará andamento à anistia aos presos pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
Surfando no sucesso do título do filme brasileiro indicado ao Oscar, Motta terminou o discurso da vitória com um “ainda estamos aqui”. Repetiu também a frase do primeiro presidente da Câmara da Nova República, Ulysses Guimarães, ao declarar: “Tenho ódio e nojo à ditadura.”
Independentemente do objetivo da citação, em seguida o plenário foi tomado pelo coro de “Sem anistia!”, por parte dos governistas. Vale dizer que a anistia foi uma das principais pautas apresentadas pela direita a Hugo Motta durante a campanha.
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Formada em jornalismo pelo UniCeub e graduanda em Ciências Políticas. Atuou como repórter na TV Cultura, Record, Metrópoles e R7. Atualmente, na Arko Advice cobre Congresso Nacional. Vencedora do Prêmio Einstein +Admirados da Imprensa de Saúde e Bem-Estar e do Expocom/Intercom Centro-Oeste. Também conquistou lugar no Prêmio Paulo Freire de Jornalismo.
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Jornalista formado pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Com experiência em Política, Economia, Meio Ambiente, Tecnologia e Cultura, tem passagens pelas áreas de reportagem, redação, produção e direção audiovisual.
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